sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Último dia do ano

Levantei-me [mais tarde que o habitual], recebi uma massagem, conversei, relaxei. Ia ficar em casa esta noite, mas entretanto fui convidada para jantar em casa de um casal amigo, e vou. Só serve para [de novo] mostrar que aquilo que imaginamos, muitas vezes, acontece em modo diferente, e muitas vezes, melhor.

Feliz 2011 para todos/as.

E que melhor maneira de terminar o ano...

... do que com a notícia de que nasceu o Tomás, filhote da minha amiga N.? Segundo o pai (babadão), nasceu cheio de vigor e de apetite... e correu tudo bem e como se quer.

Eu, como sempre, estou felicíssima por acolher mais um "sobrinho", e fico também muito feliz pela mamã, que teve um ano muito difícil mas que terminou com chave de ouro.

Que o Tomás seja o prenúncio de um 2011 cheio de luz e dos melhores sentimentos!

Até sempre 2008, 2009, 2010

Sem saber como, ela deu por si naquela gruta escura. Estranho. Havia pouco, caminhava alegremente no prado verde, dando graças pelo Sol que havia aparecido após tanto tempo de intempérie e lhe aquecia a pele, e lhe transformava a existência num prazer desmedido.
Que buraco lhe teria escapado? Não o sabia. Apenas constatava que se encontrava naquele lugar frio e cinzento. Começou a andar, tinha medo, urgia escapar-se dali o mais depressa possível e voltar a encontrar os raios do seu Sol.
Andou durante muito tempo, muito tempo, até se aperceber que a gruta era, na verdade, labiríntica. Estava cansada. Pareceu-lhe estar muito longe já do sítio onde havia começado a andar. Pareceu-lhe que continuava a descer para o centro da Terra, porque cada vez tinha mais frio, o ar estava mais húmido, e cada vez a luz era menor.
Decidiu-se a não desistir enquanto não encontrasse a saída. Mas sentia que estava fraca. Tropeçava no escuro. As pernas tremiam e fraquejavam, mas ela não tinha vontade de ceder à estranheza da situação. Ela tinha a certeza que era ela quem estava a falhar, que algo lhe estava a escapar, que tinha errado uma qualquer curva.
De vez em quando, reateava-se um lampejo de esperança e fé nela, achando que tinha visto lá ao fundo um raio do seu Sol a espreitar por entre a obscuridade. Sim, porque ele estava lá fora, quente e brilhante, não se parecendo aperceber de que ela estava completamente perdida, sozinha. Mas acabava sempre por ser apenas uma ilusão, e ela voltava rapidamente a encontrar-se no frio e no escuro.
Quando ela se achou num vácuo sem saída à vista, pensou: cheguei ao fundo. Não tenho portas. Não tenho janelas. Não tenho como sair daqui. E acometeu-se de choro, e caiu, e chorou mesmo até ficar esgotada.
Nesse momento, em que se encontrava meio entorpecida pelo cansaço, pelo frio e pelo desespero, ouviu um sussurro que lhe dizia: Levanta-te, vá. Levanta-te. Tu tens um caminho a percorrer, nada é intransponível, as coisas são apenas aquilo que são. E percebeu: só tinha de voltar para trás e fazer o caminho inverso. Decidiu-se, e levantou-se.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Look de Passagem de Ano

Não é por não ir a lado nenhum que tenho de passar o Ano de pijama, não é? Pois vou vestir este vestidinho que a mana me ofereceu pelo Natal (a foto não é grande coisa, que não é, mas asseguro que na mão é lindo, e no corpo também).
Vai ser conjugado com umas meias pretas opacas, sapatinho alto peep toe (ou preto ou purple - da cor da parte de cima e em verniz -, ainda não sei), brincos pendentes pretos e pulseira a combinar. Simples, mas é como eu gosto.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

É a síndrome de Sansão, mas ao contrário,

Cortei o cabelo. Que se lixe, vou gritar, CORTEI O CABELO!!!!!!! Já não é novidade para as minhas pessoas, porque já lá vão precisamente 11 dias desde que o cortei, mas continuo eufórica com isso. Nos primeiros dois dias não gostei lá muito, estava um bocado esquisito...* Mas desde a primeira lavagem caseira nunca mais tive um bad hair day, sinto-me renovada, mais bonita, mais alegre, mais sexy (ahahaha)... quer concordem comigo ou não. Estou pouco me marimbando. Aliás, arrisco até dizer que com o cabelo curto voltou de imediato 50% da minha velha personalidade.

Eu sei, eu sei, tenho um cabelo bom, forte, com uma cor bonita... Não vou estar cá com coisas, até porque enquanto o tive comprido houve alturas em que me senti bem orgulhosa da qualidade dele. Mas a verdade é que ele precisa de muita manutenção, muitos cuidados, ser esticado, crescer com o formato xpto para ganhar peso, etc. etc. etc. e isso simplesmente não sou eu. Eu preciso de liberdade, praticidade, irreverência. Acho que nunca mais vou cortar à Joãozinho como durante tantos anos usei, e será sempre um curto mitigado, mas... O facto é que adoro o meu cabelo [mais] curto e isso ninguém me tira!

*Aliás, B., aquela foto do nosso almoço no FB está muito bem, toda a gente muito bonita, excepto eu, o verdadeiro cromo com o meu cabelinho acabadinho de cortar, mas muito esquiso nesse dia.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Fascinei com este último "The Good Wife"

O Eli Gold é a última coca-cola do deserto. One in a million, que peça. Grande Alan Cumming.

Ainda há gente séria neste mundo

Em Fevereiro passado, quando estivemos em Andorra, o M. ofereceu-me, à laia de prenda de aniversário de namoro, umas luvas de snowboard. Usadas no dia seguinte, as ditas de imediato ficaram descosidas num dedo, sendo certo que nada lhes aconteceu para justificar esse problema. Defeito de fabrico, portanto.

Fomos logo reclamar à loja, onde nos foi dito para escolhermos outras para substituir as luvas estragadas. O problema era que não havia outro par igual, e eu não queria umas de qualidade inferior. Não nos quiseram devolver o dinheiro, e a marca não iria mais repor stocks nessa colecção. Assim, eu teria de voltar a Andorra este ano para ir buscar umas luvas da nova colecção.

Depois de muita discussão (porque, como é óbvio, eu não tendo planos para voltar a Andorra este ano - até parece que é mesmo aqui ao lado - não iria certamente lá de propósito para me darem umas luvas de neve), e de debatermos todas as possibilidades, a senhora da loja assegurou-me que me enviaria umas luvas este ano por correio, iguais às que tinham defeito. Eu, apesar de achar que era um tiro no escuro, aceitei, por falta de opções. Ainda trocámos uns mails por volta dessa altura, mas realmente a marca não tinha reposto aquelas luvas.

Fiquei toda contente quando, na semana passada, fui levantar as minhas luvinhas aos CTT. Devolveu-me alguma confiança em que ainda exista seriedade por aí. Dolors, ganhou clientes portugueses, isso lhe garanto! Quando for aí a Andorra vou-lhe fazer uma visitinha...

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O saldo deste Natal... em euros

Entre arranjos de carros, prendas e paparocas de Natal... não vamos falar mais no assunto para não causar arritmias. É tudo muito bom... até consultarmos os saldos bancários!
Venha 2011 se faz favor!

Eu até nem costumo ser muito destes posts

Porque, como acredito que vocês que me lêem também, considero que o Natal é muito menos acerca do material do que do emocional e do espiritual. No Natal, gosto de estar com os meus, de dar-lhes e receber os seus miminhos, de pensar no que realmente importa. De ajudar os desfavorecidos - o que, aliás, gosto de fazer à minha pequena escala todo o ano. E sei que é nisto que toda a gente pensa em primeiro lugar nesta quadra - quero acreditar.

Mas, por outro lado, não sou diferente de ninguém. E também gosto de presentes. Quem não gosta que se acuse. :) Então de oferecê-los... adoro. Gosto de ver que a pessoa do outro lado se identificou, se sentiu feliz com a minha escolha e percebeu que pensei nela quando comprei.

Gostei muito dos meus presentinhos deste ano. Dos imateriais (como ter a minha família toda comigo, com saúde - especialmente o meu avô, que por um lado não é uma pessoa fácil e, por outro, poucos dias antes do Natal nos pregou um pequeno grande susto) e dos materiais também.

Por isso, vou partilhar convosco algumas das coisas que recebi e mais gostei:
- Do meu M., recebi alguma da livralhada que está aí abaixo, um necessaire da Women's Secret (que o meu já precisava de umas permanent holidays) e uma garrafa Taj Mahal Ruby da Sigg. Adorei, porque ele sabe as coisas que gosto e preciso...

- Da minha mana, um vestido lindo para estrear na Passagem de Ano;

- Um pijaminha lindo e sexy para estrear na Passagem de Ano, das minhas C. e C.;

- Um livro e uns sabonetinhos mega cheirosos da S.;

- Umas pantufinhas quentinhas e confortáveis da B.;

- Um porta-chaves único e feito à mão, do M. (amigo, não o meu M.);

- De clientes, e aqui é que fiquei agradavelmente surpreendida, pois foi a primeira vez (bem, a segunda no caso de um deles) que recebi uma lembrancinha de Natal! De um, dois vestidos lindos da colecção deste Outono/Inverno; dos outros, um galo PoP Minimal, todo branquinho, da Águas Furtadas Design, que eu já adorava.

Recebi mais coisas, claro, mas estas, pelo significado ou simplesmente porque têm tudo a ver comigo, foram as que mais gostei! Confesso que me sinto algo embaraçada por partilhar, mas here it is.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Resultado do Natal, do meu aniversário, das idas à FNAC e das visitas ao estaminé da Maria e do Gato


...a ver se é desta que me convence;


... porque nunca li nada desta Nobel sul-africana;



...porque lhe tenho uma curiosidade enorme;


...obrigada, S.!


...porque não o possuía, e nunca me canso de reler;


...porque só ouço bem deste autor, em relação ao qual era bastante relutante;


...porque também já estava na lista "to read" há muito tempo;


...porque gostava da RLF;


...porque já o adiei tempo demais;


...porque sim;


...porque gosto do homem, e não há nada a fazer;


...porque o Peixoto me diz coisas que eu gosto de ler;


... e porque Paul Auster é incontornável e nunca demais.

Aaaaahhhhh, às vezes é preciso tão pouco para deixar uma rapariga feliz.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Have yourself a Merry little Christmas



Para vocês que me lêem, para os meus fellow bloggers e para as minhas pessoas:

Have yourself a merry little Christmas,
Let your heart be light
From now on,
our troubles will be out of sight

Have yourself a merry little Christmas,
Make the Yule-tide gay,
From now on,
our troubles will be miles away.

Here we are as in olden days,
Happy golden days of yore.
Faithful friends who are dear to us
Gather near to us once more.

Through the years
We all will be together,
If the Fates allow
Hang a shining star upon the highest bough.
And have yourself A merry little Christmas now.

Muito amor, muita paz e esperança no amanhã. Sempre.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Já fui tão feliz em... #9










... Verona, Dezembro de 2010.

As minhas desculpas aos senhores da quinta fotografia, que não me autorizaram a pôr aqui a carinha deles. Mas não consigo resistir às barraquinhas de decorações de Natal!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Sublime, maravilhosa, divinal...



... esta coreografia de Stacey Tookey que o Legacy e a Kathryn dançaram no SYTYCD na passada 6a feira, e que foi, inclusive, nomeada para um Emmy. Fiquei com lágrimas nos olhos! Podia vê-la em repeat durante horas...
Esta coreografia de contemporâneo é sobre a luta de uma rapariga contra os seus medos, representados pelo Legacy. Adoro as linhas dela, que são fabulosas, e os movimentos dele são absolutamente estrondosos. O final, em que ela domina e pisa os seus medos, é tão forte.

Escusado será dizer que já estou a torcer para que o Legacy e a Kathryn cheguem à final. Especialmente ele, pois sendo um b-boy, tem tido um crescimento e uma qualidade de movimentos abissais.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Na minha mesinha de cabeceira (#14)

Uma das minhas prendas de aniversário. Para já... não estou entusiasmada. A ver vamos.

He's just not that into you


Alguém se lembra daquele (^^) episódio do Sex and the City em que o Jack Berger, quando questionado pela Carrie e pela Miranda sobre o que achava em relação ao date da Miranda que se esquivou a algo dizendo que tinha uma reunião, disse clara e directamente "He's just not that into you"?

Esta frase já deu um livro de auto-ajuda e um filme romântico. Mas, essencialmente, gosto dela porque acho que é tremendamente verdadeira. Com esta frase, o Berger queria dizer que os homens são o que são: simple-minded, comparativamente com o mundo feminino. E que não vale a pena tentar reading too much into things, porque as coisas são o que são. Se o homem estiver interessado, o homem vai atrás, faz o que tem a fazer, no mínimo dos mínimos dá a entender a sua disponibilidade para. O Berger completava a sua ideia: "When a guy's really into you, he's coming upstairs, meeting or no meeting." (ou algo do género). Quando o homem não está interessado, geralmente não tem coragem para o dizer na cara da pretendente. Mas é bastante óbvio nas suas acções: foge, esconde-se, não aparece, não entra voluntariamente em contacto.

E eu, à medida que me torno mais velha e mais experiente, vou começando a perceber que não posso senão concordar com esta ideia - que, btw, saiu da cabeça de um homem. Ele deve saber o que está a dizer. Obviamente que é uma generalização, e todos sabemos o quão falaciosas as generalizações podem ser. Há excepções para toda e qualquer regra. Mas, na esmagadora maioria dos casos, concordo que seja mesmo assim, e que um homem que não devolve a chamada, que se esquiva a uma oportunidade, que tem sempre algo combinado, que não responde à mensagem, que não retribui um convite declinado por si um outro dia - simplesmente não está interessado o suficiente. Ou disponível. No excuses.

E por isso é que, cada vez mais, tento reprimir a sempiterna característica feminina de "fazer a leitura da situação". Por outras palavras, tentar encontrar explicações para tudo o que eles fazem e/ou dizem, tentar interpretar as suas mínimas reacções, tentar encontrar hipóteses que expliquem o curso dos acontecimentos. Isto é algo que, no geral, todas fazemos, e não é mais do que tentar arranjar uma boa* explicação para algo, explicação essa que nos permitirá continuar teimosamente a insistir no assunto, até que um dia a realidade nos bate à porta. E nesse dia, ele é que é o sacana, que nos manteve em banho-maria durante não sei quanto tempo e que já podia ter dito logo que não queria nada connosco, que somos mulherzinhas o suficiente para aguentar o tranco. Ele tentou, dear, ele tentou.

Sometimes it's just sad to watch.

*conveniente

Em relação ao Edgar Sawtelle

Levou-me uma eternidade para ler. Acabei por lê-lo quase todo nos dias em que estive de férias. Não amei, mas também não desgostei. O que mais gostei no livro foi a originalidade da perspectiva em que a narrativa é feita. Achei interessante a análise da psique canina. Para quem adora animais, é sem dúvida cativante. O final... Eu não sou adepta fervorosa de finais tristes como a única forma realista de contar uma história. E é só isso que tenho a dizer, não vá alguém ainda ter o livro em lista de espera.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Coisas espectaculares que aconteceram enquanto andei no larú

A Maria e o gato dão mais um passo em direcção ao seu sonho. Vibrei!

E que tal irmos lá fazer umas comprinhas? Hem? Coisas giras há muitas!

Quanto à minha "viagem"...

... a que ia fazer no sentido figurado, e que foi mais curta do que pensava.

Quando disse que precisava de um intervalo do blogue, isso deveu-se a uma crise de falta de inspiração, de motivação para aqui escrever. Como eu só gosto de fazer as coisas bem feitas (da minha perspectiva, claro), não me apetecia estar a escrever coisas à toa, só para manter o blogue activo. Também não tinha muito tempo para seguir os blogues de que gosto. Tudo isso me começou a gerar um certo mal-estar, daí ter decidido que mais valia retirar-me durante um tempo e voltar quando sentisse que algo havia mudado - sem prazos, sem datas.

Por outro lado, psicologicamente não me encontrava num bom momento, o que por si só não cria nada de interessante para dizer.

O que aconteceu foi que, durante o tempo em que estive fora, dei por mim a pensar em determinadas coisas e a concluir que era algo que daria um post, ou que me apetecia partilhar. Apercebi-me que já tenho o blogue como algo intrínseco aos meus dias, e deu-me vontade de voltar a escrever logo que me fosse possível.

Não foi, como já "ouvi" por aí, uma jogada de marketing para o meu blogue, que mais parvo e insignificante não pode ser. Fui drama-queen? Caras pessoas, eu SOU drama-queen. Em tudo, no que sinto para bem e no que sinto para mal. Expresso-me sempre no limite.

A mudança que se deu não foi ao nível externo. Continuo com falta de tempo, com stresse a mais. Mas entendi que isso não deve prejudicar as coisas que gosto de fazer - pode condicioná-las, mas não as deve prejudicar. Foi, assim, uma mudança mais de carácter estrutural.
Em relação ao meu estado psicológico, também não se alterou por aí além. Não é algo que melhore por milagre, mas vamos andando, devagarinho mas steady, como o caracol. Tenho feito muita limonada com os mini-limõezitos que me têm sido presenteados. O importante é que os frutos azedos da minha vida não são daqueles bem gigantes. E só isso já é motivo para sorrir, não é?

Gostei tanto, tanto, que tenho de escrever sobre ele - Textos alheios #3

Gostei tanto que, pensando melhor, nem tenho que escrever mais nada sobre este texto. A Kika disse tudo aqui. Eu só tenho é de me lembrar, sempre, integralmente, destas palavras dela.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Para gáudio e regozijo de todos vós...

[... ou não! Não quero ser totalitarista! :P ]

... estou de volta. Era para ter "descansado" mais tempo... mas não me apeteceu. Tive saudades de escrever aqui, nem acreditei quando o senti. Mas foi assim que foi, e as coisas só têm sentido quando são como são. :)

No que se refere ao blogue, estou de volta com novos mandamentos e novas posturas.

Não te pressionarás para escrever no blogue. [Escreves quando tens tempo e cabeça para.]

Não pensarás no que os outros possam pensar daquilo que escreves. [Ligação directa entre o cérebro e as pontas dos dedos.]

Não quererás saber dos rótulos e catálogos que existem por aí e que tanto te irritam. [Tu gostas do que gostas e quem não partilhar desses gostos, pode ir pregar para outra freguesia.]

Não ficarás triste se não obtiveres feedback. [Não é esse o teu propósito. Nunca foi. Não vai começar a ser agora, por observação do alheio.]

NUNCA MAIS publicarás comentários sem moderação. [Tudo o que for ofensivo e atentatório vai ficar onde pertence: no éter. Importância: zero.]

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Ainda antes de ir, já estou a voltar

Mas só momentaneamente. E só para dizer, a respeito da querida anónima que vai deixando aqui o seu rasto de anormalidade, sim, porque tem de ser um"a" anónim"a", está mais que visto... Que uma boca de carroceiro dessas fica mal a um homem, ainda que do Norte que são uns desbocaditos, ainda que sem qualquer réstea de educação, quanto mais a uma mulher. Eu tinha vergonha. E que antes ser burra (o que apenas por mera hipótese se concebe) que não ter classe nenhuma.

E mais: para a próxima não tenha medo das repercussões, assine, para que toda a gente da sua vida "real" fique a saber da sua laia. Ou então cale-se, que é o que melhor faz. A mim, o que vem de tão baixo não me atinge.