sábado, 29 de outubro de 2011

Le petit prince

Nascido no dia 26, grandinho e gordinho como se quer. É o amor da vida de sua mãe, juntamente com seu pai, claro. :) Provoca sorrisos por onde passa, "ooooohhssss" babados, vontade de beijar e uma ternura que não tem par. Um charmoso, este meu filhote.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Eu que queria tanto um filhote Balança...

... só mesmo para tentar assegurar o legado do magnífico feitio de senhor seu pai... eis que oficialmente não me escapo de levar uma cria escorpiniana. Estará, pelo contrário, garantida a herança materna? A obstinação, a voluntariedade, o péssimo acordar, o orgulho por vezes irreflectido, a má disposição que, quando se dá, contamina o ar à sua volta - pobre marido. Apesar de adorar o meu signo e apreciar bastante algumas das suas virtudes, por outro lado acho mesmo que ao pobre marido já lhe chegava uma em casa...

domingo, 23 de outubro de 2011

Ai, Outono

Que saudades eu tinha tuas. Só precisava de ter um (UM) par de sapatos fechados que me servisse. 

Não, ainda não nasceu

Se eu disser que antes de ter o meu filho - que, obviamente, não está nada interessado nos meus argumentos desesperados - ainda tive tempo para agonizar com uma bela otite, será que dá para acreditar?

Sim, já estou devidamente antibiotizada e a coisa está a baixar de intensidade.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Coisas boas de se estar a vegetar em casa

Lembrar-me de repente e, só porque me apetece, fazer um belíssimo affogato al caffè (neste caso, decaffeinato). Ai, soube-me pela vida.
E, a julgar pela movimentação frenética, ao herdeiro também.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Time's up


Ora cá estamos, 40 semanas volvidas, e... filhote continua irredutível dentro da barriga da mãe. Não se pode dizer que não seja uma criança inteligente, tendo em conta a realidade pela qual irá trocar a piscininha climatizada.

Mas enfim, pobre mãe - como se vê pela fotografia acima - está já bastante massacrada pelo peso a mais na parte anterior do tronco, pelo que urge vestir o equipamento e... exercitar. Andar muito, subir escadas, mover mobílias, lavar vidros, whatever works. Tudo para tentar que o pequenote, que no presente pesa já uns belíssimos 3,700 kgs, venha ao mundo sem obrigar pobre mamã a suportar horas intermináveis de parto artificialmente induzido - deadline já no próximo fim de semana.

Energias positivas para este lado, se faz favor.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Não somos analistas políticos, não somos economistas, mas vivemos aqui

Gostei tanto deste post da Ritinha, leiga como eu, mas que vive cá, como eu, e que tem uma posição sobre o assunto que considero bastante justa. Transcrevo:

É triste e revoltante pagar por "crimes" que não se cometeu, é triste ver que estamos a retroceder em vez de avançar, é triste ver que tudo o que se dava como garantido não passava de uma grande fachada. Acredito que os funcionários públicos deste país se estejam hoje a sentir assim. Já fui funcionária pública há 10 anos atrás, hoje não sou. Estou muito pior financeiramente nos dias que correm do que há 10 anos atrás. Trabalho no privado, ganho muito abaixo dos €1000,00, e provavelmente nunca os chegarei a ganhar.

Não posso, mesmo sabendo que muitos/as de vocês vão detestar-me por isso, dizer que não concordo com as medidas tomadas pelo governo. Estamos falidos, precisamos da ajuda externa como de pão para a boca, e se nada for feito será o caos total. A descoberta de sucessivos buracos financeiros, e agora a vergonha "escondida" não pela Madeira, mas pelo Alberto João Jardim- que quanto a mim devia pagar criminalmente pelo que fez e até ter sido proibido de se candidatar- levaram a que todos nós tenhamos de pagar pela constante má gestão dos vários governos, pelos políticos que se limitaram a gastar mais do que o país podia e a saírem impunes dos crimes que cometeram.

CRIMES porque é crime mandar tanta gente para o desemprego, e que não vai ter dinheiro para pagar a casa, a escola dos filhos, caindo numa espiral descendente porque não há oportunidades. CRIME porque todos temos de sentir na nossa vida diária o que é viver com cada vez menos, CRIME porque continuam a haver reformas e ordenados milionários em organismos públicos a passar ao lado dos cortes que estão a ser feitos.

O pior não são os cortes dos subsídios, continuo a dizer, mesmo com cortes, quem ganha mais de €1000,00 mensais, ao ficar sem eles continua a ganhar mais do que qualquer funcionário do lugar onde trabalho, mesmo ganhando o subsídio de natal e férias ( até ver...), são as pessoas que vão ficar desempregadas à conta da crise que as empresas vivem. Ficar sem nada é bem pior do que viver com menos, não nos podemos esquecer disso. Por aqui há lojas e empresas a fechar todos os dias, pessoas que não têm os seus contratos renovados, e isso sim é o pior dos cenários.

O facto é que o sr. Sócrates, aquele que dizia que estava tudo bem, está neste momento a fazer jus ao nome e atirar um curso de filosofia em Paris, que a sra presidente do FMI ganha milhões e ainda tem uma série de prémios à conta do cargo que ocupa, que o Alberto João continua sentado no cadeira do poder na Madeira, que o Isaltino Morais já pensa no jantar que vai dar para comemorar o facto de não ir para a cadeia, etc, etc, etc.

À grande maioria de nós resta apenas fazer contas à vida, e fazer um esforço para manter a esperança e acreditar que um dia voltará a valer a pena viver neste país.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Conclusão

Como os mails e os telefonemas continuam a cair como tordos, acho que mudei apenas o meu local de trabalho. Assim como assim, prefiro fazê-lo desde o meu sofá. E sempre posso dormir um bocadinho mais de manhã.

A [falta de] compreensão alheia

Um comentário da Me a este meu post inspirou-me a contar-vos as reacções dos outros ao facto de ter trabalhado até poucos dias antes da minha data prevista de parto.

Passo os dias a ouvir que já devia estar em casa a descansar, que tenho de pensar no bebé em primeiro lugar, que quando ele nascer vou-me abaixo das canetas porque não descansei antes...

Antes de mais, gostaria de esclarecer uma coisa. Eu até gostava muito de já estar em casa há algum tempo a descansar. Desde que engravidei que durmo muito mal, e a privação de sono, toda a gente sabe, deixa-nos num lindo estado - especialmente quando o nosso trabalho envolve puxar pelo caco o dia todo. No entanto, há um pequeno pormenor...

As pessoas parecem não entender o conceito de sentido de responsabilidade - eu sei que também tenho uma enorme responsabilidade - a maior de todas! - para com o meu bebé, mas ele está óptimo! Grandinho, gordinho, sem pressas, a mexer bem e o dia todo. Não o prejudiquei em nada por ter estado a trabalhar até agora. E seria bem mais fácil para mim se a minha situação fosse como a das pessoas em geral que me dirigem esses comentários. Ou seja, se me bastasse pedir à médica de família uma baixa para vir para casa, a receber grande parte ou o total da minha remuneração, descansadinha que alguém faria o meu trabalho por mim, ou que ele iria lá ficar à minha espera até eu voltar e ninguém me poderia penalizar por isso, se calhar até o faria... "Só" por estar cansada. Muito cansada. Com 16 kgs a mais, com os ossos todos torcidos, cheia de azia, a parecer uma velhota cheia de artrite reumatóide, com os pés e as pernas cheios de edemas.
Ou se calhar não. Porque apesar de tudo isso, estou bem de saúde, e o meu bebé também.

O facto é que, para mim, essa hipótese nem sequer se coloca. Não tenho direito a baixa. Não tenho quem faça o meu trabalho por mim (embora tenha dois colegas que me irão controlar as coisas, graças a Deus). E não tenho qualquer rendimento se não trabalhar. Além de tudo isso, considero-me profissional. Com brio no que faço. Custar-me-ia horrores abandonar tudo a um mês do parto, para poder "apenas" descansar. Por mais que isso me fizesse bem.

E ainda tenho de ouvir aqueles clientes que me perguntam quanto tempo vou ficar de férias... E quando lhes respondo que vou ficar em casa, com o meu filho, até ao fim do ano (a meu próprio prejuízo financeiro, entenda-se bem), ainda levo olhares de lado, como se dois meses fossem assim uma espécie de licença de maternidade exorbitante. Haja estômago.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

@ home

A menos de uma semana da minha data prevista para parto, finalmente bati o pé e estou em casa, a ver se descanso um bocadinho. Resta-me resistir à tentação de ligar para o escritório, de passar por lá só para ver se tenho recados... Porque estou mesmo a precisar de um mínimo de repouso, antes que o piolho venha revolucionar a minha existência. Já disse e repito: subestimei a gravidez. Está claro que não é nenhuma doença, mas nesta fase final, se não se baixar o ritmo, é coisinha para dar cabo da gente.

sábado, 8 de outubro de 2011

Pergunto-me o que irá ser feito deste blog

É humilde, que é; é fracote, que é; às vezes é mais rosa-fútil, outras mais negro, outras ainda cordeburroquandofoge. Mas é meu, e eu gosto dele.

Pergunto-me o que irá ser feito deste blog, se agora já não tenho energia para tratar dele. Se nem energia tenho para ir ver os amigos, primos e conhecidos dele, para lá deixar um olá. O que lhe irá acontecer quando, daqui a [bem] pouco tempo, a minha vida estiver absorvida por outra...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

One in, one out


Engraçadíssima, corky, naïve, doce, inteligente. Gostei muito do que já vi.


Não consegui. As minhas desculpas, mas ao fim de seis episódios acho uma bela seca.

domingo, 2 de outubro de 2011

Ai que eu hoje mudei de opinião sobre o Ryan Gosling

Ou talvez tenha apenas gostado bastante do Jacob Palmer...