sábado, 30 de abril de 2011

Esta manhã fui ao Continente. Habitual dificuldade em arranjar estacionamento, até que vi um lugar - um pouco apertado para a banheira que conduzo - mas vago, em frente aos lugares para grávidas e mães de crianças pequenas. Claro que tive alguma vontade de usar um desses confortáveis lugares, também vazio (afinal qualifico-me, né?), mas como acho que ainda não estou suficientemente grávida, decidi deixar o lugar para alguma mãe ou alguma grávida que dele precisasse mais do que eu.

Entre manobras e manobrinhas, lá estou a terminar de estacionar quando chega um carro como uma flecha e zás, vai de frente no dito lugar, e deixa-o ficar assim, atravessado, bem "à patrão".

Quando o condutor sai do carro (metade do tamanho do meu familiar que tanto me dói estacionar), uma rapariga bem novinha, bem magrinha e com boas pernas para andar, juro que me apeteceu rodar a baiana e espetar-lhe com duas solhas bem dadas. Mas isto são só as hormonas, e na verdade não fiz nada. Mas fiz questão de passar pelo carro, espreitar a ver se tinha cadeirinha, ainda que sem bebé (não tinha), e passei por ela com olhar de pelotão de fuzilamento e a empinar bem a minha barriga incipiente. Estúpida.

Nunca na vida o teria dito melhor que o PRD

Reproduzo daqui, do site da revista Visão: “Islândia: falência levou o dinheiro, não a criatividade Os bancos faliram, as famílias entraram em bancarrota, o Estado estremeceu. Veio o FMI, mas o sistema de protecção social não mudou. Democracia: é a receita dos islandeses para sair da kreppa, o nome da crise na terra do vulcão Eyjafjallajökull. Os banqueiros vão ser julgados. O anterior primeiro-ministro vai ser acusado. A Constituição está a ser revista por cidadãos comuns. A pequena ilha nórdica quase foi ao fundo, mas está a reinventar-se”.

Este lead abre o apetite para uma reportagem notável do jornalista Paulo Pena. Merece por inteiro os 3 euros que a revista custa. Ele captou o espírito islandês e conta-o com desenvoltura e talento, sabendo escolher os melhores exemplos, os casos inspiradores, e tudo o que convocou um pequeno país para uma atitude proactiva, imaginativa, inovadora. Acima de tudo, inteligente e com saída. A revolução que se está a operar na Islândia é admirável - e é claro que aqui no nosso cantinho, ficamos com inveja e perguntamo-nos (eu, pelo menos, pergunto-me...), “porque raio em Portugal não somos capazes de nos juntar e sermos melhores uns para os outros e para nós próprios?”.

A resposta, infelizmente, é simples: a Islândia está em 17° lugar no ranking mundial do Índice de Desenvolvimento Humano e todos os seus habitantes acima de 15 anos são alfabetizados. Ou seja: um povo culto e desenvolvido facilmente percebe que não vai lá com o choradinho da bancarrota e a entrega das armas ao FMI. Um povo culto e desenvolvido diagnostica os erros cometido, pára para pensar, e determina o seu caminho em função de um novo horizonte. Mesmo que venha ajuda externa.

Exactamente o contrário do que sucede em Portugal: um povo ignorante e pouco desenvolvido tem medo de mudar, nem percebe o que lhe está a acontecer, e por isso prefere dizer “que são todos iguais”, “todos a roubar”, e depois voltar a votar “neles”, ou vai à sua vidinha e nem sequer vota. Esse povo baixa as calças e deixa que tomem conta disto – enquanto os responsáveis se alocam nas empresas privadas que antes os financiaram, e a culpa morre solteira, paga com o dinheiro de quem o não tem. No fundo, um povo ignorante e pouco desenvolvido vive ainda no medo. O medo dos outros, mas em ultima análise de si próprio. O tal “medo de existir”.

É muito fácil fazer como eu faço e escrever uns posts sobre o tema. É mais ou menos como ir para a rua mostrar indignação. Ou fazer uma greve em nome dos “direitos dos trabalhadores”. É tudo muito fácil quando já sabemos que o “mesmo tudo” vai ficar na mesma. Na Islância foi diferente: as manifestações, os protestos, a bancarrota, a crise, foram molas efectivas para uma mudança profunda de paradigma. Não foi conversa nem “protesto” barato. Foram ideias, foram pessoas a chegarem-se à frente, foi no fundo uma palavrinha que gastámos como solas de sapato mas nunca interiorizámos como sangue do nosso sangue: democracia. Leiam a reportagem do Paulo Pena e “oiçam como ela respira”.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Na minha mesinha de cabeceira (#19)



As minhas novas bíblias, os meus novos códigos. Muitos, muitos sorrisos por estes lados.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Sou só eu...



Que estou assustada com a extrema magreza da Kate Middleton? C-r-e-d-o. Elas chegam a princesas e viram esqueletos.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

E assim fica o meu desejo...

... de uma Santa Páscoa, a quem a celebre, e uns bons dias de descanso a quem for menos ligado às festividades.

Eu cá vou aproveitar estes dias para trabalhar em casinha, descansar um pouco, matar saudades de amigas e mimar a minha querida família.

Vemo-nos para a semana...

Update em relação à Ryanair

Obrigada às pessoas que me responderam à questão! Como andei para aqui a semear a dúvida na cabeça das pessoas, aproveito para esclarecer então: a Ryanar teve, sim, uma rota Porto - Londres Gatwick, que foi descontinuada. Provavelmente terá sido por falta de rentabilidade. É uma pena, era bem mais prático do que voar para Stansted... Oh well.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Esclarecimento

Face ao comentário deixado neste post, obviamente terei de deixar alguns esclarecimentos para que a posição que eu quis verter seja bem entendida por todos os que a lerem:

1/ Antes de mais, uma consideração prévia a tudo o mais: considero que este momento de crise ou recessão económica ou seja lá o que se quiser chamar ao período que estamos a viver, não é apenas provocado por uma série de más decisões políticas, que perduram já há muitos anos, mas é também - e em larga medida - uma crise de valores e de posturas. Generalizando muito (porque felizmente há MUITA gente à minha volta que contraria esta minha generalização) a mentalidade de LARGA FATIA da nossa população gira à volta da boa vida. Trabalhar dói nos ossos, dói na cabeça, dói muito mais do que viver a boa vida. Temos o culto dos feriados, dos fins de semana prolongados, das férias boas, de preferência com viagens à mistura. Contra mim falo, pois quem é que não gosta? Mas em quantos países é que acham que há este culto? Eu tenho amigas americanas que sempre ficaram espantadas quando eu lhes dizia que vinha aí um feriado. "Outro??" era sempre a pergunta que me faziam. E eu sentia-me verdadeiramente afortunada, pois quem é que não gosta? Mas começo realmente a achar que a gente não gosta muito é de trabalhar. Isto associado à quantidade de pessoas com que eu diariamente me deparo e que vejo nitidamente que preferem viver à custa de um subsídio de desemprego, a "descansar" um bocado, do que entrar já novamente na luta; as pessoas que se preferem encostar a um subsídio social do que pôr a bom efeito o corpinho são que têm; as pessoas que querem um "emprego" e não "trabalho". Isto associado também à mania de se ter tudo aquilo o que se quer; de nos endividarmos constantemente, na senda de conseguir ter algo mais, seja um carro de que não se necessita, seja umas férias, seja um casamento à grande, seja o que for; o facto de termos sempre mais olhos que barriga, porque estamos (mal) HABITUADOS a ter, sem saber se podemos, efectivamente, suportar esse custo. Olha, os hotéis lá estão, todos CHEIOS a abarrotar, e eu a achar que estávamos mal de finanças. Enfim, isto é apenas um desabafo, mas em tempo de crise isto, a falta de vontade de lutar, revolta-me.Porque acho que, além de tudo o que defendo que deve ser feito para resolver, acho também que sem uma revolução ao nível das mentalidades, havemos de estar sempre a pisar nas mesmas armadilhas. É bonito de dizer? Se calhar não; mas é o que eu penso.

2/ Quanto ao post em si: Eu sei que a resolução de dar tolerância de ponto na Páscoa e noutros feriados não é deste ano. Só acho que se estamos em crise, este tipo de medida não só não adianta nada, como ainda nos pode custar mais nos bolsos. Em tempo de crise acho que é importante usar de todas as armas, apertar o cinto a todos os níveis. E sim, trabalhar. Aumentar a produtividade sim. Não é trabalhar mais ou menos uma tarde que a vai aumentar? Não é certamente ficar em casa.

3/ Se os funcionários públicos não são produtivos? Nunca o afirmei. Não acredito que não sejam, não acredito pelo menos que sejam menos produtivos que muitos privados. A julgar pelos exemplos que sempre tive em casa (sou filha de dois funcionários públicos) e, já agora, pelos/as amigos/as que tenho na função pública, diria que só conheço pessoalmente funcionários públicos bem trabalhadores.

4/ Também não sou apologista de que os funcionários públicos devem sofrer mais cortes ou mais repercussões do que qualquer outro cidadão. Aliás, nunca o disse, não sei porque vem referenciado em comentário. Quem eu acho que devia sofrer grandes cortes em reformas e outras benesses é quem tem os bolsos bem cheios à custa dos contribuintes; quem acumula reformas por meia dúzia de meses de trabalho (?), quem acumula cargos para os quais é "nomeado", quem ganha dezenas de milhares de euros por mês em cargos de gestão pública. Quem largamente se distancia da generalidade dos cidadãos, sem que a meritocracia opere aí qualquer papel de relevo.

5/ Que fique bem claro que o que eu acho ridículo é manter-se o estímulo às tolerâncias de ponto, etc. nesta altura. O que eu critico é a decisão do Governo, principalmente às portas de um fim de semana de 4 dias! Não os funcionários públicos em si. Até porque muito trabalhador do sector privado que eu conheço usufruiu do mesmo benefício...

6/Por último, os valores de que falei (20 milhões de euros) foram noticiados. Não fui eu que os inventei.

E a única coisa que quero é que fique bem entendida esta minha opinião, que escolhi aqui manifestar. Concorde-se ou não.

Não procrastinarás, damn it!!!!!

É coisinha que acho que nunca vou aprender a fazer. Que frustração que sinto comigo mesma por ser tão fraca de espírito. Raiiiiiiiiiiiiiiva.

É sempre a poupar

A tolerância de ponto decretada pelo Governo para o dia de hoje vai custar aos cofres do Estado 20 milhões de euros.

Ninguém quer cá o FMI; ninguém quer medidas de contenção que os afectem; ninguém quer ser penalizado. Mas com um fim de semana de 4 (quatro!!!!!) dias, ainda se pensa em primeiro lugar em ficar em casa mais um dia ou uma tarde, à conta de toda a gente (somos nós quem paga a factura dos 20 milhões, claro), em vez de trabalhar para aumentar a produtividade deste país... Trabalhar?!?! Isso cansa!

Se em tempo de guerra não se baixam armas, em tempo de crise não se deveriam baixar bons braços para trabalhar, nem que estejamos a falar de uma tarde. É simplesmente ridículo, tendo em conta o prejuízo que causará.

Mais uma brilhante decisão deste Governo, que ainda se escuda com a campanha eleitoral para desviar as (bem aplicadas) críticas. Nada mais a acrescentar.

Acho insuportável



Não antipatizo nada com a LM como pessoa, mas esta música... monotone, monocórdica, monótona... deixa-me os nervos em franja!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Sobre o Orgulho e Preconceiro e Zombies

Foi... interessante. Não desgostei, mas adorei? Acho que não. Muito gore, muito sangue, muitos miolos, muitas decapitações e trincas em corações arrancados ao peito e ainda a palpitar. As partes que foram enxertadas na história original são todas bastante fantasiosas e extravagantes - como por exemplo o facto de a Lizzy, a heroína do livro, ter formação dos mestres de Shaolin em artes orientais e dominar a katana como ninguém. Suponho que era exactamente isto que era pretendido - apimentar a história original com pormenores sobrenaturais e humorísticos - mas tem muito a ver comigo? Julgo que não. Fico-me com gosto pelo original de Jane Austen.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Caros conhecedores do assunto :)

Então a Ryanair não tinha uma rota do Porto para Londres Gatwick? Está suspensa, foi cancelada?... É que no site não aparece como opção!

Estou muito satisfeita...

... com a La Redoute. Não é que fiz uma encomenda e três (três!!!) dias depois já tinha comigo os meus vestidinhos?? Fiquei maravilhada com a eficiência do serviço. Bem, um deles vou ter de trocar, mas disso a culpa não é deles... Eu é que parece que escolhi mal o modelito para o meu corpo. :S

segunda-feira, 18 de abril de 2011

I heart Coronel Nascimento



Grande. Cru. Amargo.
Cinema brasileiro - quase nunca desilude.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Who do you think you are?

Uma das mais belas canções de desamor que já ouvi. E o vídeo é sublime.

Jar of Hearts, by Christina Perri.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Um dia ainda vou ser muito feliz em... #3

Pemba


Quirimbas

Inhambane

Maputo/Lourenço Marques
... Moçambique.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Isto continua a preocupar-me de uma maneira

Eu sei que nunca apetece ler textos muito longos, mas esta questão é demasiadamente importante para que a ignoremos!

Na Visão de 24 a 30 de Março, vinha esta matéria que tenho de partilhar com quem não tenha lido. As análises que nela são feitas parecem-me de longe das mais certeiras que tenho visto, no sentido da recuperação do estado actual (caótico) do nosso país. Apesar das divergências ideológicas dos intervenientes na peça, todos eles concordam nas vantagens de "emagrecer o Estado e concentrar esforços no desenvolvimento da economia", em vez da insistência no aumento de impostos e cortes nos salários, pensões e prestações sociais.
"Os economistas mantêm a mesma opinião: sem redução da despesa primária pública, não há como equilibrar as contas públicas. Nem como crescer."

Os economistas:
"João Cantiga Esteves - docente no ISEG:
  • redução das 14 mil entidades que recebem subsídios (fundações/institutos)
  • corte de 30% a 40% nos consumos intermédios do Estado (governo, deputados, administração pública, etc.)
  • renegociar parcerias público-privadas (PPP)
António Bagão Félix - ex-ministro das Finanças
  • corte de 10% nas despesas do Estado
  • extinção dos governos civis, redução das empresas municipais e das PPP
  • convergência do subsídio de doença, no público e no privado
  • rescisões amigáveis na função pública
Octávio Teixeira - ex-líder parlamentar do PCP
  • redução drástica em consultoria e outsourcing
  • eliminação de institutos públicos
  • corte nos benefícios fiscais de bancos e construtoras
  • aposta no investimento público como motor do crescimento" (mas não no TGV, diz)
Os políticos:
"JSD
  • Privatizar a RTP permitiria poupar 350 milhões de euros anuais, verba que em 2009 o Estado transferiu para a estação pública
  • Suspender obras públicas (poupança de 1.125 milhões de euros): TGV e novo aeroporto de Lisboa
  • Reduzir em 53 milhões de euros despesas com pareceres, consultoria e estudos técnicos
  • Diminuir em 23 milhões de euros os gastos com seminários e publicidade
  • Extinguir governos civis evitava despender 27 milhões de euros
Bloco de Esquerda
  • Congelamento de todos os pagamentos em excesso sobre os contratos das PPP (229 milhões de euros)
  • Eliminação de empresas municipais e governos civis e fusão e reconversão de empresas públicas (ex: fusão no sector ferroviário - CP, REFER, EMEF, CP Carga - para uma gestão integrada)
  • Reforma fiscal, a partir de 2012, com a criação de 3 impostos e taxas que permitirão uma receita de 3 mil milhões de euros
  • Imposto Único sobre o Património, para que os proprietários de valores mobiliários (acções e outros) sejam tributados como os proprietários de bens imobiliários
  • Imposto sobre as mais-valias urbanísticas que decorrem de benfeitorias provocadas por obras públicas ou da alteração do registo de propriedade que permita a sua urbanização
  • Taxa de 0,01% sobre todas as operações bolsistas e de 0,05% sobre operações de compras de derivados e outros títulos over the counter, para criar um fundo de amortização da dívida."
Confesso que talvez estas últimas medidas, propostas pelo BE, sejam as que menos me dizem, porque acho que, a par ou mesmo ANTES, da implementação de novos impostos e taxas, há muito por onde ceifar: os institutos públicos e as fundações que vivem de dinheiros públicos e que nada de novo trazem na prática à nossa sociedade; os gastos avultados que o Estado despende: membros de gabinete, assessores, residências oficiais, deputados, gestores públicos, reformas exorbitantes por cada cargo que cessa; as PPP, cujas responsabilidades públicas ascendem já a 48 mil milhões de euros (cerca de 30% do nosso PIB!);os governos civis, as empresas municipalizadas, os próprios municípios e as comarcas em excesso (defendo que seria possível apostar em reformas antecipadas e relocalização dos trabalhadores em certa medida); os milhões que se gastam em consultoria, pareceres e derivados, que se pedem a amigos e custam exorbitâncias; as malfadadas obras do TGV e do novo aeroporto, que à data ainda ninguém percebeu para que servem e que nos engolem vivos; a RTP, que só dá prejuízo, gasta milhões anuais, e para a qual ainda nós pagamos todos os meses uma taxa de cerca de € 4,00 na conta da EDP!!

Será que algum dia vai haver alguém com as balls do tamanho necessário para poder implementar algumas destas medidas? Escusávamos nós de continuar a sofrer mais a cada dia, e a fazer novos furos nos nossos magros cintos.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

E lá volto eu ao mesmo...

... mas eu não consigo! Adoro dança, adoro este programa, e estar perante algo tão fantástico e não partilhar... Seria demasiado triste.

Esta coreografia da season 7 do So You Think You Can Dance passou na 6a feira na gala transmitida pela Fox Life. Os protagonistas são o Twitch da season 4, que agora é um dos All-Star do programa, e o concorrente Alex Wong, bailarino solista do Miami City Ballet (portanto, de formação clássica). A coreografia de hip hop conta a seguinte história: o psicólogo (Twitch) tenta libertar o Alex da sua vertente clássica, trazendo à superfície o estilo e o swag da dança de rua. Será que consegue? Ou... se não os consegues vencer, junta-te a eles?
A coreografia é imensamente divertida e acima de tudo executada a um nível tal que nem se consegue perceber que o Alex Wong é treinado em Ballet e não um hip hopper profissional.

Vejam aqui e divirtam-se!!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Espectacular conversa da manhã de hoje

Eu: Então o senhor já pensou se vai prestar declarações ou não? É que, infelizmente para si, as impressões digitais são inequívocas...

Sr.: Impressões digitais?! Desta vez não devia haver lá impressões digitais!

(Guarda prisional ri-se entre dentes, género Mutley)

Eu: Mas há, e o exame é conclusivo.

Sr.: Aaaahhhn. Então fico é bem caladinho.

Eles é que a sabem toda, às vezes melhor que nós que por acaso até andámos uns anitos a estudar os truques do ofício.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

terça-feira, 5 de abril de 2011

Já fui tão feliz em... # 11


























... Peru. Junho de 2010.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Afinal, era só mais uma coisinha - do fair play

Eu sei que estamos todos a passar um mau momento financeiro, e que assim como assim sempre se poupa na conta da luz (estive indecisa entre escrever com maiúscula ou minúscula, mas pronto). Mas não havia necessidade, digo eu. Respeitinho é bonito e aprecia-se. O mérito dos vencedores, dos que venceram desta vez, é inegável para qualquer um.
Assim como é bonito que respeitemos quem desta vez não venceu - recadinho para alguns meus correlegionários.

Enfim, tudo está bem quando acaba bem.

domingo, 3 de abril de 2011

POOOOOOOOOOORRRRR...

...TOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!

Que alegria! Era só isto, muito obrigada.

Campeões, campeões, nós somos...

sábado, 2 de abril de 2011

Este fim de semana espera-me...

... um confuso e estranho misto de party e work. Ontem já ficámos fora até uma hora jeitosinha, numa festa da "minha" escola de dança. Hoje... trabalha-se, que segunda-feira vai ser um dia de morrer. Logo à noite, a festa de aniversário da empresa da minha amiga B.. Amanhã... uma pequena viagem para estar com os meus papis, mana, avós... que temos de conviver, rir e partilhar é enquanto cá estamos todos. E à noite... acabar o trabalhinho que de certeza não fica concluído hoje.

Se eu segunda-feira estiver viva e de saúde, digo-vos alguma coisa, sim? Até lá, bom fim de semana. Descansem, divirtam-se, amem a vida.