sexta-feira, 28 de maio de 2010

O mundo...


... é um grandessíssimo fanfarrão. Há que encará-lo de frente, e talvez nos surpreendamos ao ver a fanfarronice encolher-se num grão de areia aos nossos pés.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Continuo obcecada (e desiludida) com o final do Lost

Mais uma excelente análise, para os interessados, aqui.*

*Visto aqui

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Your wish...

... is my command. :) Caixa pop-up já disponível para comentários. Só por curiosidade: é melhor a caixa do que os comentários na página? Confesso que nestas coisas sou um bocado trenga.

Está decidido.


Vou ficar como estou e lutar (continuar a lutar) para ser feliz na vida profissional que escolhi. Não era o meu caminho, e estava a olhar para ele pelo prisma errado. Espero.

Definições de comentários

Experimentei tirar a word verification e pôr a moderação de comentários. Só para ver como é. Ficam desde já notificadas para os devidos e legais efeitos.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Lost


Ontem eu é que fiquei lost com o final da série. Alerta: possível spoiler ahead - depende do vosso grau de conhecimento da série.

Confesso que me sinto bastante defraudada e desiludida. Nada que eu de certa forma já não esperasse, mas ainda assim... Se calhar tinha esperanças por um milagre.

Sinto-me defraudada porque acompanhei a série durante 6 anos, primeiro com muito entusiasmo, depois a meio perdi a paciência e já era o M. que me "obrigava" a ver, depois recuperei o gosto, mas o certo é que foram 6 anos de fidelidade. E, no final, fico com as mesmas dúvidas de sempre. A escotilha? O projecto Dharma? As viagens no tempo? Aquela maquininha que tinha de se estar sempre a ligar a cada x segundos? O Mr. Eko e todas as personagens que foram aparecendo ao longo das temporadas? O rapto do Walt? O Charles Widmore, que tinha tanto peso na história e, de repente, é esquecido? Tudo isto foi esquecido, e tanto que falta nomear? Bem, se eu continuasse...

Fico chateada porque acho um desrespeito por todos nós que conhecemos todas as seasons impingirem-nos um final deste tipo, fácil e indolor (para quem teve de o escrever). No limite, pareceu-me um final do género: "E bateram todos com a cabeça na mesinha de cabeceira e acordaram" ou como disse o Bart Simpson "End of "Lost": it was all the dog's dream".

Mas pronto, as horas passam e eu vou ficando mais conformada. O episódio em si foi giro e empolgante, como vários desta última temporada. Vou ter saudades do Jack e do Sawyer. E dos outros personagens também. Afinal, eram eles quem me prendia à trama. E não o inverso.

Para quem quiser ler uma boa análise do final de Lost, podem fazê-lo aqui.

Crossroads


Hoje apetece-me falar do meu trabalho. Porque estou numa espécie de encruzilhada, onde tenho de optar por um dos caminhos. Para fazer essa opção, e porque me tento convencer de que a própria vida nos oferece as respostas de que precisamos, tenho tentado ler os sinais que estão à minha volta.
O problema é que os sinais que leio são mistos, o que em nada me ajuda.
Esclarecendo: eu sou (era?) apaixonada pela minha profissão. Sempre me vi a fazer o que faço, desde que optei pela área de estudos que segui. Sempre fui elogiada no meu trabalho. Sei que sou competente e - não vou estar com falsas modéstias - acredito nas minhas capacidades, de que já dei provas durante toda uma vida. Acredito no meu papel na sociedade; sei que é uma profissão digna e valorosa (ao contrário de tanto que se diz, anedoticamente ou não, e da fama - ou infâmia - com que a minha classe está conotada).
Oiço os meus colegas mais velhos falarem com paixão daquilo que fizeram durante toda uma vida, e identifico-me. Quando ajudo uma pessoa, sinto-me feliz e realizada.
Por outro lado, odeio o desrespeito com que sou recorrentemente tratada no exercício do meu trabalho. Acima de tudo, pelos próprios clientes por quem, acredite-se ou não, suo a camisola. Apavora-me a instabilidade que sempre tive e continuo a ter ao nível financeiro, principalmente agora que tantas novas responsabilidades se avizinham. Sinto-me desmotivada muito frequentemente por tudo isto, e isso faz com que muitas vezes (senão todos os dias) não vá feliz para o trabalho. O que é um contra-senso em relação ao gosto que nutro pela essência do que faço.
A conjuntura em que vivemos não determina melhorias para breve. E aqui, somos chegados à tal encruzilhada.

Há algum tempo, soube de uma oportunidade de concorrer a um posto de trabalho na função pública. Claro que não é nada certo, trata-se de um concurso público (para o qual vou concorrer honestamente, como é evidente!), em que vai haver centenas, se não milhares (acredito) de candidatos para 300 e tal vagas. Para fazer um tipo de trabalho que seguramente não me vai apaixonar. Para auferir um ordenado fixo, nada de extraordinário certamente, mas ainda assim certo e fixo. Para ser colocada em parte ainda incerta deste país. E eu não sei o que hei-de fazer.
Não me apetece deixar de fazer aquilo que gosto. Apetece-me não ter de me preocupar com o nosso sustento, com o sustento do filho que queremos ter, com o pagamento das contas e obrigações. Não me apetece investir tanto do meu tão escasso tempo, que não me chega para as tarefas que tenho em mãos, num estudo apressado para fazer meia dúzia de exames que não sei se me levarão a bom porto. Apetece-me continuar a ser profissional liberal, com toda a autonomia que isso acarreta. Não me apetece chatear-me tanto e tantas vezes.

Olhem, não sei que diga, não sei que pense, não sei que faça.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Ai, ai...


Porque será que eu acho sempre tão pobretanas (seja de espírito, seja de outras coisas) as nossas galas nacionais em comparação com outras, tão glamourosas e estimulantes?... *revira os olhos*

Não tive muito tempo para ver a gala dos Globos de Ouro, e francamente não reparei bem nos vestidos*, pelo que vou acompanhandos os do's e don't's pelos blogues que sigo. Mas tenho uma coisa para dizer. Quem deu o voto de confiança à Bárbara Guimarães para ser anfitriã destas coisas, assinando por baixo da graça, espírito e desenvoltura da menina, devia estar bêbedo. E quem lhe (des)penteou ontem o cabelo, devia estar em pré-coma alcoólico.

* Tirando o modelito esfarrapado da Cláudia Vieira, que até me caiu no goto na parte de cima, mas a saia parecia que tinha ficado presa num paper shredder. Ah, e o modelito flower power da Rita Ferro Rodrigues, pavoroso. Mas... um thumbs up à Vanessa Oliveira pela parte de cima do seu vestido, que a parte de baixo também não vi. Os restantes, ou não vi, ou me foram completamente indiferentes, de tão insossos.

Adoro #6




Vestidos de noiva curtos, com ar de anos 50. Aliás, soubesse eu o que sei hoje... hehehe. Não que não adore o meu vestido, mas teria sido tão prático, e tão a minha cara, usar um vestido curto... Estes da Rosa Clará são simplesmente divinais (para mim, claro). Os dois primeiros são da colecção de 2011 (fotos roubadas à minha querida Veeny), o terceiro da de 2010, se não estou em erro.

sábado, 22 de maio de 2010

O apetite ficou aberto...


... para a próxima temporada. Os dois episódios da Season's Finale da Anatomia de Grey foram tudo de bom. Major heart rate increase.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Adoro #5


Incenso. De vários aromas e com vários fins. Mas o meu preferido é mesmo o Nag Champa azul.

Mad... pela vida.


Quero isto para mim.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

E já que se fala em sexo...


... hoje ouvi uma coisa interessante, na rubrica da Antena3 "A Hora do Sexo". (Só um parêntesis para dizer que adooooooro o Quintino Aires, concordo quase sempre com as análises dele sobre sentimentos e relações, é moderno e nada preconceituoso em relação aos temas da sexualidade)
Uma rapariga escreveu-lhes com uma questão que se relacionava com o facto de estar interessada num rapaz, mas achava que ele se queria envolver fisicamente com ela e ela, em vez disso, pretendia um relacionamento primeiro e só depois dar azo a um envolvimento físico.
O Quintino e a Raquel Bulha conversaram uns minutos sobre esse assunto, e a análise do Quintino foi que não existe mal nenhum em começar um relacionamento pelo envolvimento físico, deixando-o desenvolver, ou não, para sentimentos mais sólidos, para um namoro.
Atenção: ele não quis dizer que se deve ser promíscuo e dar asas a todos os impulsos que a libido ditar. Apenas considerou que muitas vezes as relações começam - por força das restrições morais - por uma espécie de abstinência, em que as pessoas impõem não "ultrapassar determinados limites até x altura", tentando vincular a outra parte a um relacionamento formal para depois deixarem a parte física adquirir o seu lugar. Na opinião do psicólogo, muitas vezes este procedimento acaba por minar o relacionamento mais do que ajudá-lo a progredir, porque quando as pessoas chegam à parte física acabam por não se identificar e nessa vertente acaba por surgir o desinteresse de uma das partes (mais frequentemente da parte da mulher), que passa por ter pouca apetência sexual, etc.

Ora, eu apesar de não retirar alguma razão a esta argumentação - pode acontecer, como é óbvio - e de não ser radical nem preconceituosa de forma alguma quanto ao relacionamento carnal entre as pessoas (porque acho que muitas vezes a atracção física é mesmo o catalisador de tudo), também entendo que o contrário é igualmente válido. Verifico que, a grande maioria das vezes, nos relacionamentos acaba por existir uma perda de interesse ou motivação no que se refere à vida íntima do casal por parte da mulher, porque emocionalmente e psicologicamente não está a ser estimulada. Ou seja, porque se desapaixonou, sem o saber e aos pouquinhos, pela pessoa com quem está, porque a pessoa não a estimula com os gestos de amor ou com a química psicológica que havia no início... E eu acho que, nas mulheres, quando isto não funciona, o resto também não funciona.
Não sou fechada ao facto de uma relação ter início pela parte física e depois se desenvolver naturalmente para outras emoções e outros apelos; mas também não sou avessa à constatação de que, muitas vezes, se o parceiro não for de facto a pessoa por quem (pensamos que) nos apaixonamos, se se perder a tal química, o resto - que é uma parte fundamental de qualquer relação - vai por água abaixo.
É um tema interessante, não é?

Parecendo que não...


... é mesmo um bom conselho.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

E que bem...


...que isto ia agora. Uma boa meia dúzia! Dieting sucks.

É por estas e por outras que eu gosto do Pingo Doce.


Lá fui eu toda esbaforida na hora de almoço ao referido hipermercado, porque me tinha acabado o detergente da roupa. Aproveitei para comprar este que coloquei em cima, pois tinha lido uma crítica bastante favorável por parte da Miss Star Pink a respeito do cheirinho do produto. Chego à caixa e a senhora, simpaticíssima, alerta-me para o facto de que o detergente está em promoção e que posso ir buscar outra caixa igual, pagando apenas uma!

E pronto, fiquei toda contente.

Adoro #4


O meu maravilhoso, branquinho, fofinho e confortável roupão da Ikea. É mesmo um bálsamo sair do banho e enroscar-me nele.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Não...


... desculpas não peço, mas passei muito tempo (e ainda passo) a justificar-me perante os outros e perante mim própria. Essa relação nunca poderia ter redundado em nada decente, em nada que qualquer um dos dois merecesse. E, no entanto, durou tanto. A culpa - ou a responsabilidade, atribuo-a à cegueira transitória que acho que acomete tanta gente que anda à procura de um bem maior. Àquela inércia e insensibilidade que entorpece a nossa mente, que passa a debitar em loop que ali é que estamos bem, que o que é desconfortável é sair dali.
Mas o dia chega sempre, esse dia em que o pensamento engatilhado se solta, e nós percebemos que estamos a sobreviver, a sufocar, a definhar num amor que não é. Já não é, se algum dia o foi. E aí só nos resta partir ou ignorar mais esse chamado. Eu parti. E parti-o. Sei que o parti, mas também sei que foi pelo melhor dos motivos. Lá estou eu a justificar-me, é mais forte do que eu.
Depois disto, chega o lamento de se ter dado tanto para trazer tão pouco (nada). Enquanto o equilíbrio não retorna, vem o lamento de tamanha ingratidão por tudo o que de nós foi dado e nunca mais será devolvido nem substituído.
Hoje, apesar de tudo, de (ainda) magoar essa ingratidão e toda a incompreensão, sei porém que, não fosse tudo o que tenho para trás, hoje com quase toda a certeza não estaria aqui. Não teria a pessoa que tenho ao meu lado, a vida ter-nos-ia levado provavelmente por caminhos diferentes, para longe um do outro.
E por isso é que creio (quero crer) neste determinismo, que valida o meu presente. Porque de outro modo sentir-me-ia esvaziada de tanta coisa que dei de coração - porque acredito profundamente que o amor, ou o que pensamos ser o amor, só se alimenta da dádiva mútua - a quem tão pouco me soube dar de volta. Esvaziada e sem qualquer contrapartida.

Eu QUERO...


...TANTO que a Lexie e o Mark voltem a ficar juntos! Fingers crossed, fingers crossed, e que o episódio desta semana venha rapidinho!!!

P.S. E já agora, que ela volte a ser morena... A rapariga é linda de qualquer maneira, mas o cabelo escuro fica-lhe tão mais natural!

Na minha mesinha de cabeceira (#8)


Desde Sábado que estou a desbravar este território. Quanto ao "A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo", muito bom. Algumas partes foram para mim relativamente previsíveis, mas adorei a história. Eu sou vidrada em policiais e mistérios, portanto...

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Robin Hood


O nosso filme do fim de semana. Gostei muito, o Ridley Scott raramente desilude. Achei o filme com bastante humor, as batalhas muito bem feitas, enfim... aparte alguns excertos demasiado romanticóides para o meu gosto, dou nota alta!

E devo dizer que, apesar de o Russell Crowe nunca ter sido muito a minha cena, it's pretty damn sexy ver um durão de picareta em punho a galopar selvaticamente ao ataque numa praia do sul de Inglaterra. Não parece quando descrito, mas é. Como dizia a Elite, bye bye Kevin Costner, hellooooooo Russell Crowe.

Day 20 - Your favourite song at this time last year

Há um ano atrás, eu estava muito into Rita Redshoes. Gosto muito desta:



E assim se acaba este desafio! Gostei muito, achei interessante revelar estes bocadinhos de mim, a minha paixão pela música que não acaba nunca, e ver as vossas próprias escolhas e aquilo que elas dizem acerca de vocês!

domingo, 16 de maio de 2010

O nosso novo companheirinho






Pois é, temos um novo membro na família! Já cá vive há quase 3 semanas, é um grande comilão e cresce desmesuradamente! Como não sabíamos se a Anouk o iria aceitar bem, visto que ela é mázinha e bastante mimada, guardei a novidade até agora. As coisas parecem-me melhores entre eles, já vão brincando, embora a maior parte do tempo a brincadeira consista na Anouk a dar patadas supersónicas ao pequenino, que até tomba. Mas eles lá se vão entendendo...

Quanto ao nome dele, é (foi) o pomo da discórdia. Depois de milhentos nomes sugeridos por mim, e outros tantos sugeridos pelo M., sem que chegássemos a nenhuma conclusão de comum acordo, eu capitulei e ficou um nome sugerido pelo M.: Sushi. Para mim é nome de comida (uma das minhas preferidas, mas enfim, é COMIDA), mas pronto. A minha imaginação já se esgotou, o M. gosta, o gatinho precisa de um nome. E o dono baptizou-o: Sushi. Sushi it is.

Day 19 - A song that makes you laugh



Os Marretas sempre me fizeram rir a bandeiras despregadas, mas esta... é um clássico. Até a tenho como toque para a minha família no telemóvel. Não lhe resisto!

sábado, 15 de maio de 2010

Passing it along

Decidi contribuir para a passagem desta mensagem, porque acho extremamente inspiradora e meritória a postura de vida da Maria. Eu sigo atentamente o blog dela, gosto de a ler, rio-me com ela e acho-a muito inteligente e sharp-minded (não creio que a palavra exista, nem sequer em inglês, mas é perfeita para a definir). Em suma: a Maria tem um plano, tem um sonho, tem uma ambição e um objectivo. Pede colaboração. Aqui encontrar-se-á mais informação.

Por mim, estou já a torcer.

Day 18 - A song that you want to play at your funeral

Acho esta parte do desafio um pouco tétrica. Não gosto de pensar nisso e acho que não se deve pensar nisso. Mas já que o desafio me é colocado, aproveito então para mandar recado à B. :), que foi o meu braço direito na cerimónia do casamento, e certamente o seria em caso do meu desaparecimento, na organização da cerimónia.

Eu gostava que no meu funeral só se ouvisse e respirasse Taizé. Por tudo aquilo que a comunidade é e que simboliza para mim, como já expliquei aqui.

Aqui ficam alguns exemplos que acho que seriam apropriados:

Mon âme se repose en paix sur Dieu seul: de Lui vient mon salut.


Seigneur, tu gardes mon âme; O Dieu, tu connais mon coeur. Conduis-moi sur le chemin d'éternité, conduis-moi sur le chemin d'éternité.


El alma que anda en amor, ni cansa, ni se cansa.


Jésus le Christ, lumière intérieure, ne laisse pas mes ténèbres me parler; Jésus le Christ, lumière intérieure, donne-moi d'accueillir ton amour.


Não vejo melhor forma de terminar em paz a minha estadia neste mundo. Mas, como já, disse, não gosto de pensar nisso... :)

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Blabbermouth


Muito me entristece, mas sou um bocado. Falo demais. Às vezes arrependo-me... Não tenho grande filtro no que respeita às coisas que digo. Não em qualidade, mas em quantidade. A ver se me explico: às vezes dou por mim a contar uma coisa a uma pessoa e arrependo-me instantaneamente, porque faço da minha vida um pouco "livro aberto" e isso desprotege-me dos pensamentos e dos cochichos de terceiros. Outras estou a partilhar uma insegurança ou uma dúvida profissional e arrependo-me, porque isso faz de mim "uma insegura" ou "uma inexperiente", quando são pensamentos que nos assolam a todos, mas alguns de nós sabem escondê-los melhor e criar uma imagem inatingível. Outras ainda, se ando preocupada com alguma coisa, torna-se para mim muito difícil esconder, porque sou transparente e se puxam por mim...

É mais uma das minhas lutas. Pensar bem antes de falar. E manter algumas coisas só para mim e para aqueles que me são (mesmo) próximos, ou que considero fiáveis.

Day 17 - A song that you want to play at your wedding

Ora bem, esse mega acontecimento já foi quase há um ano... Mas aqui fica uma que cheguei a pensar em incluir no meu dia, e não chegou a acontecer. O verdadeiro Hino ao amor, apoteótico e desesperado, como se quer. Faz-me chorar, a estrofe final. Sou uma romântica incurável. :)

Hymne à l'amour

Le ciel bleu sur nous peut s'effondrer
Et la terre peut bien s'écrouler
Peu m'importe si tu m'aimes
Je me fous du monde entier
Tant qu'l'amour inond'ra mes matins
Tant que mon corps frémira sous tes mains
Peu m'importe les problèmes
Mon amour puisque tu m'aimes

J'irais jusqu'au bout du monde
Je me ferais teindre en blonde
Si tu me le demandais
J'irais décrocher la lune
J'irais voler la fortune
Si tu me le demandais

Je renierais ma patrie
Je renierais mes amis
Si tu me le demandais
On peut bien rire de moi
Je ferais n'importe quoi
Si tu me le demandais

Si un jour la vie t'arrache à moi
Si tu meurs que tu sois loin de moi
Peu m'importe si tu m'aimes
Car moi je mourrais aussi
Nous aurons pour nous l'éternité
Dans le bleu de toute l'immensité
Dans le ciel plus de problèmes
Mon amour crois-tu qu'on s'aime
Dieu réunit ceux qui s'aiment

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Adoro #3


A minha cabeleireira. É a maior. A mais querida. Então vejam lá que a R., ao ver-me um bocado atrapalhada porque nunca consigo ter o cabelo lisinho - é sempre esta coisa meio selvagem -, e por outro lado não tenho jeitinho nenhum para o arranjar sozinha, ofereceu-se logo para me emprestar uma das placas de alisamento dela!? E insistiu, insistiu até eu perder a vergonha e aceitar. E ainda me deu uma boa quantidade de termo-protector para eu não queimar o meu cabelinho todo. Uma querida, é o que eu vos digo.

Sempre que hoje não dê...


...ter coragem para o amanhã.

Day 16 - A song that you listen to when you're sad

O Jason Mraz deixa-me sempre up, não sei porquê. Fica uma das minhas favoritas:

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Supermulher.


Porque hoje em dia todas temos que o ser, ou queremos sê-lo. Porque toda a mulher aspira a ser a melhor profissional, a melhor mãe, a melhor amante, a melhor filha, a melhor amiga, a mulher mais bonita, mais inteligente, mais elegante.
Mas hoje, por um motivo especial. Eu já sou uma privilegiada por me encontrar rodeada de supermulheres. Mulheres fortes, bonitas, íntegras, lutadoras. A quem tenho a sorte de chamar mãe, mana, amiga. Por isso, este post e esta música podiam muito bem ser dedicados a qualquer uma delas: à minha mãe, à minha irmã, à B., à N., à L., à V., a todas as minhas amigas, a todas vocês que me lêem.
Mas hoje, pelo motivo e pelas circunstâncias, este post é dedicado à minha amiga C.. A minha amiga de sempre, de 16 anos de vivências em comum. Porque ela É uma supermulher. Ela É uma supermãe. E eu quero que ela o saiba.

This cannot be a good thing.


Such big decisions to make, and such tiny balls to face them with.

Day 15 - A song that you listen to when you're happy


Quando estou feliz, gosto de ouvir Jack Johnson. Esta em especial.

Can't you see that it's just raining
Ain't no need to go outside...
But baby, you hardly even notice
When I try to show you this
Song is meant to keep ya
From doing what you're supposed to
Like waking up too early
Maybe we can sleep in
I'll make you banana pancakes
Pretend like it's the weekend now

And we could pretend it all the time
Can't you see that it's just raining
Ain't no need to go outside

But just maybe, laka ukulele
Mommy made a baby
Really don't mind the breakfast
'cause you're my little lady
Lady lady love me
'cause I love to lay here lazy
We could close the curtains
Pretend like there's no world outside

And we could pretend it all the time
Can't you see that it's just raining
Ain't no need to go outside
Ain't no need ain't no need Mmmm MMmmm
Can't you see can't you see
Rain all day
And I don't mind.

The telephone is singing
Ringing it's too early
Don't pick it up
We don't need to we got everything
We need right here
And everything we need is enough
Just so easy
When the whole world fits inside of your arms
Don't really need to pay attention to the alarm
Wake up slow, yeah wake up slow
You hardly even notice
When I try to show you this
Song is meant to keep ya
From doing what your supposed to
Like waking up too early
Maybe we can sleep in
I'll make you banana pancakes
Pretend like it's the weekend now

And we could pretend it all the time
Can't you see that it's just raining
Ain't no need to go outside
Ain't no need, ain't no need
Rain all day and I really really really don't mind
Can't you see can't you see,
You gotta wake up slow

terça-feira, 11 de maio de 2010

Mais um domingo cinéfilo

Primeiro, Edge of Darkness. Basicamente, a filha do Mel Gibson é assassinada em circunstâncias suspeitas, à porta de casa e na presença do pai. O filme anda à volta da investigação que este decide intentar, por conta própria, no sentido de descobrir o porquê e os mentores da morte da filha. É um bom filme de suspense, no sentido de entretenimento, mas não achei o argumento assim nenhuma pérola. Havia partes até bastante previsíveis, no meu entender.


Finalmente, vi este filme que já tinha há séculos agendado nos must see. Confesso que achei algumas partes bastante paradotas, mas no geral gostei muito! Eu deliro com tudo o que seja de época, histórico, and soion and soion. Este não fugiu à regra. Adorei a visão da Sofia Coppola, como aliás sempre acontece. E achei a banda sonora um dos pontos mais altos do cômputo geral. Devo também fazer o apontamento final de que o M. ficou muito desiludido por não ver cabeças a rolar. Na opinião do meu exmo. marido, faltou assim um apontamentozinho mais gore.


Por fim, este "The Lovely Bones". Não sei o que esperava, mas decididamente não tive o que esperava. Gostei da história, mas em momento algum fui surpreendida (devo culpar o marketing do filme nos cinemas?). Os actores muito bem - um aplauso especial para o meu sempre favorito Stanley Tucci. No geral, o filme é bom. Mas não fabuloso.

No rescaldo de um mês de dieta


Tive ontem a minha consulta de um mês. Muito satisfatório, embora não perfeito, o resultado foi o seguinte:

- 3 kgs a menos (idealmente, teria perdido 4 kgs);
- 0 cms a menos na cintura (factos ambos a que a nutricionista graciosamente atribuiu a justificação de eu estar naquela altura do mês em que somos todas magras e bem dispostas);
- 2 cms a menos na anca;
- 3% de massa gorda a menos;
- tensão arterial impec;
- apenas 1l a menos de água no organismo;
- celulite melhor (ainda não ok, mas quase).

Ou seja, parabéns a mim! E isto com tanta preguiça e tanta facadinha no regime, à força de jantares e aniversários... Correu-me bem!

Este mês vai-se manter o programa. Ela considerou adequado a mais uma fase da dieta. Ao fim de um mês, logo se verá!

Day 14 - A song that you listen to when you're angry

Por acaso actualmente não sei onde tenho estes álbuns (provavelmente emprestei-os, é o costume ahaha), mas são mais dois que quase ficaram gastos, nos meus tempos mais rebeldes. Quando zangada e a precisar de libertar adrenalina, fico dividida entre estas duas bandas:

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Já fui tão feliz em... #6












... Londres. Junho de 2009.

Day 13 - A song from your favourite album


Não sei se é o meu álbum preferido, mas acho que gastei a cassette (ainda foi no tempo das cassetes, OMG!) de tanto ouvir.

domingo, 9 de maio de 2010

Day 12 - A song that describes you



Je n'ai pas d'excuse,
C'est inexplicable,
Même inexorable,
C'est pas pour l'extase, c'est que l'existence,
Sans un peu d'extrême, est inacceptable,

Je suis excessive,
J'aime quand ça désaxe,
Quand tout accélère,
Moi je reste relaxe
Je suis excessive,
Quand tout explose,
Quand la vie s'exhibe,
C'est une transe exquise

Y'en a que ça excède, d'autres que ça vexe,
Y'en a qui exigent que je revienne dans l'axe,
Y'en a qui s'exclament que c'est un complexe,
Y'en a qui s'excitent avec tous ces "X" dans le texte

Je suis excessive,
J'aime quand ça désaxe,
Quand tout accélère,
Moi je reste relaxe
Je suis excessive,
Quand tout explose,
Quand la vie s'exhibe,
C'est une transe exquise, (ouais).

Je suis excessive,
J'aime quand ça désaxe,
Quand tout exagère,
Moi je reste relaxe
Je suis excessive,
Excessivement gaie, excessivement triste,
C'est là que j'existe.
Mmmm, pas d'excuse ! Pas d'excuse !

L'excessive, Carla Bruni

sábado, 8 de maio de 2010

Day 11 - A song that no one would expect you to love


Pois é... eu gosto dos Il Divo. Não sei explicar, a não ser com a verdade. Corria o ano de 2004, e na SIC Mulher passavam uns videozinhos de música entre as séries. Foi assim que, pela primeira vez, tomei contacto com os Il Divo. Nunca me senti minimamente atraída por este género de música, mas engracei com os mocinhos (que de um modo geral não são feiitos, diga-se de passagem). Uns meses mais tarde, antes de ir de férias, decidi comprar o álbum deles, o primeiro a ser editado. E aí, digo-o sem vergonha, apaixonei-me. Porque estava numa fase algo frágil emocionalmente e as músicas românticas me agarraram... Porque percebi que eles eram musicalmente dotados... Bom, fiquei viciada. Desde então, já os vi em concerto duas vezes (em Paris e em Lisboa) e atesto que é um espectáculo muito interessante. Não gosto de todas as músicas, embirro especialmente com algumas versões (tipo Mariah Carey ou Céline Dion). Tenho os álbuns todos que foram editados - ou tinha, porque entretanto os ofereci à minha sogra. É, esmoreceu o entusiasmo. Mas hoje, ao pesquisar uma música para pôr aqui, apercebi-me que até tenho saudaditas.

Fiquei fã!


Vi pela primeira vez ontem à noite e fiquei fã. Ri bastante, achei-os despretensiosos e fiquei interessada em ver mais.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Day 10 - A song from your favorite band

A banda que foi a minha favorita pelo mais longo período de tempo (que raio de início de frase) é... The Doors. Mega pancada durante toda a adolescência e parte da vida adulta. Agora mais moderada, mais adormecida, mas continua cá!


Hoje em dia gosto muito dos Muse, e tenho saudades destes tempos.

Noutro registo, adoro os Pink Martini.


E podia ficar aqui toda a noite...

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Day 9 - A song that makes you fall asleep

Palavra de honra que não me ocorre nenhuma música que me faça adormecer. Por norma, a música tem em mim o efeito diametralmente oposto... Mas vá, pensemos numa música relaxante, no final de uma aula de yoga, durante o relaxamento... Aí, talvez.

Ontem - parte II



Recebê-lo em casa e em troca ganhar um grande beijo.

Perceber que ele é, de facto, o amor da nossa vida.

Comer uma refeição deliciosa (a desenvolver num próximo post) e pensar no maravilhoso que é gozar os prazeres desta vida.

Ver um mau filme encostadinha ao conforto do ombro dele.

Adormecer em três tempos, sem ter tempo para pensar no dia de amanhã. O dia de hoje.

Ontem - parte I



Ter um dia muito mau.

Esgotar-se de lamentos pelo mau dia que se tem.

Fazer um esforço para pensar de outra forma.

Relembrar coisas que leu en passant durante o dia: ser optimista, pensar que tudo tem solução, pensar que nenhum trabalho é perfeito, e que simplesmente temos de o fazer.

Criar um mantra de todos esses retalhos de bom senso e repeti-lo até à exaustão.

Mudar um pouco de disposição e sentir que amanhã é um novo dia.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A fine line



Gosto de ironia. Em pequenas doses. Sem malícia. Tempera uma piada, ajuda a verbalizar alguns pensamentos mais difíceis de dizer directamente.

Abomino sarcasmo, troça e desdém.

And it's such a fine line, my friends. Such a fine line.

Lá se foram os meus vídeos

Não percebo nada disto... há pouco viam-se os vídeos do post anterior, agora não se vê nadinha.

For the record:

- La Bomba - Ricky Martin
- Abrazame - Tamara
- Pasión - Rodrigo Leão
- Nowhere fast - OST Streets of Fire

:(
EDIT: Já percebi. Quando o youtube está em baixo, fico sem vídeos. Crap.

Days 7 and 8 - A song that reminds you of a certain event and a song that you can dance to

Visto que ontem não tive tempo para responder ao desafio, hoje vai mesmo o 2 em 1...

Esta música lembra-me, obviamente, o meu casamento. Muitas das minhas (poucas lol) seguidoras já a conhecem, porque as fui "massacrando" ao longo dos meus preparativos. Mas para quem não conheça, foi ao som desta música que dançámos uma valsa lindamente coreografada - não tão perfeita como a do vídeo mas, não fosse o vestido, não teríamos ficado muito atrás. :) Foi um momento muito importante para mim, porque tenho a paixão que toda a gente já conhece pela dança, porque tinha lá a minha família e amigos mais chegados e queria dançar para e por eles. Fica o link para o vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=X3CyNlGfl0E

Quanto à song that I can dance to, não me peçam para me limitar a uma! A lista é infindável, ficam alguns exemplos... (Edit: Ver post acima)

Uma salsa irresistível

Uma rumba sofrida :)

Um tango apaixonado

Este clássico :)

E tanta, tanta coisa!

terça-feira, 4 de maio de 2010

E já só falta um mês...


Up


Foi a nossa sessão de cinema de domingo à noite. A animação era simplesmente genial, havia muitos momentos engraçados - mesmo cómicos - , a banda sonora é magnífica. Mais: fiquei terrivelmente apaixonada pela doçura deste filme (adorei a história de amor do Carl e da Ellie), acho que se tornou o meu filme de animação favorito!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Day 6 - A song that reminds you of somewhere



Eu sei que é horrível... mas acho que foi a música que mais vezes ouvi na vida! Ok, exagero, mas quando estive em S. Petersburgo a Rússia tinha acabado de ganhar o Festival da Eurovisão com esta cantiguinha. Então, o orgulho nacional fazia com que se ouvisse em TODO O LADO, a TODA A HORA. Sempre que a oiço me lembro desses dias em S. Petersburgo.

Na minha mesinha de cabeceira (#7)


Estou a adorar este livro, já tinha gostado imenso da primeira história da trilogia Millenium. Mistério, emoções fortes, não falta cá nada.