sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Último dia do ano

Levantei-me [mais tarde que o habitual], recebi uma massagem, conversei, relaxei. Ia ficar em casa esta noite, mas entretanto fui convidada para jantar em casa de um casal amigo, e vou. Só serve para [de novo] mostrar que aquilo que imaginamos, muitas vezes, acontece em modo diferente, e muitas vezes, melhor.

Feliz 2011 para todos/as.

E que melhor maneira de terminar o ano...

... do que com a notícia de que nasceu o Tomás, filhote da minha amiga N.? Segundo o pai (babadão), nasceu cheio de vigor e de apetite... e correu tudo bem e como se quer.

Eu, como sempre, estou felicíssima por acolher mais um "sobrinho", e fico também muito feliz pela mamã, que teve um ano muito difícil mas que terminou com chave de ouro.

Que o Tomás seja o prenúncio de um 2011 cheio de luz e dos melhores sentimentos!

Até sempre 2008, 2009, 2010

Sem saber como, ela deu por si naquela gruta escura. Estranho. Havia pouco, caminhava alegremente no prado verde, dando graças pelo Sol que havia aparecido após tanto tempo de intempérie e lhe aquecia a pele, e lhe transformava a existência num prazer desmedido.
Que buraco lhe teria escapado? Não o sabia. Apenas constatava que se encontrava naquele lugar frio e cinzento. Começou a andar, tinha medo, urgia escapar-se dali o mais depressa possível e voltar a encontrar os raios do seu Sol.
Andou durante muito tempo, muito tempo, até se aperceber que a gruta era, na verdade, labiríntica. Estava cansada. Pareceu-lhe estar muito longe já do sítio onde havia começado a andar. Pareceu-lhe que continuava a descer para o centro da Terra, porque cada vez tinha mais frio, o ar estava mais húmido, e cada vez a luz era menor.
Decidiu-se a não desistir enquanto não encontrasse a saída. Mas sentia que estava fraca. Tropeçava no escuro. As pernas tremiam e fraquejavam, mas ela não tinha vontade de ceder à estranheza da situação. Ela tinha a certeza que era ela quem estava a falhar, que algo lhe estava a escapar, que tinha errado uma qualquer curva.
De vez em quando, reateava-se um lampejo de esperança e fé nela, achando que tinha visto lá ao fundo um raio do seu Sol a espreitar por entre a obscuridade. Sim, porque ele estava lá fora, quente e brilhante, não se parecendo aperceber de que ela estava completamente perdida, sozinha. Mas acabava sempre por ser apenas uma ilusão, e ela voltava rapidamente a encontrar-se no frio e no escuro.
Quando ela se achou num vácuo sem saída à vista, pensou: cheguei ao fundo. Não tenho portas. Não tenho janelas. Não tenho como sair daqui. E acometeu-se de choro, e caiu, e chorou mesmo até ficar esgotada.
Nesse momento, em que se encontrava meio entorpecida pelo cansaço, pelo frio e pelo desespero, ouviu um sussurro que lhe dizia: Levanta-te, vá. Levanta-te. Tu tens um caminho a percorrer, nada é intransponível, as coisas são apenas aquilo que são. E percebeu: só tinha de voltar para trás e fazer o caminho inverso. Decidiu-se, e levantou-se.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Look de Passagem de Ano

Não é por não ir a lado nenhum que tenho de passar o Ano de pijama, não é? Pois vou vestir este vestidinho que a mana me ofereceu pelo Natal (a foto não é grande coisa, que não é, mas asseguro que na mão é lindo, e no corpo também).
Vai ser conjugado com umas meias pretas opacas, sapatinho alto peep toe (ou preto ou purple - da cor da parte de cima e em verniz -, ainda não sei), brincos pendentes pretos e pulseira a combinar. Simples, mas é como eu gosto.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

É a síndrome de Sansão, mas ao contrário,

Cortei o cabelo. Que se lixe, vou gritar, CORTEI O CABELO!!!!!!! Já não é novidade para as minhas pessoas, porque já lá vão precisamente 11 dias desde que o cortei, mas continuo eufórica com isso. Nos primeiros dois dias não gostei lá muito, estava um bocado esquisito...* Mas desde a primeira lavagem caseira nunca mais tive um bad hair day, sinto-me renovada, mais bonita, mais alegre, mais sexy (ahahaha)... quer concordem comigo ou não. Estou pouco me marimbando. Aliás, arrisco até dizer que com o cabelo curto voltou de imediato 50% da minha velha personalidade.

Eu sei, eu sei, tenho um cabelo bom, forte, com uma cor bonita... Não vou estar cá com coisas, até porque enquanto o tive comprido houve alturas em que me senti bem orgulhosa da qualidade dele. Mas a verdade é que ele precisa de muita manutenção, muitos cuidados, ser esticado, crescer com o formato xpto para ganhar peso, etc. etc. etc. e isso simplesmente não sou eu. Eu preciso de liberdade, praticidade, irreverência. Acho que nunca mais vou cortar à Joãozinho como durante tantos anos usei, e será sempre um curto mitigado, mas... O facto é que adoro o meu cabelo [mais] curto e isso ninguém me tira!

*Aliás, B., aquela foto do nosso almoço no FB está muito bem, toda a gente muito bonita, excepto eu, o verdadeiro cromo com o meu cabelinho acabadinho de cortar, mas muito esquiso nesse dia.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Fascinei com este último "The Good Wife"

O Eli Gold é a última coca-cola do deserto. One in a million, que peça. Grande Alan Cumming.

Ainda há gente séria neste mundo

Em Fevereiro passado, quando estivemos em Andorra, o M. ofereceu-me, à laia de prenda de aniversário de namoro, umas luvas de snowboard. Usadas no dia seguinte, as ditas de imediato ficaram descosidas num dedo, sendo certo que nada lhes aconteceu para justificar esse problema. Defeito de fabrico, portanto.

Fomos logo reclamar à loja, onde nos foi dito para escolhermos outras para substituir as luvas estragadas. O problema era que não havia outro par igual, e eu não queria umas de qualidade inferior. Não nos quiseram devolver o dinheiro, e a marca não iria mais repor stocks nessa colecção. Assim, eu teria de voltar a Andorra este ano para ir buscar umas luvas da nova colecção.

Depois de muita discussão (porque, como é óbvio, eu não tendo planos para voltar a Andorra este ano - até parece que é mesmo aqui ao lado - não iria certamente lá de propósito para me darem umas luvas de neve), e de debatermos todas as possibilidades, a senhora da loja assegurou-me que me enviaria umas luvas este ano por correio, iguais às que tinham defeito. Eu, apesar de achar que era um tiro no escuro, aceitei, por falta de opções. Ainda trocámos uns mails por volta dessa altura, mas realmente a marca não tinha reposto aquelas luvas.

Fiquei toda contente quando, na semana passada, fui levantar as minhas luvinhas aos CTT. Devolveu-me alguma confiança em que ainda exista seriedade por aí. Dolors, ganhou clientes portugueses, isso lhe garanto! Quando for aí a Andorra vou-lhe fazer uma visitinha...

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O saldo deste Natal... em euros

Entre arranjos de carros, prendas e paparocas de Natal... não vamos falar mais no assunto para não causar arritmias. É tudo muito bom... até consultarmos os saldos bancários!
Venha 2011 se faz favor!

Eu até nem costumo ser muito destes posts

Porque, como acredito que vocês que me lêem também, considero que o Natal é muito menos acerca do material do que do emocional e do espiritual. No Natal, gosto de estar com os meus, de dar-lhes e receber os seus miminhos, de pensar no que realmente importa. De ajudar os desfavorecidos - o que, aliás, gosto de fazer à minha pequena escala todo o ano. E sei que é nisto que toda a gente pensa em primeiro lugar nesta quadra - quero acreditar.

Mas, por outro lado, não sou diferente de ninguém. E também gosto de presentes. Quem não gosta que se acuse. :) Então de oferecê-los... adoro. Gosto de ver que a pessoa do outro lado se identificou, se sentiu feliz com a minha escolha e percebeu que pensei nela quando comprei.

Gostei muito dos meus presentinhos deste ano. Dos imateriais (como ter a minha família toda comigo, com saúde - especialmente o meu avô, que por um lado não é uma pessoa fácil e, por outro, poucos dias antes do Natal nos pregou um pequeno grande susto) e dos materiais também.

Por isso, vou partilhar convosco algumas das coisas que recebi e mais gostei:
- Do meu M., recebi alguma da livralhada que está aí abaixo, um necessaire da Women's Secret (que o meu já precisava de umas permanent holidays) e uma garrafa Taj Mahal Ruby da Sigg. Adorei, porque ele sabe as coisas que gosto e preciso...

- Da minha mana, um vestido lindo para estrear na Passagem de Ano;

- Um pijaminha lindo e sexy para estrear na Passagem de Ano, das minhas C. e C.;

- Um livro e uns sabonetinhos mega cheirosos da S.;

- Umas pantufinhas quentinhas e confortáveis da B.;

- Um porta-chaves único e feito à mão, do M. (amigo, não o meu M.);

- De clientes, e aqui é que fiquei agradavelmente surpreendida, pois foi a primeira vez (bem, a segunda no caso de um deles) que recebi uma lembrancinha de Natal! De um, dois vestidos lindos da colecção deste Outono/Inverno; dos outros, um galo PoP Minimal, todo branquinho, da Águas Furtadas Design, que eu já adorava.

Recebi mais coisas, claro, mas estas, pelo significado ou simplesmente porque têm tudo a ver comigo, foram as que mais gostei! Confesso que me sinto algo embaraçada por partilhar, mas here it is.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Resultado do Natal, do meu aniversário, das idas à FNAC e das visitas ao estaminé da Maria e do Gato


...a ver se é desta que me convence;


... porque nunca li nada desta Nobel sul-africana;



...porque lhe tenho uma curiosidade enorme;


...obrigada, S.!


...porque não o possuía, e nunca me canso de reler;


...porque só ouço bem deste autor, em relação ao qual era bastante relutante;


...porque também já estava na lista "to read" há muito tempo;


...porque gostava da RLF;


...porque já o adiei tempo demais;


...porque sim;


...porque gosto do homem, e não há nada a fazer;


...porque o Peixoto me diz coisas que eu gosto de ler;


... e porque Paul Auster é incontornável e nunca demais.

Aaaaahhhhh, às vezes é preciso tão pouco para deixar uma rapariga feliz.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Have yourself a Merry little Christmas



Para vocês que me lêem, para os meus fellow bloggers e para as minhas pessoas:

Have yourself a merry little Christmas,
Let your heart be light
From now on,
our troubles will be out of sight

Have yourself a merry little Christmas,
Make the Yule-tide gay,
From now on,
our troubles will be miles away.

Here we are as in olden days,
Happy golden days of yore.
Faithful friends who are dear to us
Gather near to us once more.

Through the years
We all will be together,
If the Fates allow
Hang a shining star upon the highest bough.
And have yourself A merry little Christmas now.

Muito amor, muita paz e esperança no amanhã. Sempre.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Já fui tão feliz em... #9










... Verona, Dezembro de 2010.

As minhas desculpas aos senhores da quinta fotografia, que não me autorizaram a pôr aqui a carinha deles. Mas não consigo resistir às barraquinhas de decorações de Natal!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Sublime, maravilhosa, divinal...



... esta coreografia de Stacey Tookey que o Legacy e a Kathryn dançaram no SYTYCD na passada 6a feira, e que foi, inclusive, nomeada para um Emmy. Fiquei com lágrimas nos olhos! Podia vê-la em repeat durante horas...
Esta coreografia de contemporâneo é sobre a luta de uma rapariga contra os seus medos, representados pelo Legacy. Adoro as linhas dela, que são fabulosas, e os movimentos dele são absolutamente estrondosos. O final, em que ela domina e pisa os seus medos, é tão forte.

Escusado será dizer que já estou a torcer para que o Legacy e a Kathryn cheguem à final. Especialmente ele, pois sendo um b-boy, tem tido um crescimento e uma qualidade de movimentos abissais.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Na minha mesinha de cabeceira (#14)

Uma das minhas prendas de aniversário. Para já... não estou entusiasmada. A ver vamos.

He's just not that into you


Alguém se lembra daquele (^^) episódio do Sex and the City em que o Jack Berger, quando questionado pela Carrie e pela Miranda sobre o que achava em relação ao date da Miranda que se esquivou a algo dizendo que tinha uma reunião, disse clara e directamente "He's just not that into you"?

Esta frase já deu um livro de auto-ajuda e um filme romântico. Mas, essencialmente, gosto dela porque acho que é tremendamente verdadeira. Com esta frase, o Berger queria dizer que os homens são o que são: simple-minded, comparativamente com o mundo feminino. E que não vale a pena tentar reading too much into things, porque as coisas são o que são. Se o homem estiver interessado, o homem vai atrás, faz o que tem a fazer, no mínimo dos mínimos dá a entender a sua disponibilidade para. O Berger completava a sua ideia: "When a guy's really into you, he's coming upstairs, meeting or no meeting." (ou algo do género). Quando o homem não está interessado, geralmente não tem coragem para o dizer na cara da pretendente. Mas é bastante óbvio nas suas acções: foge, esconde-se, não aparece, não entra voluntariamente em contacto.

E eu, à medida que me torno mais velha e mais experiente, vou começando a perceber que não posso senão concordar com esta ideia - que, btw, saiu da cabeça de um homem. Ele deve saber o que está a dizer. Obviamente que é uma generalização, e todos sabemos o quão falaciosas as generalizações podem ser. Há excepções para toda e qualquer regra. Mas, na esmagadora maioria dos casos, concordo que seja mesmo assim, e que um homem que não devolve a chamada, que se esquiva a uma oportunidade, que tem sempre algo combinado, que não responde à mensagem, que não retribui um convite declinado por si um outro dia - simplesmente não está interessado o suficiente. Ou disponível. No excuses.

E por isso é que, cada vez mais, tento reprimir a sempiterna característica feminina de "fazer a leitura da situação". Por outras palavras, tentar encontrar explicações para tudo o que eles fazem e/ou dizem, tentar interpretar as suas mínimas reacções, tentar encontrar hipóteses que expliquem o curso dos acontecimentos. Isto é algo que, no geral, todas fazemos, e não é mais do que tentar arranjar uma boa* explicação para algo, explicação essa que nos permitirá continuar teimosamente a insistir no assunto, até que um dia a realidade nos bate à porta. E nesse dia, ele é que é o sacana, que nos manteve em banho-maria durante não sei quanto tempo e que já podia ter dito logo que não queria nada connosco, que somos mulherzinhas o suficiente para aguentar o tranco. Ele tentou, dear, ele tentou.

Sometimes it's just sad to watch.

*conveniente

Em relação ao Edgar Sawtelle

Levou-me uma eternidade para ler. Acabei por lê-lo quase todo nos dias em que estive de férias. Não amei, mas também não desgostei. O que mais gostei no livro foi a originalidade da perspectiva em que a narrativa é feita. Achei interessante a análise da psique canina. Para quem adora animais, é sem dúvida cativante. O final... Eu não sou adepta fervorosa de finais tristes como a única forma realista de contar uma história. E é só isso que tenho a dizer, não vá alguém ainda ter o livro em lista de espera.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Coisas espectaculares que aconteceram enquanto andei no larú

A Maria e o gato dão mais um passo em direcção ao seu sonho. Vibrei!

E que tal irmos lá fazer umas comprinhas? Hem? Coisas giras há muitas!

Quanto à minha "viagem"...

... a que ia fazer no sentido figurado, e que foi mais curta do que pensava.

Quando disse que precisava de um intervalo do blogue, isso deveu-se a uma crise de falta de inspiração, de motivação para aqui escrever. Como eu só gosto de fazer as coisas bem feitas (da minha perspectiva, claro), não me apetecia estar a escrever coisas à toa, só para manter o blogue activo. Também não tinha muito tempo para seguir os blogues de que gosto. Tudo isso me começou a gerar um certo mal-estar, daí ter decidido que mais valia retirar-me durante um tempo e voltar quando sentisse que algo havia mudado - sem prazos, sem datas.

Por outro lado, psicologicamente não me encontrava num bom momento, o que por si só não cria nada de interessante para dizer.

O que aconteceu foi que, durante o tempo em que estive fora, dei por mim a pensar em determinadas coisas e a concluir que era algo que daria um post, ou que me apetecia partilhar. Apercebi-me que já tenho o blogue como algo intrínseco aos meus dias, e deu-me vontade de voltar a escrever logo que me fosse possível.

Não foi, como já "ouvi" por aí, uma jogada de marketing para o meu blogue, que mais parvo e insignificante não pode ser. Fui drama-queen? Caras pessoas, eu SOU drama-queen. Em tudo, no que sinto para bem e no que sinto para mal. Expresso-me sempre no limite.

A mudança que se deu não foi ao nível externo. Continuo com falta de tempo, com stresse a mais. Mas entendi que isso não deve prejudicar as coisas que gosto de fazer - pode condicioná-las, mas não as deve prejudicar. Foi, assim, uma mudança mais de carácter estrutural.
Em relação ao meu estado psicológico, também não se alterou por aí além. Não é algo que melhore por milagre, mas vamos andando, devagarinho mas steady, como o caracol. Tenho feito muita limonada com os mini-limõezitos que me têm sido presenteados. O importante é que os frutos azedos da minha vida não são daqueles bem gigantes. E só isso já é motivo para sorrir, não é?

Gostei tanto, tanto, que tenho de escrever sobre ele - Textos alheios #3

Gostei tanto que, pensando melhor, nem tenho que escrever mais nada sobre este texto. A Kika disse tudo aqui. Eu só tenho é de me lembrar, sempre, integralmente, destas palavras dela.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Para gáudio e regozijo de todos vós...

[... ou não! Não quero ser totalitarista! :P ]

... estou de volta. Era para ter "descansado" mais tempo... mas não me apeteceu. Tive saudades de escrever aqui, nem acreditei quando o senti. Mas foi assim que foi, e as coisas só têm sentido quando são como são. :)

No que se refere ao blogue, estou de volta com novos mandamentos e novas posturas.

Não te pressionarás para escrever no blogue. [Escreves quando tens tempo e cabeça para.]

Não pensarás no que os outros possam pensar daquilo que escreves. [Ligação directa entre o cérebro e as pontas dos dedos.]

Não quererás saber dos rótulos e catálogos que existem por aí e que tanto te irritam. [Tu gostas do que gostas e quem não partilhar desses gostos, pode ir pregar para outra freguesia.]

Não ficarás triste se não obtiveres feedback. [Não é esse o teu propósito. Nunca foi. Não vai começar a ser agora, por observação do alheio.]

NUNCA MAIS publicarás comentários sem moderação. [Tudo o que for ofensivo e atentatório vai ficar onde pertence: no éter. Importância: zero.]

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Ainda antes de ir, já estou a voltar

Mas só momentaneamente. E só para dizer, a respeito da querida anónima que vai deixando aqui o seu rasto de anormalidade, sim, porque tem de ser um"a" anónim"a", está mais que visto... Que uma boca de carroceiro dessas fica mal a um homem, ainda que do Norte que são uns desbocaditos, ainda que sem qualquer réstea de educação, quanto mais a uma mulher. Eu tinha vergonha. E que antes ser burra (o que apenas por mera hipótese se concebe) que não ter classe nenhuma.

E mais: para a próxima não tenha medo das repercussões, assine, para que toda a gente da sua vida "real" fique a saber da sua laia. Ou então cale-se, que é o que melhor faz. A mim, o que vem de tão baixo não me atinge.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

I need a break. So, so long.


De vez em quando faço isto. Se acho que há algo que me faz sentido num momento, faço-o. Se, por alguma razão, essa actividade deixa de me fazer sentido, não perduro nela por nada. Abandono, interrompo, procuro o meu bem-estar noutro sítio.

Acontece que, neste momento, não me sinto bem aqui, tão bem como deveria. Ou melhor, o blogue não me tem trazido - ultimamente - o escape, a descontracção, os good feelings que preciso que ele me traga. Os outros blogues também não. Por isso, quem está mal muda-se, não é? Eu vou, mas hopefully não irei para sempre.

Sim, devo ter definitivamente queimado um fusível. A verdade é que não me sinto bem há muito tempo (já o disse, sei que sou chata), e infelizmente não retomei ainda a minha velha persona. Mas, por esse mesmo motivo, não vou estar por aqui a encher chouriços com posts que não vão interessar ao Menino Jesus, apenas para manter um "público". Muito menos quero deixar o blogue cair na deprê. Não foi para isso que o criei. Assim, um ano volvido, eis que a sua vida fica suspensa por algum tempo.

Oxalá que esta pausa sirva os seus propósitos. Que daqui a algum tempo (pouco, espera-se) volte renovada e vitaminada, cheia de vontade de contar experiências, partilhar pensamentos e dedicar-me a futilidades. Por enquanto vou de viagem, em mais do que um sentido - no sentido real e, este mais importante, no figurado.

E entretanto quem me quiser, ou de mim precisar, sabe onde me encontrar.
Ainda que extremamente sensibilizada com as mensagens que me deixaram ontem, é algo que preciso de fazer.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Tenho fome, tenho frio, estou cansada das vistinhas

E mesmo assim estou para aqui alapada à secretária, de sentinela, à espera que um exmo. cliente me traga dados importantíssimos para uma peça processual decisiva, de relativamente fácil acesso para ele e pedidos por mim há cerca de uma semana, com a advertência de que o prazo terminaria hoje, e cuja não apresentação lhe pode custar uma pipa de massa. Claro que, se a pipa de massa lhe sair dos bolsos, a culpa será sempre única e exclusivamente minha...

Chego à conclusão que só podemos ser tão bons advogados como os nossos clientes sejam bons clientes. E com bons, quero dizer responsáveis, para o que aqui está em causa. Mas poderia também querer dizer cumpridores, respeitadores, sérios. Porém, isso é sermão para outras missas...

Já por aqui andamos há um aninho


icanread
Nunca esperei nada deste blogue, a não ser que fosse um escape para a seriedade do meu quotidiano. Poder aqui dizer coisas sem nexo para quem não está dentro da minha vida quotidiana, poder falar de inutilidades, poder desabafar sobre assuntos sérios. Enfim. Que me ajudasse a lidar. Acabei por me surpreender em alguns quadrantes. Aprendi que se pode interagir, e muito. Que nos podemos, afinal, dar a conhecer a pessoas com quem temos tanto, afinal, em comum. Que podemos, sem nos apercebermos, relativizar as nossas dores e pequenas indigestões. Hoje, felizmente, sinto-me surpreendida, ao completar um ano de existência como Rainha de Copas deste meu pequeno baralho privado.

Ainda assim...

domingo, 28 de novembro de 2010

Eu juro pela minha saudinha que me tento portar sempre bem

Mas depois põem-me estas coisas indecentes à frente, e...
Onde já se viu, virem agora com a invenção de um pão-de-ló de Ovar (se bem o conhecem, é aquele muito humidozinho, cheiinho de creme de ovos), mas de chocolate???? Hem???? É cruel demais. E irresistível. Digo-vos eu.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A um mês do Natal...


Este ano, o meu Natal não terá árvore em casa - com os meus dois pestinhas, e tendo já a experiência dos anos anteriores só com a Anouk, era certo e sabido que iria refazer a decoração todos os dias, e não me apetece. Este ano, o Natal não é acompanhado das iluminações de que tanto gosto, nem da música nas ruas - entendo as motivações que estão por detrás destas medidas, mas faz-me falta. Ainda assim, nem que se tenha de fazer algum esforço extra para entrar no espírito, está oficialmente aberta a época natalícia! E é sempre uma das minhas épocas de eleição do ano. Que seja um Natal feliz e cheio de saúde, paz e amorrrrrr para todos nós.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Há muito tempo que aqui não se falava de sushi


No sábado passado, voltámos a jantar num restaurante que já é dos nossos favoritos aqui na minha cidade, e do qual ainda não tinha falado. Chama-se Nikko e serve um dos melhores sushi que já provei. O melhor de tudo é que está no mesmo espaço de um dos melhores italianos aqui da terra (o Sale e Dolce), o que significa que podemos estar a jantar na sala do italiano com os amigos que não gostam de japonês, mas pedir sushi... ou jantar na sala do japonês, mas se nos apetecer um belo tiramisù de sobremesa, aí está ele!
De entrada, comemos uns maravilhosos crepes: de legumes japoneses e de camarão com alho francês. O chef fez-nos uma oferta de cortesia: sashimi de salmão com molho spicy. De seguida, para mim um mix de sushi de chorar por mais; o M. escolheu gyu niko (carne barrosã dop grelhada com flor de sal), acompanhado de yaki meshi (arroz salteado com legumes). Para terminar, um bolo de chocolate do outro mundo e uma tarte de maçã quentinha, com gelado de baunilha.

Não é de todo uma refeição económica, mas é sem dúvida de qualidade superior à média. Recomendo!

E vivam os posts agendados. Dão cá um jeitaço...

E nisto, estava eu mergulhada naqueles pensamentos menos bons...

... quando chega ele ao pé de mim com uma caneca de chá a fumegar, para que eu estivesse bem quentinha e aconchegada a ver a final do "The Biggest Loser".

That's why you're the best thing in my life.
You make it all worthwhile.

E é também por isso que tantas vezes tenho tanta pena de estar assim, de não ter as ideias no lugar, como ontem dizia o Capitão Microondas. Acredita que é mais forte do que eu. Mas tu mereces muito melhor do que isso.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Se calhar até era melhor ficar calada e quietinha

Mas não me apetece. Apetece-me chorar devagarinho, sei lá por quê, ou sei? Farta. Desalentada. Desanimada, cheia, cheia, cheia. Farta de tudo, sem paciência até para as coisas que me dão prazer. Problemas? Não sei se tenho, se calhar não, se calhar é mesmo só tristeza, não sei por quê, ou sei? Se calhar é só hoje. Apetece-me não ter este trabalho. Apetece-me acender de novo a minha centelha, fria e estéril há tempo demais. Apetece-me ter vontade de rir. Não tenho. Pensar em coisas boas, não penso. Viver longe, viver em paz, sossegada, sem stress. Dormir uma noite inteira sem sonhos estranhos, sem acordar trinta vezes, sem estar sempre semi-consciente. Apetece-me conseguir estar em ócio, descontrair, viver avidamente esses momentos. Apetece-me poder parar de lutar comigo mesma. A minha cabeça, hoje, está a mil rotações por segundo. Os pensamentos até se atropelam. E nenhum traz um sorriso com ele. Se calhar é só hoje...

Mad Men

Há tanto tempo que tinha em casa a primeira temporada de Mad Men, e sempre com preguiça para começar a ver... Ontem à tarde resolvemo-nos. E, volvidos apenas 4 episódios, já estamos presos ao enredo.
Considerações:
- Nunca vi tanto cigarro, toda a gente fuma nesta série.
- Percebo agora a febre Jon Hamm.
- É engraçado ver os paradigmas da nossa sociedade de hoje todos virados do avesso - 50 anos fazem de facto imensa diferença, cultural e sociologicamente falando.
- Os figurinos desta série são lindos. Em termos de moda, adorava ter nascido nesta altura.
- NY transpira glamour, seja em que época for, mas nas décadas de 50/60 era uma coisa por demais.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Do alheamento total


Estranho não ter pc em casa durante uma semana inteira e ter pouquíssimo tempo no escritório para utilizar na internet - não gosto nada da sensação de que estou a gazetar, e, francamente, não tenho tempo para.* Não escrever no blog (viva o agendamento de posts) nem poder visitar condignamente os blogs que sigo. É estranho! Cria-se um tal hábito que parece que nos falta alguma coisa... mas ao mesmo tempo é estranhamente libertador.

* salvo esta digníssima excepção e/ou lanches ou almoços à secretária, em que me permito uns ávidos minutos de lazer. :)

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Como sempre, ando deliciada com o Outono



Bem, não com a chuva, isso não. Abomino tempo chuvoso. Já o frio não me incomoda muito. Adoro roupas quentes, botas, chapéus, cachecóis, casacos. Adoro andar na rua com um belo sol a brilhar, bem agasalhada, a ver a respiração a condensar.

E, como sempre, já me estou a desviar do que aqui me trouxe hoje. Ando deliciada com o Outono e os seus frutos da época, os meus preferidos: as castanhas docinhas, os diospiros sumarentos, os figos pingo-de-mel, as peras bem gordas, as clementinas tão aromáticas... Que bem que me sabem!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Já se aproxima o Natal...

C:\Documents and Settings\spedro\Ambiente de traba

E prendinhas, já compraram? Então passem lá no estaminé da Maria e do gato. Há coisas giras, giras a leiloar.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

E eu...


... que até nem sou a maior fã do meu aniversário, que por algum motivo costumo andar de mau humor no meu aniversário, desiludida com o mundo - talvez porque nunca fui muito apologista dos dias em que "temos" de estar felizes e de bem com a vida, ou porque crio expectactivas que me saem sempre furadas nestes dias - , ontem mantive sempre um sorriso nos lábios, por me ter sentido amada, acarinhada, lembrada. Só tenho a dizer que as minhas pessoas são o mais importante do meu mundo.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Happy birthday me


Mais um. Venham muitos, é o que se quer.

domingo, 14 de novembro de 2010

Eu e as viagens #4


Não sou o género de pessoa que não quer voltar aos sítios onde já foi feliz. É muito bom ter a experiência do desconhecido, viver as coisas pela primeira vez, observar locais e costumes inéditos, ter recordações novas para colocar no baú. É, talvez, insuperável. Mas eu gosto, na verdade, de voltar aos lugares onde fui feliz. Não devo ter, nem tenho, a veleidade de querer que tudo o que lá vivi se repita. Gosto de ver tudo sob prismas diferentes, talvez menos do ponto de vista do turista e mais do nativo. Aproveitar os modos de vida de cada local e as experiências que daí posso retirar. Mas confesso que só o facto de estar novamente nesses lugares é o suficiente para me despertar um bem-estar supremo.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

É que depois o problema


É que, por mais boa vontade que tenha em perdoar quem me magoa, e guarde poucos ressentimentos de verdade nesta vida, a verdade é que me é muito complicado esquecer. Letting go.

Eu sou eu e as minhas circunstâncias


Já dizia Ortega y Gasset. A nossa essência é definida e integrada pelo que nos rodeia. Pela nossa educação, o nosso contexto social, a nossa estrutura familiar... Mas também, ao mesmo tempo, por outras nossas circunstâncias: os nossos vícios, as nossas manias, as nossas preferências, as nossas singularidades, as nossas idiossincrasias. Tudo isto faz parte do "eu".
E tem sido recorrente nos últimos tempos. Uma das coisas que mais detesto nesta vida: que as pessoas (aquelas que supostamente me são próximas, por um motivo ou outro) não pensem em mim, não dêem atenção às minhas necessidades ou aos meus gostos, por mais simples, fáceis, inofensivas e pequeninas que as coisas sejam, e façam comigo o oposto daquilo que faço com e por elas. Que me ignorem, porque nem lhes passa pela ideia dedicar um minuto do seu precioso tempo a pensar nos outros, no que os pode deixar contentes ou fulos da vida. Quando, felizmente, elas se podem gabar do preciso oposto.

Mood to start the day off


Hoje não estou para amar.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Por ter visto uma reportagem sobre lapidação na RTP África


... que muito apreciei, tomei contacto com este filme. Tenho de o arranjar de alguma maneira, quero muito vê-lo e acho que já não vai aparecer por cá no circuito comercial. Ainda por cima tem o Jim Caviezel - o que eu adoro este homem!

Eu e as viagens #3


Ao andar a explorar os meus álbuns de fotografias, constato que já visitei quatro dos continentes deste mundo em que vivemos. Um dia quero pisar o quinto.

Séries, séries, séries



O nosso Outono/Inverno costuma ser passado maioritariamente desta forma: quentinhos em casa, no sofá com uma manta, os gatos e alguma coisinha para morder. Os desvios à regra são: jantaradas (sempre muitas, graças a Deus), programas com amigas/os, idas ao cinema, aulas de dança e/ou noites dançantes. Bem, fazemos outras coisas, mas bottom line ficamos muitas vezes em casa na época mais fria do ano. E a nossa companhia tem sido cada vez mais as séries em detrimento dos filmes.

Estas duas acho que ainda não tinha mencionado aqui. A primeira temos seguido na Fox Life, e cada semana gosto mais da personagem da Julianna Margulies - uma rocha. E as séries de advogados sempre foram das minhas preferidas, wonder why.

A segunda, bem, depois de termos lido este post, o M. disse-me que tinha já há algum tempo o piloto para experimentarmos, mas que andava a dar prioridade às habituais. Só vos digo, depois de vermos o piloto ficámos automaticamente fãs. Já vamos no 7º episódio e ainda não perdeu a piada. Muito bom.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Do jogo de ontem

Que eu nem sequer vi, porque sinceramente aprendi a lição: foram anos que cheguem a "sofrer do coração" à conta do futebol. Claro que depois de saber o resultado já fui ver resumos, comentários, notícias e tudo o que mais venha. Porque este amor que se tem pelo clube não morre com a idade, não morre com o distanciamento. É inato e é inerente. Por tudo isto, pelo que fizeram ontem - que foi bonito de se ver, desportivamente falando, pelo que já me deram de alegrias nesta vida, digo alto e bom som: Bibó meu Porto!

E, dito isto, não pretendo vir para aqui com piadinhas à custa de quem perdeu e por isso sofre. Aliás, gente bem próxima a mim cujo cérebro não quero trincar com essas piadinhas. Mas vou partilhar com todos, portistas, benfiquistas e demais, este texto do MEC - ultimamente, sempre o MEC -, que demonstra a classe, o fair-play, o humor inigualável deste senhor, encarnado de coração. Visto aqui.

"Que estranho complexo leva o Porto a esforçar-se tanto? Que impede o Porto de ver o Benfica como uma equipa de futebol como qualquer outra? A humilhação não é perder por pouco ou muito - a humilhação é uma equipa que já está a ganhar por 3-0 jogar como se ainda tivesse de marcar mais três para não ficar mal vista. "

______________________________________

"O Benfica é como eu: vai ao Porto para não fazer nada e comer bem."

______________________________________

"A bancada portista dá os parabéns a Pinto da Costa. Tem razão. O Futebol Clube do Porto é, de longe, há muitos anos, não só o melhor clube português como o único que transcende Portugal.



Ser benfiquista é ser capaz de reconhecer as verdades sem deixar que elas nos perturbem o amor e a admiração pelo Benfica."
______________________________________

"Hulk marca o quinto golo. Nunca mais acaba o jogo. Só espero que o Benfica não tenha a deselegância de cair na foleirice de tentar marcar o "golo de honra". Qualquer golo do Benfica seria, neste contexto, tão patético como a sofreguidão portista de marcar três golos em cada parte.


Só falta um do Porto - mas cheira-me que o Porto não vai ser capaz.


Deve ser muito frustrante para ele."

______________________________________

"Acabou, graças a Deus! Nem o Benfica foi piroso ao ponto de marcar um golo de honra nem o Porto foi capaz de marcar o sexto.



Estiveram bem ambas as equipas. O Porto esforçou-se de mais - mas não o suficiente. O Benfica nem sequer fez um esforço - mas, mesmo assim, o Porto não conseguiu marcar seis.


Pela minha parte, passarei a pensar duas vezes antes do Público me convidar a comentar Portos-Benficas."

Dermite seborreica


Não é bonito, mas é o que eu tenho. Quinta-feira passada fui à dermatologista por causa do problema de descamação de que já tinha falado por aqui. E disse-me a senhora, de quem até gostei bastante, que o meu problema é dermite seborreica. Uma inflamação crónica na pele, exacerbada pelo stress, que causa desequilíbrio na gordura da epiderme e faz a descamação horrorosa que eu estava a sentir.

É engraçado que, depois de ela o ter dito, lembrei-me de este problema já me ter sido diagnosticado há muito anos. Mas tem andado tão controlado desde que foi tratado, que nem me lembrava mais que o tinha.

E pronto, agora é lavar a pele de manhã e à noite com um produto Uriage, usar de seguida uma emulsão da mesma marca, nos primeiros 8 dias usar um corticóide para resolver a situação mais aguda, e nos seguintes adoptar um hidratante especializado para este problema. Quanto ao champô, fiquei com o Kélual/Squanorm, que ela disse ser óptimo. O que é certo é que, ao fim de dois dias de tratamento, já sinto uma enorme diferença. Yay!

domingo, 7 de novembro de 2010

Estou práqui tão quentinha


Estendida no sofá com a minha super manta de pêlo, que era mesmo isto (^^) que me apetecia para um perfeito equilíbrio. Estou tão "desconsolada" hoje. À falta de melhor, vou fazer um bacalhau com natas e um leitinho creme com canela para a sobremesa.

... and old addictions.

Temos uma relação complicada. Confesso que sou um bocadinho agarrada. Às vezes prefiro evitar o mais possível, porque se começo a ver, é certo e sabido que vou ficar apanhadinha. Os reality shows.

E não é pelo elevado nível dos programas, pela temática subjacente a cada reality show. É pela parte do reality: eu acho estes programas interessantíssimos, acreditem-me ou não, de um ponto de vista sociológico.

Quem me conhece sabe que eu tenho uma grande vertente analítica. Está fora do meu controlo, eu bem tento dominar-me mas não consigo, é a minha veia "Lua em Virgem". Eu analiso tudo, as pessoas, as posturas, repasso conversas que tive, penso em como as minhas palavras podem ter sido interpretadas...

Daí que, ao ver reality shows, aquilo que me prende é a vertente sociológica. Perceber como as pessoas se relacionam, como interagem, quem é bitch e quem é genuinamente boa pessoa, como as pessoas são quando estão sozinhas ou à vontade, e como são quando estão em grupo. Pronto, acho fascinante.

E não estou a falar do Secret Story. Felizmente consegui não me "agarrar" a esse, porque não vi o início e então agora não apanho o fio à meada. (Mas confesso que, em passando por aquele certo canal, ainda lá fico um bom bocado até dar uma chapada em mim mesma e prosseguir o zapping).

Neste momento, e já há 2 ou 3 seasons, o meu vício é o The Biggest Loser. Eu sei que muita gente vê, inclusive gente deste mundo cruel que é a blogosfera, e que muito se fala sobre isto. E, no fundo, toda esta converseta era mesmo só para introduzir aquilo que realmente quero dizer: odeio aquela Vicky. Odeio, odeio, odeio. Má até ao tutano. Interesseira, só está ali pelo dinheiro. Nem por ter dois filhos em risco de adoptarem os maus vícios dos pais, nem por ser uma séria candidata, e bem assim o marido, a ter problemas de saúde potencialmente fatais. É mesmo pelo dinheiro. E pelo dinheiro é capaz das maiores maldades e manipulações. Ai, odeio. Odeio aquele sorriso shakesperiano, como dizia o outro.

sábado, 6 de novembro de 2010

New additions



Fotos retiradas da net.