domingo, 5 de junho de 2011

Só tenho duas coisas a dizer sobre estas eleições

1/ Se isto vai mudar na sua estrutura, espero mesmo que mude para melhor. Eu, de acordo com a minha consciência, quis que mudasse. Se me tiver equivocado, cá estarei para o admitir. Mas quis que mudasse. Não pela treta de esquerda/direita, porque sou de direita, de centro-direita, de centro-esquerda, de porra nenhuma. Há muita coisa no socialismo com a qual concordo fervorosamente, e há coisas nas ideologias de direita que igualmente me são caras. Quis que mudasse, porque não acredito e nunca acreditei em quem estava à frente dos desígnios deste governo. Acredito na nova opção? Acredito na mudança. O futuro dirá o resto. Mas duvido que faça muita diferença para pior a nova opção, que vamos ficar muito pior do que estávamos. Só isso já é algo - pena é já estarmos habituados a pedir tão pouco.

2/ Vergonha, mortificação. A abstenção foi monstruosa, quase metade dos cidadãos votantes de cada distrito e região autónoma - os Açores até tiveram uma abstenção superior a 50%. É muito mau. Se isto der para o torto, estas pessoas só têm de ficar caladas, perdem o direito a reclamar. Um pequeno orgulho dentro desta pobreza - o meu distrito foi dos menos, senão o menos, abstencionista.

4 comentários:

Rita G. disse...

Achei a abstenção vergonhosa!! Depois de tanta manifestação, de tanto descontentamento, tanta gente sem votar...sinceramente até dá raiva! espero e tenho esperança que as coisas mudem, votei com esse desejo. Vamos ver o que acontece! bj:)

S' disse...

realmente só existe essa palavra para falar da abstenção - VERGONHOSA. E provavelmente, se isto correr mal, são o que vão falar. Dizer que a culpa é de quem votou neles --'

Miss Star Pink disse...

Pois, cá eu estou de consciência tranquila. Qdo quiser reclamar terei esse direito, uma vez ter exercido o meu dever. Já as pessoas q não votaram não deveriam poder reclamar!

Beijocas

vanessa disse...

infelizmente só consigo concordar contigo na parte da abstenção que me continua a chocar, quanto ao resto todos temos diferentes opiniões***