segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

domingo, 30 de janeiro de 2011

Finally done

Tendo acabado de ler este livro, como houve quem me pedisse para opinar... Cá vai.

Na verdade, gostei, mas honestamente não o apreciei tanto quanto esperava. Tinha expectativas mesmo muito altas, e infelizmente não foram cumpridas na totalidade.

Os dois defeitos responsáveis por este meu ponto de vista são:
1/ O facto de a tradução do livro estar, na minha opinião, muito mal conseguida. Não em termos de correcção do português ou falta de correspondência com as palavras e frases originais francesas. Mas sim porque o francês é uma língua muito caricata, com expressões muito típicas, e com uma coloquialidade muito particular e muito diferente do português. A tradução do livro é extremamente literal, o que faz com que, para mim e na maioria do livro, o discurso não resulte minimamente credível, porque não se aproxima da nossa coloquialidade em português. O discurso soa artificial.

2/ As referências a personagens reais, para mim, são de tal forma forçadas e exageradas que estragam um pouco o clima da história.

Et voilà, mas ainda assim foi uma leitura que não abominei! Tanto assim, que vou agora procurar A Valsa Lenta das Tartarugas...

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Não sei o que se passa

Mas desde hoje de manhã que não consigo aceder ao meu gmail. Parece que ficou chateado com o que escrevi abaixo... O certo é que me está a causar imenso transtorno!

Eu até estou admirada

Tenho-me conseguido segurar nas compras mesmo! A verdade é que não ando com especial impulso consumista, mas como também não me dava muito jeito, fico contente por resistir às pequenas tentações que me vão aparecendo.

Se bem que tenho lá em casa um vale de 10 euros para gastar na Cortefiel que, associado aos saldos, me deve dar um belo descontinho...

Nunca se está contente com o que se tem

Há tempos atrás estava a stressar-me o facto de ter 2000 e tal mensagens por abrir no gmail. Comecei por ir esvaziando a lixeira, apagando aqui e ali, mas como não via a capacidade utilizada a baixar de percentagem, deu-me a macaca e apaguei tudo o que estava para trás - tudo fwds, que os mails "a sério" eu leio logo que os vejo.

Agora que tenho meia dúzia de mails na caixa, todos já lidos, ando sempre a espreitar a ver se tenho novidades, porque acho aquilo muito vazio.

Anda uma pessoa há ANOS a tentar explicar isto a muita gente

Imagem roubada descaradamente daqui.

Há pequenas tarefas...

... que não matam mas moem.
E eu, que andei aqui a procrastinar, e a adiar uma pequena tarefa que tenho de fazer porque me foi pedida, mas que não me apetecia fazer porque não gosto da pessoa que tenho de contactar e não acho jeito nenhum ao pedido que me foi feito e que é o assunto do qual tenho de falar (pouco confuso, não?...)... agora estou pressionada pelo tempo e tenho mesmo que fazer a coisa à força e agora a pessoa não me atende e não me retribui as chamadas (eu não disse que era um anormal, mas que se subentenda), e eu estou a ver a minha vida a andar para trás. Eu não aprendo mesmo.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Tanta conversa...

... e ainda aqui estou. F*** my life.

Question marks

Acho que está na hora de fechar o estaminé. Não será muito cedo? Não estou habituada a sair tão cedo.

Já fiz tudo o que constava da minha to do list para hoje. Seria pouco? Ou terei sido eu que fui ultra-eficiente?

Já sinto aqui um ratito a roer, e estou um bocado preocupada. Será que vou aguentar-me à bronca com os planos que tinha para o jantar - salmão no forno e couve-flor cozida a acompanhar? Parece-me levezinho, mas hoje se calhar precisava de mais sustento.

Ai, dúvidas, dúvidas.

Ainda a propósito do anterior

Mas detesto quando estou toda contentinha a pensar que vou almoçar no sossego e depois aparece alguém e pergunta: "posso?". E uma pessoa fica ali a ter de fazer conversa de sala de estar, em vez de avançar mais um capitulozinho no nosso livro. Felizmente não me tem acontecido.

Do sossego

Há muitas pessoas que não suportam almoçar sozinhas.

Eu cá, na maioria dos dias, faço todos os possíveis por ficar aquela horita sossegada. Outros há em que almoço com os colegas de escritório, com clientes ou com amigas que já não vejo há tempos. Mas sempre que não haja compromissos, e sei que vou passar o dia por cá, tento ao máximo ir a casa ou apenas ir sozinha a algum lugar onde não vá encontrar ninguém conhecido. Faz-me falta aquele bocadinho de relaxamento que não consigo quando estou a almoçar e, ainda assim, a falar de trabalho ou da crise ou de futebol.

Hoje foi muito bom. Eu, uma tarte de legumes, um chá de menta, e o livro que ando a ler. E que agora só consigo mesmo ler à hora de almoço.

Deus me livre

Hoje nem uma litrada de chá verde me salva. Meia já cá canta e nada. Que soneira.

Eu é que gosto desta gente


T-Mobile rocks!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O Círculo

O programinha de ontem foi ver este filme na sala de espectáculos cá do burgo. Primeiro ponto: nunca me canso de ir a este lugar. É uma sala magnífica, majestosa, das mais bonitas que conheço, portanto sempre um prazer visitar. Segundo ponto: até me soube bem (apesar de as cadeiras não terem comparação possível em termos de (des)conforto) ver um filme num outro local que não um shopping. Estou um bocado cansada de shoppings e demais sinais dos tempos consumistas. Fazem-me falta algumas coisas à moda antiga... Terceiro ponto: também me soube muito bem porque foi completamente gratuito. O M. ganhou os bilhetes duplos no sorteio semanal que no portal online da minha cidade se faz.

Quanto ao filme, é uma película já de 2000, ano em que ganhou o Leão de Ouro no Festival de Veneza. É um filme iraniano, realizado por Jafar Panahi e protagonizado por actores também da mesma proveniência. É de salientar que, de momento, o realizador está condenado a 6 anos de prisão - é o que se ganha nestes países por retratar a realidade. Já noutras ocasiões esteve encarcerado, e só por muito lobbying dos seus pares com alguma influência, como Steven Spielberg, é que anteriormente foi sendo libertado.

O filme retrata a vida das mulheres persas, usando como exemplos algumas personagens, todas elas com percursos de vida algo dramáticos, e que vão redundar no mesmo final trágico. Uma mulher que dá à luz uma menina, quando a família do marido esperava um filho varão; três mulheres que saem da prisão e se debatem com a reinserção na sociedade [o arranjar dinheiro, o viajar sem a companhia ou autorização de um homem, que as obriga a mentir e prostituir-se...]; uma mulher que foge da prisão para tentar fazer um aborto e é expulsa de casa dos pais pela intolerância dos irmãos; uma mulher que se prostitui e é apanhada pela Polícia.

Não fosse algumas passagens bastante monótonas do filme, em termos de ritmo, e eu tê-lo-ia adorado. Assim, limito-me a dizer: adorei a temática e a abordagem. Cheguei a ficar verdadeiramente exasperada em algumas partes! Do filme, gostei.

Conclusões tardias a que chego #2

Bem, então, face ao feedback que tenho, afinal não faz sentido nenhum a minha anterior conclusão. :)

A razão pela qual achava que fazia prende-se com o seguinte: como ando mais "tapada" no Inverno, sem me aperceber dou preferência aos brincos, que gosto de ver com as golas altas e com as golas de casaco. E deixo mais para a Primavera e o Verão os colares e os fios, porque me dou conta agora que gosto mais de os ver com decotes ou camisas/blusinhas.

O mesmo em relação aos anéis e pulseiras. Como gosto mais de usar pulseiras sobre os braços nus, deixo-as mais para o tempo ameno, e dou preferência aos anéis quando ando de mangas compridas.

Definitivamente, cada cabeça, sua sentença. :)

Conclusões tardias a que chego

Se calhar isto é claro e normal para toda a gente, mas eu só agora é que me apercebi de que, instintiva e involuntariamente, divido a minha bijuteria (e jóias, que tenho uma ou duas, cof cof) da seguinte maneira: anéis e brincos no Outono/Inverno, pulseiras e fios/colares na Primavera/ Verão. Eu sei, faz todo o sentido, não sei como só agora é que reparei.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Happy Birthday

I love you, Dad.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Je me fous des critiques

[É favor não ligar, não posso ouvir um bocadinho de francês que logo tenho um ataque de françaisite, sou uma snob, bem sei]

Programa de ontem à noite. Sinceramente, não quero saber se não é o melhor de Clint Eastwood que já vi. Não é o Unforgiven, não é o Mystic River, o Flags of Our Fathers ou o Million Dollar Baby. Mas eu cá gostei bastante. E a cena do tsunami é verdadeiramente impressionante. A mim esmagou-me por completo.

Sem querer alterar o sentido de voto de possíveis vozes discordantes...

... que eu cá nestas coisas sigo sempre a lógica do "mais sobra"... :) Apresento um, ou seis, argumentos para provar o meu ponto de vista do post anterior.
[Naughty girl]

Brincadeirinha. Aliás, para mim, não sei porquê, são gostos ou pancadas certamente, funciona bem melhor o ar branquelinho e querky, como se demonstra abaixo. [Se bem que o saber que há um belo 6-pack ali camuflado nunca prejudica. Naughty, naughty, naughty girl.]


Ainda sobre o The Social Network

Esqueci-me de dizer que um plus do filme, para mim, foi ter o Justin Timberlake. Não o acho nada canastrão. E por outro lado... confesso. Na categoria copinho-de-leite-com-ar-de-quem-não-parte-um-prato-mas-até-é-meio-safardolas-cabelinho-aos-caracóis-e-tudo, há ali qualquer coisa. O rapaz tem algo de cérebro a funcionar, canta e dança e até tem bastante graça. Ergo, he's hot. Kind of.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Meh

A mim, não aqueceu nem arrefeceu.

sábado, 22 de janeiro de 2011

E eu vou continuar a dar-lhe com a dança...

... as paixões são assim.

Pela mão do meu M., descobri esta coreografia do SYTYCD Canada. Não é por acaso que a Stacey Tookey é uma das minhas coreógrafas de contemporâneo preferidas. Esta peça é de uma sensibilidade, de um abandono, de uma dor... É memorável.

E, como já vem sendo hábito...

Aqui ficam as minhas favoritas de ontem à noite.

Uma contemporânea diferente, "Mr. and Mrs. Jones's style". Com o plus da música dos Portishead...


E um chachacha quente como se quer, um dos melhores que já vi neste programa. Woooooohooooooo!!!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Este post não é mesmo para ser entendido, a não ser por remetente e destinatário

Muitas vezes os textos alheios me inspiram a soltar o que vai aqui por dentro e que as minhas "fivelas" internas me impedem de verbalizar voluntariamente. Hoje foi este texto da Luna que me deixou com a garganta, de repente, a borbulhar com coisas que estavam abafadas mais lá por debaixo da superfície.

À excepção de um único caso, eu também nunca perdi uma amizade por uma zanga. E mesmo nesse único exemplo, não foi uma zanga que causou que essa amizade, já dos tempos de infância, virasse pó. Foi um acumular de acontecimentos, que demonstraram o quão essa amizade era unilateral. E uma amizade unilateral, não correspondida, ou sabotada no seu retorno, é igual a zero.

Mas voltando ao que dizia, eu nunca perdi uma amizade por uma zanga. Seja porque as zangas, quando existem, são dissecadas, conversadas e sanadas, seja porque simplesmente muitas vezes prefiro não me zangar, não dar importância às pequenas coisas que me magoam e engolir pequenas desfeitas. Tudo para que não entre em conflito com aquela pessoa que me é tão cara, e que eu escolhi para integrar o meu núcleo.

Neste momento, não sei se é por hipersensibilidade, se é por saturação, se com razão, se sem razão nenhuma (porque de modo algum sou perfeita e sei que venho falhando há anos, com explicação mas se calhar sem poder evitar que a outra parte fique também triste comigo), mas estou triste e desiludida. Já aprendi que é um problema kármico que eu carrego, isto de me desiludir constantemente com as pessoas de quem gosto. E quanto mais elas me são próximas, parece que mais profundamente sinto essas desilusões. E também aprendi que faz parte desse processo o aceitar que os outros não são tudo aquilo que eu quero que eles sejam, e a mentalização de que tenho de transformar essas minhas frustrações em amor ou amizade.

Porém, é isto que sinto neste momento. Que estou triste contigo, que não te sinto por aqui e que se cava um fosso. Não um fosso porque se deixe de gostar, mas um fosso porque efectivamente nos vamos afastando. A vida traz consigo mais e mais ocupações, à medida que vai evoluindo. Eu sei que estou sempre ocupada com trabalho, e que tenho uma casa para cuidar e uma pessoa comigo que também precisa de mim. Mas isso não faz com que eu esteja menos lá para ti. Se me procurares, vês isso. Mas tu deixaste de me procurar. Sei que este momento não te é particularmente favorável e gostava de te ajudar, quanto mais não fosse só por estar lá, mas precisava que me abrisses a porta. E fico triste porque sinto que ela para mim está fechada.
Ou então estou completamente louca e isto é tudo um grande mal-entendido. [I wish]

E sim, tive de o desabafar aqui. Porque desabafar para o éter é sempre mais fácil do que dizê-lo de viva voz. Mas pode ser que este seja o desbloqueador, quem sabe?

Só para esclarecer

E para me armar em "special one", quando ali abaixo falava em ter casado amigos, queria literalmente dizer que os casei. Realmente acho que a forma como o escrevi suscita a interpretação de que os juntei no amor e eles se acabaram por casar. Mas a história não reza assim (por mais agradável que isso tivesse sido, claro).

Na verdade, quando conheci estes amigos, já eles eram um apaixonado casal. Já viviam juntos, inclusive.
Um dia, foram de férias para os EUA. Como eu sabia que a viagem incluía uma passagem por Las Vegas, em nada me surpreendeu (já bem os conheço) que regressassem com uma aliança simbólica no dedo. Exactamente. Casaram em Las Vegas, numa Little Chapel qualquer perdida lá na cidade do deserto, na companhia dos amigos e parceiros de viagem, num impulso calculado. Um casamento mais invulgar que a maioria e que, certamente, lhes dará sempre o maior gozo relembrar e partilhar com os filhotes, os netinhos...

Sucede contudo que em Portugal os meus amigos não eram casados. O casamento celebrado nos Estados Unidos de nada vale se não for transcrito para a nossa ordem jurídica. Então é aí que eu entro: tratei-lhes da papelada toda, traduções e the works, e até fui eu quem assinou e tudo. Ou seja, como eu gosto de me gabar, casei-os. É por minhas mãos que estes amigos hoje são, entre nós, marido e mulher, e eu nem padre sou. Adoro relembrá-los disso a cada passo. E já os avisei que - caso lhes passe no espírito essa ideia peregrina, o que felizmente duvido - não os divorcio. Maneira de falar.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Porque será...

... que quando queremos bastante uma coisa, e não a conseguimos ter, parece que de repente todo o mundo, toda a gente que nos rodeia, tem aquilo que nós tanto desejamos e não alcançamos, e parece tê-lo conseguido com toda a facilidade? Por acaso é algo que me deixa intrigada, esta ironia.

Mais um produto vencedor

E merecedor do meu amor imortal. Até ver, pelo menos. Mas o facto é que não irrita a minha pele sensível, não me faz oleosidade e dá um efeito super natural. Aprovei!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

[Fácil e óbvia] conclusão a que chego

É muito mais divertido casar amigos do que divorciá-los. Isso, garanto, não tem graça absolutamente nenhuma. Muito pelo contrário.

Sim, por estranho que pareça, já casei, literalmente, um casal amigo. É uma óptima sensação, I tell you.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Uma chapada na [minha] cara

Às vezes, é refrescante ler coisas que sabemos, mas que muitas vezes não aplicamos - porque é difícil. (?)
Foi isso que senti ao ler este texto, pela mão deste senhor.

Fiquei fã da Pilar.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Últimos dias proveitosos em prestações na cozinha

É o que dá ter vários alimentos no frigorífico e na despensa com uma vida útil bastante limitada... Cozinhar, cozinhar, fazer doces, fazer doces. E pôr a pobre da Bimby a trabalhar!

Além de ter feito nela um molho de tomate delicioso, que agora já não dispenso com as minhas massas, ainda fiz: uma mousse de chocolate maravilhosa para aproveitar uma tablete Nestlé de cozinha em fim de vida; um puré de maçã reineta para acompanhar umas costeletas de porco (fiquei com a noção do quão será rápido e fácil fazer papinhas de fruta para os meus babies quando os tiver); um recheio de beringela, cogumelos e atum para as beringelas no forno; e como ainda tinha muitas maçãs, aproveitei para uns muffins de maçã reineta com flocos de aveia (receita da Isabel!), que ficaram feinhos, não sei por quê... mas deliciosos!

Esta semana continua o stock-off... E já tenho planeado um bulgur com peito de frango e legumes (tenho o bulgur quase no fim do prazo), um goraz assado no forno com batatinhas primor (que estão também quase no fim)... e outros cozinhados. Ah fada do lar!

Gente que acompanha a season 7 da Grey's Anatomy e não viu o último episódio: estou a avisar que vou falar demais

Tem algum jeito a Callie agora estar grávida do Mark quando este - FINALMENTE - se entendeu com a Little Grey? Que raio, passei este tempo todo a torcer por este casal, para agora a coisa ameaçar desmoronar-se outra vez?!

Estou possessa.

Fim de semana de cinema...

... alternativo?

Recheado de estrelas, como já vem sendo hábito nos filmes do Woody Allen, este emaranhado de histórias vem debater as problemáticas habituais: relações amorosas em declínio, relações novas que despontam, actos sem moral, Londres como cenário, como tem acontecido nos últimos filmes de Allen. Gostei muito.

Passado em NY, este filme conta a história de duas famílias cujos destinos se cruzam por causa de dois apartamentos contíguos. Gostei também muito, especialmente da interpretação da Catherine Keener, uma viciada em dar. Mas com capacidade para? Também apreciei particularmente a personagem "sem filtros" da avó Andra.


Este filme conta com o selo de qualidade que é a presença de Julianne Moore e Liam Neeson. Quanto à história, trata-se de um drama no qual a personagem principal é uma mulher atormentada pelo medo de ser traída pelo marido. A desconfiança leva-a a contratar uma prostituta (a Amanda Seyfried, nada a ver com a doçura de Mamma Mia) para tentar o marido, no intuito de perceber se este realmente a engana. Mas é ela quem acaba por ser enredada... muahahahaha. Também gostei bastante, e, portanto, recomendo os três!


sábado, 15 de janeiro de 2011

E todas as semanas fico sem fôlego

Esta semana, foram estes os momentos que me deixaram a babar. Dos concorrentes, esta coreografia achei brutal. A música é tremenda, a qualidade da dança maravilhosa, a interpretação qualquer coisa de espectacular.


Estes convidados também me impressionaram demais. Que movimentos, há ali partes em que literalmente se voa!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

As borboletas

Tenho uma senhora amiga que é muito adepta do feng shui. Disse-me ela que, neste momento da minha vida, e em todos que se assemelhem, eu deveria colocar na minha sala, ou no lugar na minha casa onde mais gosto de estar e onde mais vivo, um quadro - feito por mim, porque não? - com borboletas. Por exemplo, comprar uma daquelas molduras cobertas por vidro ou acrílico, colocar uns adesivos decorativos representando borboletas, e expô-lo nessa divisão da casa, enquanto durar este período da minha vida.
Isto porque, segundo a doutrina do feng shui, as borboletas simbolizam mudança, transformação, evolução. E ajudam a aumentar a energia vital daqueles que estiverem em contacto com elas, potenciando o sucesso naquilo a que se propuserem.

Como nestas coisas da energia sou partidária de tudo o que vier ajudar, já estou a pensar no que vou fazer. E apenas por falta de tempo ainda não comecei!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

É por estas e por outras que eu depois ando toda deprê

São estas lindas horas e eu ainda aqui estou. Cansada que eu sei lá, mas cismei que tinha de enviar esta porcaria hoje, e vai de digitalizar 32 documentos neste scanner de mil novecentos e troca o passo, e depois de passar a pdf enviar tudinho via Citius (é possível que ninguém perceba o que estou para aqui a dizer, mas eu quero é ventilar o sistema, portanto...). Claro que o Citius não suporta tanto "peso", e vai de ter de enviar tudo às pinguinhas.

E eu cansada que eu sei lá, e eu aqui.

...

Na minha casa, mais do que os quadros, abundam as fotografias. Fotos minhas, do M., de ambos, de amigas, de lugares onde estive e de outras pessoas que não conheço, mas que para mim são imagens marcantes. Estão nas paredes, em álbuns, em gavetas, pousadas em móveis. Gosto de passar por elas e recordar os momentos que evocam, ou apenas da sensação que me transmitem. E é por isso que as privilegio em relação aos quadros, que para mim têm uma função mais decorativa.

Mas há uma fotografia em particular que me aquece o coração de cada vez que passo por ela. "Roubei-a" de casa dos meus pais há vários anos, desde que vim viver para cá. Nela estou eu, com dois ou três anitos, e os meus pais, possivelmente num casamento ou noutra ocasião do género. E eu adoro aquele nosso retrato a três, e não consigo evitar (nem quero) um sentimento grande que se alastra em mim de cada vez que olho para ela, porque não estou com eles todos os dias, mas todos os dias, sem excepção, tenho saudades deles, e da minha mana.

Na minha mesinha de cabeceira (#15)

O "Comprometida" foi (finalmente) terminado, e entretanto este já ocupa o seu lugar. Estou ansiosa por começar! Tenho uma grande expectativa em relação a ele...

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

I heart you


So much.

E de filmes bons que tenho visto?

O meu preferido dos últimos tempos. Adorei as interpretações, a história, tudo. Recomendo.


Mixed feelings. A história era interessante, mas contava-se em menos tempo. O cenário, muito bom. O George Clooney... meh. Mais ou menos. Acho que estou habituada a vê-lo noutras andanças e não me convenceu muito. E irritou-me um pouco o ritmo lento do filme.


Antiguinho, mas vi-o há pouco tempo na RTP e achei delicioso. O humor inglês é algo que nunca me cansa, e estas senhoras também não.

Like a lot



Faz-me cá uma vontade de dançar...

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Se eu fosse um desenho animado...

... hoje tinha um fuminho preto a sair-me do topo da cabeça.

Custa-me, mas por vezes tenho mesmo de concordar com os meus clientes que a justiça neste país é um conceito indeterminado. Enquanto houver meios que permitam que colegas meus "façam e aconteçam", sempre dentro dos limites da lei, para atrasar o andamento de um processo, em benefício do lado deles e em prejuízo clamoroso da parte contrária; enquanto houver senhores magistrados que compactuem com estas actuações porque não lhes apetece muito fazer julgamento, e preferem forçar um acordo (quase inadmissível), fazendo de nós os "maus da fita" por preferirmos defender a razão, que a temos, até ao fim - quando a verdade é que aceder em determinados acordos equivale a um prejuízo tremendo e faz com que o ónus da cedência seja praticamente todo de uma parte e nenhum da outra...

Dá realmente vontade de espernear e puxar os cabelinhos. As regras deste jogo são muito voláteis e é mesmo muito fácil que ele seja viciado. E isso é de bradar aos céus, quando aquilo que se discute é J-U-S-T-I-Ç-A.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Mas tenho de elogiar este produto que ando a experimentar


Casco de cavalo! Só o nome é fantástico. Mas por acaso o produto também. Opera maravilhas.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Certinho, certinho que vai dar asneira

Auto-pintar as unhas de branco em casa.

Era isto que me apetecia fazer o dia inteirinho


Isto e comer um balde de Haagen Dasz Strawberry Cheesecake.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Life's just like that

Trial and error. Until you get it right.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Mudar de vida?

No Cocó na Fralda li este texto. Esta temática tem andado muito presente na minha vida...

No meu trabalho actual debato-me diariamente com vários sentimentos contraditórios. Se, por um lado, escolhi esta profissão porque me senti atraída por ela, porque acho que tenho capacidade para a exercer e porque gosto dela na sua essência, por outro tem-me sido difícil conviver com vários aspectos dela. Os dois piores têm sido o stress que ela me gera no dia-a-dia, e o facto de ainda não conseguir retirar dela um rendimento estável e confortável.

Por isso, muitas vezes devaneio para mim mesma, e com as minhas pessoas, sobre mudar de vida, sobre tanta coisa que me daria prazer fazer nesta vida (e neste momento falo apenas de trabalho) e que me retiraria algumas das preocupações que recorrentemente sinto. Adoraria explorar um turismo rural, como diz a SMS, ou simplesmente ter um negociozinho meu, que me permitisse viver com menos constrangimentos, e sobretudo com mais liberdade de espírito.

No entanto, creio que temos de ter os nossos timings correctos para tudo. Se calhar, e apesar das oportunidades que vão surgindo, que vão chamando por mim e me deixam cheia de vontade, acabo por ser obrigada a pensar que o momento não é o certo para mim. Seja (na maior medida) porque a vida presente não me deixa aventurar, seja (em menor, mais ainda assim, em alguma medida) porque a cabeça não está no lugar certo em termos energéticos.

Mas recuso-me a capitular, e acredito profundamente que essa mudança de vida se vai dar para mim - no momento que for absolutamente perfeito para isso. Isto porque, como diz alguém que me é muito, muito caro, temos de fazer o que manda o nosso coração. E, em vez de criar angústias sobre angústias, temos de aprender a ouvir a vida, que invariavelmente nos dá respostas quando estamos a olhar para o lado. E ela há-de falar comigo no momento certo, a vida.

Entretanto, é lutar com força e com toda a energia para viver o presente da maneira mais positiva possível (the only possible way), e para podermos encontrar esse momento perfeito daqui a algum tempo.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A julgar pelos trailers...

...Embora não pelas críticas, que em nenhum dos casos são brilhantes... Fico à espera do Hereafter (mais um Clint Eastwood. Eu ainda acho IMPOSSÍVEL não gostar de tudo o que este homem faz por detrás das câmaras) e do Morning Glory (mais uma comédia para dispor bem do que outra coisa, mas pelas imagens de apresentação, achei que o Harrison Ford e a Diane Keaton me vão deliciar, como habitualmente).

domingo, 2 de janeiro de 2011

E esta miúda que encontrei no YouTube enquanto andava à procura do vídeo abaixo?

11 anitos e já manda chover como gente grande!

Burlesque

Aviso já que pode haver algum mini-spoiler ahead. Nada que eu ache que vai perturbar as audiências, principalmente se as mesmas já viram o trailer...
Vimos este filme ainda há bocado e... mistura de sentimentos, completamente. É claro que este filme é um chick flick; daí que, em princípio, eu tenha gostado *smile*. Mas achei-o demasiado previsível, colado aos filmes do género, tipo Coyote Ugly (e com filmes do género quero dizer rapariga-do-campo-com-genes-de-artista-vai-para-a-cidade-grande-à-procura-do-sucesso-vai-trabalhar-como-empregada-de-mesa-com-umas-colegas-muito-bitches-e-depois-de-muita-luta-encontra-o-amor-o-sucesso-e-a-amizade-eterna).

MAS - e este é um grande mas - adorei a banda sonora e o trabalho de palco, os espectáculos de burlesque são efectivamente grandiosos. A sensualidade, mais ou menos óbvia consoante os casos, ao rubro! E é um filme cheio de estrelas... Já não via o Peter Gallagher no cinema há uns tempitos.

Deixo-vos uma das minhas músicas favoritas do filme e dos 60's... by Miss Etta James.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Só uma dúvida

Começar o ano peluda será um mau presságio? É que acho que fui a única pessoa que conheço que se esqueceu completamente de marcar depilação. Pelo menos ajuda o meu corpo a manter uma temperatura boa, vejamos a coisa pelo lado positivo.

Estou um bocado farta de resoluções de Ano Novo, confesso

Quanto mais as faço, menos as cumpro.

O meu cérebro deve vir com um dispositivo de origem que traça uma posição diametralmente inversa entre boas intenções e força de vontade e de espírito. Para que se veja, em relação às do ano passado, cumpri cabalmente (ou semi-cabalmente) quatro. 25% do total, portanto. Um pobre resultado.

Assim, este ano nada de especificidades. Apenas voto para mim mesma começar a sentir-me realizada como sonhei ao sair da faculdade, continuar a sentir-me amada como sou à data, voltar a sentir-me equilibrada como um dia fui, e deixar de sentir alguns medos que teimam em me perseguir.

Para vocês, voto tudo aquilo que vos faça bem. Que vos saiba bem. E que vos gere risadas francas e suspiros de satisfação.