domingo, 17 de janeiro de 2010

Últimas incursões cinematográficas


Sherlock Holmes: não quebrou minimamente as expectativas que eu tinha. Sempre gostei imenso dos filmes do Guy Ritchie que vi: "Lock, Stock and Two Smoking Barrels", "RocknRolla" e especialmente "Snatch". O Guy Ritchie é dos únicos cineastas que faz filmes extremamente violentos que eu consigo ver, enquanto ao mesmo tempo me arranca gargalhadas pelo humor negro que imprime. O Sherlock não foi excepção à regra. É um filme inteligente e activo, com um humor (negro, como habitualmente) que me agradou muito, uma história interessante e traz dois brindes, na minha humilde opinião: o Robert Downey Jr. e o Jude Law, que ainda por cima têm uma óptima química on role.


De vez em quando tenho imensa vontade de ver uma comédia romântica, com um humor leve e fácil, que não me faça pensar muito, que me faça acreditar que a vida é cor de rosa e azul bebé, que me faça sorrir e ficar de coração quente. Pronto, admito, muitas vezes me dá esta vontade. Não há é muitas que eu depois realmente goste, mas isso já é outra conversa. Esta - sobre os Morgans e como eles redescobriram o amor ao serem obrigados a go back to basics - é um exemplo de uma boa romcom. Apesar de não ser uma grande simpatizante do Hugh Grant, fartei-me de rir com o humor e fleuma tipicamente britânicos que são a imagem de marca dele e que resultaram lindamente neste contexto. E a SJP... acho-a um miminho, uma querida. Saí do cinema toda bem disposta.


Um filme muito mais alternativo que os dois anteriores, mas que me encheu igualmente as medidas. Uma história muito diferente sobre a liberdade vs. solidão, sobre as coisas que queremos da vida e sobre o quebrar inexorável das nossas barreiras internas a algum ponto da nossa vida. Pelo menos foi assim que o "li". O Georginho interpreta o Ryan Bingham de uma forma extremamente profunda, embora contida. Mas o final do filme blew me away. E recomendo.

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