sexta-feira, 11 de março de 2011

É por isso que quando me falam no fim do mundo, eu não me rio

Quando vejo coisas destas a acontecerem. Com gravidade e frequência cada vez maiores. Perto ou longe de nós, não interessa.

A natureza está em ebulição. As catástrofes sucedem-se. Temo que a tendência não seja o abrandamento. A saturação de consumismos, tecnologias, poluição, desgaste ecológico, desgoverno económico, etc. etc. etc. está a levar a uma catarse, a uma purificação, uma limpeza, um retorno a algo que há muito o Homem não experiencia.

Que ria quem quiser. Eu não rio. Prefiro estar consciente e preparada para seja o que for que o futuro me reserve.

1 comentário:

Rita G. disse...

No meu ponto de vista é impossível estar preparada para estas catástrofes...e não podemos realmente pensar nelas a toda a hora sob o risco de enlouquecermos...o facto é que o homem tem desrespeitado muito a natureza e ela por vezes manifesta-s contra ele.bj!