quinta-feira, 31 de março de 2011

Pergunta estúpida # 386

Alguém sabe mais ou menos quanto tempo os cogumelos frescos embalados se aguentam no frigorífico depois da data de embalagem? É que antigamente eles ainda diziam o prazo de validade, mas agora nicles batatóides. E eu sou assim um bocadinho obcecada com os prazos de validade. Uns 4, 5 dias a contar da data de embalagem?

Pois é, Thoreau

You know it. O que interessa é a forma como percepcionamos aquilo que está à nossa frente. Como encaramos as nossas circunstâncias. Às vezes mais vale que essa percepção seja coberta com uma colher de chá de açúcar, de esperança, de sonho, do que sermos demasiadamente literais na leitura da [nossa] realidade.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Cucu!




Primavera! Cucu! Será possível que já tenhamos voltado à chuva chata como a potassa, ao fresquinho sem piedade? Cadê as florzinhas todas coloridas e o sol e os passarinhos a cantar? Oh vida cruel.

Um dia ainda vou ser muito feliz em... #1

... porque o sonho comanda a vida...




... Myanmar.

terça-feira, 29 de março de 2011

Já fui tão feliz em... #10





... Bergamo. Dezembro de 2o10.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Pois é!

É mesmo isso que todas vocês me disseram. Não há como inventar soluções para os travel blues: ir para fora cá dentro, sonhar um bocadinho com as viagens futuras... E reviver as passadas. Até dá para novos posts! Mi aguardem.

Constatação do fim de semana

Ando cá com uns sintomas estranhos. Auto-diagnóstico: síndrome de privação de viagens. Alguém conhece uma boa medicação para tratar os sintomas? É que cheira-se-me que o tratamento das causas ainda vai demorar uns bons tempitos a poder fazer-se...

domingo, 27 de março de 2011

Não está nada de especial...

... o novo layout, mas apeteceu-me ficar clean durante uns tempos. Era só para explicar o decréscimo de "kitanço".

Uma das coisas que me causa mais comichão #3

E já que ando numa de neuroses...
Espero não atingir ninguém com este meu odiozinho de estimação, mas detesto ouvir as pessoas a pronunciar a marca Apple com esta sonoridade: eipple. E ouve-se por todo o lado; a última vez foi mesmo uma locutora da Antena3.

Porquê?? Se perguntarem a estas mesmas pessoas como se diz "maçã" em inglês, elas provavelmente responderão: épple (se não o fizerem, então está explicado e já não digo nada). Pelo menos, é o teste que eu normalmente faço, e as pessoas tendem a chumbar redondamente.

Será que não vêem a grafia igual e o símbolo da maçãzinha? Isso devia ser pista suficiente. Não percebo por que fazem a diferenciação. Também não sou eu que as vou corrigir, mas lá que me faz comichão ouvir...

sábado, 26 de março de 2011

Uma das coisas que me causa mais comichão #2

Passadeiras imediatamente a seguir a rotundas. Estou sempre à espera de ouvir um estrondo e bater com a cabeça no volante. Ainda se tivessem uma grande razão de existir, mas por norma, ao olhar brevemente para o local, descubro logo duas ou três potenciais alternativas válidas.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Time for a change

Estou assim um bocado pró farta deste leiaute (a minha contribuição para o novo acordo ortográfico) cá do estaminé. E ando a ver por aí muito blogue de cara lavada, pelo que vou colar-me à iniciativa, e - ainda que não tenha jeitinho nenhuma para estas coisas e tenha de ir pelos modelos pré-definidos - vou dar um jeito às trombas do meu.

Está bem, é certo que tenho uma pernoca bem jeitosa e um sapatito bem catita, mas não posso obrigar as pessoas a levar com eles todos os dias.

De modos que... este fim de semana aí vai disto.

Aproveito para vos desejar a todos/as um excelente weekend.

Conclusão do dia

Estou tão farta de gente burra. Sim, burra, como aqueles que usam palas nos olhos e fazem hi-hó. Deus me livre, que eles andem aí.

Ainda acerca do acordo...

A Veeny lembrou bem no seu comentário. E o referendo, para que serve? Afinal, a nossa língua e a sua escrita e dicção são um assunto de fundo, do interesse de todos, não?? Alguém o pediu, mas foi rejeitada essa proposta. Paciência, agora não há mesma nada a fazer, mas realmente irrita-me que existam instrumentos políticos à disposição e não sejam cabalmente usados.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Só mais uma coisa

E é mesmo só mais uma, porque já estou FARTA de falar de política.

Não se pense que aqui se acha que vem o PSD e vai salvar o país de arder até ao tutano. Concordo que o "chumbo" do PEC tenha sido uma estratégia política; e concordo que não foi apresentado pelo PSD um plano diferente, um plano ponto. Não deposito qualquer confiança, ou qualquer esperança, na liderança que é actualmente feita no partido da oposição.

MAS a diferença que considero essencial nisto tudo, é que na última campanha eleitoral, enquanto que uns disseram aquilo que era preciso com todas as letras (o que, aparentemente, lhes ficou mal na fotografia), os outros fizeram verdadeira propaganda, com promessas para enganar o parolo (e não é que conseguiram??), promessas essas que, em pouco tempo, quebraram sem qualquer vergonha na cara. E já sabiam que o teriam de fazer quando as fizeram. Todos sabíamos, mas há muito quem goste de ser enganado neste país.

Não sei se nesta campanha os opositores do governo que agora cai vão ter - ou não - a mesma postura do tell it like it is. A mim parece-me que, acima de tudo, não têm outra alternativa - as coisas não estão para fingimentos e demagogias. O país já sabe da gravidade do seu estado actual.

Mas quando olho à minha volta não encontro ninguém com capacidade para nos salvar. E é por isso que acho que precisamos de um milagre. Que só acontece a custo de muito sangue, suor e lágrimas.

E, se nos dedicarmos a isto, o chorrilho é interminável

Quando 80 euros não te chegam para encher o depósito do teu carro, a vontade é de ganir... de raiva.

E quanto ao FMI

Que me crucifique quem quiser. Todos temos direito à nossa opinião.

Alguém tem dúvidas que se o FMI intervier no resgate financeiro da nossa economia, vamos todos apertar o cinto até doer? Não. Mas alguém duvida, por outro lado, de que o povo continuaria a sofrer horrores com os sucessivos PEC repletos de medidas negadas e renegadas a pés juntos durante as campanhas eleitorais? Eu não. E ninguém devia duvidar.

Por aquilo que observo e sinto na pele, não tenho a menor dúvida que, mesmo sem a entrada do FMI em cena, o povo (os que trabalham a sério, ganham pouco ou uma miséria e são onerados como burros por tudo o que é lado) vai continuar a sofrer na pele as chibatadas que tem sofrido. Cada vez mais. Continuaria a sofrer com os PECs do governo PS, e sabe-se lá que governo lhe seguirá e que medidas iluminadas este trará. O que sei, é que o POVO é sempre quem paga as favas.

Se o resgate internacional acontecer, e o FMI intervier, a minha esperança é que embora tenha eu de continuar a dar do meu bolso, tenhamos TODOS que o fazer. Não só os reformados quase indigentes, não só os profissionais liberais que já não sei onde mais impostos podem pagar, as famílias que não têm como dar de comer aos filhos, porque ganham 500 euros cada um, têm renda ou crédito hipotecário para pagar, contas a suportar. Mas também os srs. administradores públicos e privados, os srs. governadores, os srs. deputados, enfim, todos aqueles que comem pela calada com os proventos do que nós retiramos a custo dos nossos bolsos já rotos. A minha esperança é que EFECTIVAMENTE se diminua a despesa pública.

Não se trata, como conversava no outro dia com uma amiga, de tirar aos ricos para dar aos pobres. Trata-se de justiça social: se os "pobres" são onerados, os "ricos" mais podem, e portanto mais onerados devem ser. Trata-se do princípio da igualdade: tratar igual aquilo que é igual, e desigual aquilo que é desigual. Trata-se, enfim, de não cavar um fosso, em que uma minoria é cada vez mais rica, e uma imensa maioria cada vez mais pobre. [Ainda] Não somos um país do terceiro mundo. [?]

E, por fim, não quero com este texto camuflar a realidade infelizmente cada vez mais vista de que há para aí muito calão que não quer fazer nada e ganhar muito bem, que se prefere endividar a fazer pela vida, que prefere ter muita coisa e manter as aparências enquanto deve a meio mundo, ou que se prefere encostar ao subsídio de desemprego ou ao rendimento social de inserção. Mas este texto é em consideração a quem estudou muito, como eu, trabalha, como eu, e se vê cada vez mais em dificuldades para conseguir o que se considere um mínimo de realização, como eu. E a quem sofre, efectivamente, com o desgoverno que por aqui (há muitos, muitos, anos) anda.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Não nos enganemos, meus amigos

Isto está mau. De tal forma que parece um dead end. As alternativas são feias, porcas e más. Com um leque de opções como aquele que temos à nossa frente, torna-se difícil envergarmos alguma esperança, quanto mais convicção. E é certo e sabido que a crise política nunca aproveitou a ninguém. Mas não nos enganemos. Pior do que o que estava, isso garantidamente não fica. A menos que, no próximo Verão, o povo mostre pela terceira vez o quão gosta de correr com uma cenoura à frente do f... nariz, pendurada numa caninha, que vez após vez lhe vai ser negada. E, mais uma vez, a volta seja de 360 graus.

terça-feira, 22 de março de 2011

Franco desacordo

Não sei se já aqui falei sobre o acordo ortográfico a que infelizmente nos vamos ter de sujeitar. Mas se não o fiz aqui, certamente que noutros sítios já dei uns ares da minha graça. Contudo, hoje, ao ler este post by Saltos Altos Vermelhos, não posso deixar de tecer algumas considerações sobre, nem de colocar à douta blogocomunidade algumas dúvidas que me assolam.

Antes de mais, esclareço que nem sequer ainda me dei ao trabalho de ler extensivamente o acordo. Se tivesse por ele mais interesse, a diligência teria sido outra. Sei aquilo que nos é genericamente veiculado pelos meios de comunicação, e creio que isso é o suficiente para poder opinar com alguma legitimidade, até porque as minhas considerações são de cariz igualmente genérico.

Não concordo com a aplicação deste acordo ortográfico. Sinto que, com ele, nos é retirada alguma identidade. Sinto que tudo aquilo que aprendi com gosto - porque, para mim, aprender a minha língua materna com correcção sempre foi um verdadeiro gosto e um orgulho - é obsoleto e sem valor. E sinto que já nem sequer sei escrever português. Por isso, detesto que me imponham este "estandarte de modernidade", que nem sequer sei de quê ao certo é bastião.

E não me tentem convencer com argumentos do género "há relativamente poucos anos ainda se escrevia com ph e agora já ninguém se queixa" e não sei mais o quê. Não é a mesma coisa falarmos da evolução natural de uma língua, sua grafia e fonética, e falarmos de ajustes à grafia e fonética dessa mesma língua, por forma a que ela seja objecto de uma "normalização" extensiva a outros países que também a usam. Estranho apenas que essa normalização passe por uma adaptação do povo que a criou a novas regras, provindas por sua vez dos povos que adoptaram o português após séculos de existência. É assim que penso, e é por isso que rejeito escrever ao abrigo do novo acordo.

Por outro lado, tenho cá para mim algumas dúvidas, que me fazem também duvidar do carácter simplificatório deste acordo.
Pergunto eu:

1/ Agora escreve-se tudo em minúsculas (leia-se os meses, os nomes de ruas/monumentos/ etc.)? Por quê? Era realmente complicado apertar o shift para escrever uma maiúscula de vez em quando?

2/ Agora abolimos os acentos circunflexos? Juro que vou demorar o dobro do tempo a ler qualquer simples texto.

3/ E os outros acentos? Os agudos, por exemplo? Às vezes escrevem-se, outras vezes não? Qual é o critério? Por exemplo, qual o problema que havia em heróico ter acento? Juro que não entendo. Agora passamos a dizer "herôico" (porque só assim se torna lógico para mim)?

4/ E palavras como neorealismo? Ainda dizemos "rrrrr"? Também não me faz sentido.

5/ E os hífenes em, por exemplo, "hão de"? Que feio. Parece-me que estou a escrever a dar erros, porque a maior parte destes exemplos que apontei ERAM erros quando eu aprendi a escrever.

*suspiro com frustração*

segunda-feira, 21 de março de 2011

Primavera


Nem que hoje não fosse 21 de Março, seria impossível deixar passar em claro estes dias lindos e mornos, a boa disposição que se apodera de todos nós, os sorrisos que reflectem os raios do sol. Já tinha saudades tuas. Como tenho sempre da estação que se segue. Porque os ciclos de que a nossa vida se compõe nos são - sempre - essenciais.

sábado, 19 de março de 2011

Um fim de semaninha com sol

Aproveitem-no bem! É o que eu vou fazer... Em boa companhia, em todos os seus momentos! :)

quarta-feira, 16 de março de 2011

Há dias assim

Em que só pensamos em como mais valia não ter posto o nariz fora da porta. Estava-se tão bem aqui.

Vales-me tu, e o poder voltar para cá quando a guerrilha termina.

Aleluia! Aleluia!

Em vídeo ainda não tinha encontrado. Esta informação útil, sem paralelo. Anda uma pessoa há SÉCULOS a tentar evangelizar o mundo que a rodeia.

Para que não restem dúvidas, fica aqui o vídeo. Roubadinho descaradamente ao GM.
Aprendei, pessoas (especialmente as da minha terra, que me dão cabo do juízo todos os dias), aprendei!


terça-feira, 15 de março de 2011

Como é possível que eu tenha tão pouco a dizer ultimamente?

Para não dizer quase nada. Porquê? Eu! Uma das maiores tagarelas de que o mundo tem memória. Embora isso talvez não me seja muito abonatório, algumas pessoas que seguem este blog podem corroborar esta informação num estalar de dedos.

Pouco convívio com outras pessoas? Talvez. Muito cansaço? Definitivamente. Pouca vontade de falar sobre os assuntos da actualidade? Claro, se formos a ver bem, os assuntos na ordem do dia não nos trazem muita felicidade... Absorção no meu próprio pequeno mundo? Sim, sim, sim.

O que é certo é que não me apetece esta letargia mental. Nem o contrário, a bem dizer. Não sei o que me apetece. Definitivamente não esta letargia mental. A longo prazo, diz-se que é extremamente nociva para o ecossistema do seu portador.



segunda-feira, 14 de março de 2011

Segundo filme do fim de semana

Adorei. Adorei. Adorei. Diferente, romântico, empolgante. Tenho a certeza que muita gente não achará piada nenhuma (só vendo para perceber). Eu cá a-d-o-r-e-i.

Finalmente

Não me perguntem por quê, mas este filme levou-me mais de uma semana a terminar de ver. No entanto, não me senti defraudada. Certo que a história não é nada de transcendente, mas foi entertaining. E tem o Johnny Depp - velhote, mais gordito, mais esticado, com cabelo comprido, eu não sei bem qual é o "problema", mas ele está diferente. Ainda assim, para mim o Johnny Depp é sempre, SEMPRE, um bónus.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Elaborando um pouco mais

Na sequência do comentário da Ritinha, queria explicar-me melhor:
Quando digo que prefiro estar preparada para o que o futuro me reservar, refiro-me também, mas não exclusivamente, a estas catástrofes naturais. Obviamente que é praticamente impossível prevê-las com a antecedência necessária para poder existir uma série de cuidados adequados.

É que, no meu ponto de vista, estas manifestações da natureza fazem parte de uma restruturação bem mais abrangente e bem mais profunda, que essa sim, pode bem fazer parte do meu futuro. São não mais do que uma forma de as energias se realinharem, voltarem aos devidos lugares. Porque este mundo está fora de controlo.

Fatalismo? Talvez. Não é fácil explicar este ponto de vista. O que eu sei é que o mundo, pelas mãos do Homem, dos homens que o comandam, segue para uma via de auto-destruição. Conflitos, jogadas de controlo económico/político/étnico (independentemente dos danos colaterais, traduzidos em vidas, que isso possa significar), fossos cada vez maiores entre os estupidamente ricos e aqueles que não têm o mínimo para se alimentarem. E acho que a natureza, o universo, o cosmos, o que vocês quiserem, se estão a ocupar de destruir aos poucos este status quo, para que eventualmente as energias se recoloquem nos seus devidos lugares. Para que possamos regressar a uma posição de humildade, sem megalomanias, dando valor ao que é essencial.
E não acredito, como é óbvio, num judgement day, no fim do mundo como aparece retratado nos filmes, mas acredito sim que, aos poucos, tragédia atrás de tragédia, guerra atrás de guerra, casualidades atrás de casualidades, o mundo como nós o conhecemos se prepara para terminar. E para isso eu quero estar preparada.

São pontos de vista. Olhem, internem-me. :)))

É por isso que quando me falam no fim do mundo, eu não me rio

Quando vejo coisas destas a acontecerem. Com gravidade e frequência cada vez maiores. Perto ou longe de nós, não interessa.

A natureza está em ebulição. As catástrofes sucedem-se. Temo que a tendência não seja o abrandamento. A saturação de consumismos, tecnologias, poluição, desgaste ecológico, desgoverno económico, etc. etc. etc. está a levar a uma catarse, a uma purificação, uma limpeza, um retorno a algo que há muito o Homem não experiencia.

Que ria quem quiser. Eu não rio. Prefiro estar consciente e preparada para seja o que for que o futuro me reserve.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Enganei-me!

O creme cuja foto eu queria publicar, e que cheira maravilhosamente é este. Vanilla Flower Hand Cream.

Tão bom

Quase nunca uso este creme da L'Occitane, porque a marca é, convenhamos, carota. Mas tem os melhores perfumes e consistências do mercado... Mesmo muito difíceis de ultrapassar.
Ainda gostei mais por este aroma hoje me ter vindo parar às mãos pelas do meu amigo e colega M.. Adoro ver um homem a ter certos cuidados consigo mesmo.

Need them so bad

quarta-feira, 9 de março de 2011

Na minha mesinha de cabeceira (#18)


Orgulho e Preconceito e Zombies. Não teria comprado este livro, embora tenha ouvido óptimas críticas a seu respeito. Como foi oferta da minha prima A., tenho a certeza que é bom! Veremos o que daqui sai.

Quanto ao "O Grupo", não consegui passar da pág. 25. Não me estava a entusiasmar minimamente! Vai ter de aguardar outra altura em que eu esteja em outro "frame of mind".

Toda a gente falou sobre o Black Swan

Mas ninguém - que eu tenha lido - falou sobre esta questão, que muito me chocou. Como é que esta senhora...

...se sujeitou a tanta operação plástica, que veio dar a isto?


A sério, começo a achar que as pessoas não sabem mesmo envelhecer. Pelo menos não com dignidade. Ou bom humor.

Go shorter

Or should I say "went"?...

terça-feira, 8 de março de 2011

Didn't love

Loved

New giggles

Old habits

Estou viva

Não há razões para pensarem que eu possa ter cometido uma loucura. Simplesmente, 1/ voltei ao trabalho; 2/ tive um fim de semana ocupadinho que eu sei lá; 3/ não me apetece falar do Festival da Canção nem do Carnaval, ambos eventos me aborrecem e não me merecem grande atenção. Mas estou cá, hem??

quarta-feira, 2 de março de 2011

Isn'it ironic?...

Eu, que ando sempre a queixar-me de excesso de trabalho, e fartinha e sei lá mais o quê, e que estive o dia de ontem sem poder trabalhar porque estive reclusa nesta cama,

Hoje sinto-me de bem com a vida e contente e aliviada porque consegui trabalhar grande parte do dia. Sim, ainda estive reclusa no meu leito, mas o senhor meu marido fez-me o favor de ontem à noite me ir ao escritório buscar trabalhinho. Com uns procedimentos informáticos (que me levaram parte da manhã), fiquei apta a desenvolver actividade a partir de casa! Só não pude digitalizar nem imprimir, mas isso fica para depois. Ou seja, foi um trabalho com handicap, mas já deu para sentir que não estive de papo para o ar!! Yupi!

O melhor de tudo é que sinto que estes dois dias em casa fizeram maravilhas por mim. Litros de chá de limão com mel e várias inalações de folhas de eucalipto deixaram-me bem melhor, ainda com muita tosse e tal, mas pelo menos já não tenho febre, o que é realmente incapacitante.
Amanhã, com muita precaução, cachecol ao pescoço e boina na cabeça, vou voltar ao activo, que a agenda não perdoa. God help me.

E tanto mais haveria para dizer

Nem vamos falar nos há/à, anda-mos/andámos, tives-te/tiveste, anciosa/ansiosa, ...

Irrita-me, comicha-me, deixa-me à beira de um ataque de nervos. Certo que a nossa língua materna não é a mais simples; é realmente algo complexa, tem bastantes regras, é preciso ter-lhe um pouco de atenção. MAS é a nossa, aquela que todos aprendemos nos primeiros 6 anos (o essencial) da nossa escolaridade básica. O mínimo que lhe devemos é falá-la bem, escrevê-la bem, tratá-la bem.

Tudo o resto é puro descuido. E os exemplos que eu dei são de regras mesmo básicas. Mas das quais há por aí atropelos aos pontapés...

Quando você começa, ninguém mais a segura

Já dizia o nosso amigo Marco Paulo, mas neste caso aplica-se a moi. Comecei com as neuroses de português, agora é sempre a andar.

Implico muito quando vejo os acentos nos sítios errados. Exemplos paradigmáticos: albúm (álbum), alcóol (álcool), etc. etc. etc. Se os acentos servem para acentuar (passe a redundância), gostava eu que as pessoas acentuassem oralmente as sílabas que acentuam por escrito. Ficava um efeito (auditivo) engraçado.

Sou uma picuinhas, sou. Mas gosto de escrever correctamente e ver a minha língua bem escrita. E não há desculpa. Toda a gente da minha faixa etária - praticamente - tem o 6º ano de escolaridade, por isso as oportunidades foram as mesmas para todos...

Uma das coisas que me causa mais comichão

É o uso indiscriminado do verbo "meter" que algumas pessoas fazem. Eu detesto este verbo. Para mim, tem um carácter tão "agressivo", tão pouco simpático, que o evito (mesmo inconscientemente) ao máximo. Não é que não o use, mas tento fazê-lo apenas em expressões idiomáticas, ou no contexto certo, a meu ver. Exemplos: "meter o bedelho", "meter o nariz onde não se é chamado", "meter nojo"... (Vêem? Sempre contextos negativos)

Faz-me confusão ouvir dizer, por exemplo: "Tu metes mostarda no prego?" Argh. Eu prefiro muito mais "Tu pões mostarda no prego?". "Mete o vinho na mesa". Mas vai meter à força? Por que não "Leva o vinho para a mesa" ou "Põe o vinho na mesa". E os exemplos nunca mais acabariam.

Faz-me confusão, pronto. Neuroses.

Obrigada Nokas

Fica à vossa disposição!

terça-feira, 1 de março de 2011

Borboletas parte II


Lembram-se deste post? Aqui vai o resultado da experiência. Devo salvaguardar que foi tudinho feito pelo M.. Marido artista que eu tenho...

Quanto à Red Carpet

Já tanto foi escrito, dito e analisado sobre a carpete vermelha, que apenas me limitarei a concordar ou a discordar. Assim sendo:

- Concordo que a Penélope Cruz estava luminosa de tão bem com a vida e em excelente forma para tão recém-mamã, embora a produção não fosse a melhor de sempre, e que ela e o Javier Bardem são uns grandes fofinhos;
- Concordo que a Hailee Steinfeld é the cutest thing ever;
- Concordo que a Scarlett Johansson fez uma péssima escolha de vestido;
- Concordo que a Natalie Portman de grávida-Rodarte estava linda de morrer;
- Concordo que a Gwyneth Paltrow estava do outro mundo de tão gira!;
- Concordo que a Mila Kunis era uma das mais elegantes;
- Concordo que bendita a hora em que vestiram a Anne Hathaway com dezenas de vestidos durante a cerimónia para ela não ter de usar aquela coisa pavorosa que trazia na carpete;
- Discordo das opiniões maioritárias que li sobre a indumentária da Cate Blanchett. Linda de morrer, no que se refere ao hair and make-up, sim; o vestido, meio futurista, meio romântico, meio trabalhos-manuais-em-cartolina-com-colagens, achei pavoroso.

No que se refere aos Óscares

Achei a cerimónia um bocado tediosa. A Anne Hathaway é um doce, e o James Franco uma delícia de se olhar. Mas a química dos dois deixou muito a desejar. A postura dele como apresentador foi muito fraquinha, muito sensaborona, e a dela muito histérica, bubbly demais. Teria adorado ver o Hugh Jackman em vez do JF. Gostei muito dele no ano em que apresentou os Óscares e penso que a química com a Anne teria resultado melhor.

Em relação aos galardoados, devo confessar que este ano me atrasei na visualização dos filmes nomeados para as principais categorias. De todo o modo, achei que a Natalie Portman era um dado garantido - e foi uma distinção bem merecida - e que os Óscares para os actores secundários foram muito bem atribuídos.

E aquele Kirk Douglas? Ainda mantém o sentido de humor, apesar da idade já não o perdoar... continua um safadinho. :)

Pergunta estúpida*

Como moer sementes de linhaça? Será que dá na Bimby? Não estou a ver que outra possibilidade tenha à minha disposição...

*como certamente já vos venho habituando...

Isto não vai para melhor

E lá estou eu, atirada para a cama... Ontem insisti em ir trabalhar, ainda que toda a gente me recomendasse o contrário, resultado: piorei bastante. Febre outra vez, tosse com dores no peito, espirrar como se não houvesse amanhã e congestionamento geral das vias respiratórias. Lindo.

É bastante difícil deixar o trabalho em segundo plano, quando não se está habituada a isso. Estou para aqui cheia de problemas de consciência, embora contente e orgulhosa por estar a zelar primeiro pelo mais importante. Mas quando só se ganha se se trabalhar... e quando a nossa posição é de alguma fragilidade... os receios são imensos e enormes. Enfim. Tenho de me consciencializar que as coisas são como têm de ser. E rezar para que a recuperação se dê com alguma brevidade...