domingo, 23 de setembro de 2012

Last Goodbye



This is our last goodbye
I hate to feel the love between us die
But it's over
Just hear this and then I'll go
You gave me more to live for
More than you'll ever know

This is our last embrace
Must I dream and always see your face
Why can't we overcome this wall
Well, maybe it's just because I didn't know you at all

Kiss me, please kiss me
But kiss me out of desire, babe, and not consolation
You know it makes me so angry 'cause I know that in time
I'll only make you cry, this is our last goodbye

Did you say "no, this can't happen to me,"
And did you rush to the phone to call
Was there a voice unkind in the back of your mind
Saying maybe you didn't know him at all
You didn't know him at all, oh, you didn't know

Well, the bells out in the church tower chime
Burning clues into this heart of mine
Thinking so hard on her soft eyes and the memories
Offer signs that it's over... it's over

sábado, 22 de setembro de 2012

domingo, 16 de setembro de 2012

E da c-r-i-s-e?

Não falo. Estou farta dela, de governos, de desgovernos, de gente comedora e de gente opaca, de muita faladura e pouca solução. Porque a verdade é que a luz não se avista. Tristemente, acreditei que pudesse existir alguma integridade neste governo - tenho, pelo menos, de dar a mão a castigar pela falta de melhorias que hoje, muitos meses depois, se verifica. Pouco mudou. E eu já acredito em muito pouco. Por isso, não falo. Não posso.

Se me ocorrer uma solução, contudo, eu venho cá dizer. Ou se, entretanto, surgir uma iniciativa que verdadeiramente adiante, eu apoio e dou o meu sangue se for preciso. Ou alguém que realmente traga um fósforo para acender a tocha que nos guie para o fim deste túnel.

Séries, séries, séries...



Sou mesmo uma viciadona em séries. De todo o género, mas tenho um soft spot por comédias. Adoro sitcom. Já sigo estas, recentes e muito boas. Mas tenho saudades das minhas do costume. Vale que estão quase a começar.




Hoje.

Hoje não me apetece pensar em crise. Hoje tenho saudades de Paris. De Londres. De Nova Iorque. Do meu belo Puri Mas. De campos de arroz a perder de vista. Da Stroget. Da chuva tropical. De acarajé e bolo de fubá. Da brisa fresca do Báltico. De bolo do caco. De praias de pedra. De pizza em forno de lenha e gelato feito por eles. De tribos perdidas na bruma. De praias desertas de pessoas mas povoadas de vacas. De quatro patas. Do frio na cara enquanto se desce a montanha em (relativa) velocidade. Da sensação de cabeça leve quando se está acima dos 3000 metros. De tudo o que já (vi)vi nesta vida, e mais ainda daquilo que me falta (vi)ver. Mas não faz mal. Hoje tenho os beijos de baba do meu filho. A ternura do meu homem. E por hoje, por amanhã e depois, isso basta-me.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Weird

Uma pessoa dar um mega (MEGA!) corte no cabelo e, excepção feita - obviamente - ao cara-metade, ninguém (NINGUÉM!) me diz nada. Hum. Leio nas entrelinhas.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Há sensações boas

Como a de estar sentada no silêncio da nossa casa nova, no cadeirão do quarto do meu fiho, no fresquinho e - já mencionei? - no silêncio. Aaaaahhhhhhh.

Não estou a fazer o que era suposto, como estar a enfiar coisas em gavetas, mas isso agora pouco interessa. Enjoying the moment.

O MacFlurry Magnum de Verão, ou lá como se chama, ou a curiosidade matou o gato II

Quem me tira o meu MacFlurry Intense Oreo ou, vá, o de M&M's, tira-me tudo. Não há outros que lhes cheguem aos calcanhares. E eu, crente as usual, continuo a experimentá-los todos.

Nota 1 - Pois, ainda não estou de dieta.

Nota 2 - Marido, perdoa-me por ter ido ao MacD's sem ti. Recebi o castigo antecipadamente, tudo me soube mal.

A nova especialidade do MacDonald's, ou a curiosidade matou o gato I

Não é uma bifana. Não é pão de bifana. E não é, definitivamente, nenhuma especialidade.

Parou tudooooooooooo

Ainda tenho hipóteses de ir ver os Ornatos ao Coliseu? É isso? Holler!!!!!!!

Só tenho de arranjar maneira de comprar o bilhete

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Just shoot me now

As últimas semanas O dia de hoje tem sido inenarrável. A sério, nem me dou ao trabalho, mais vale desconsiderar, minimizar, e rezar esperar que o final compense o início, o meio e os dois terços.

Mas valeu pelo seguinte trecho. Parte deste dia pra lá de espectacular envolveu a loja do cidadão aqui da terrinha, que em Agosto, como deve ser imaginável, está coberta de enxames de gente. Toda ela com um propósito - pagar a conta da água/luz/gás que chegou e cujo prazo expirou enquanto se andava a veranear. Ora, eu, que não trabalho sozinha mas parece, tive o mesmo infortúnio. Enquanto esperava, deleitei-me a analisar numa perspectiva sociológica a extensa e diversificada amostra que tinha à minha frente. Vi muita gente desconhecida muito engraçada, alguma menos engraçada, fui alvo de uma tentativa de homicídio por inalação de maus odores corporais por parte de dois senhores que me ensanduicharam, cada um ocupando a cadeira ao lado da minha pela esquerda e direita, vi clientes relapsos, vi clientes relapsos de clientes meus, enfim. Eis senão quando, vi uma conhecida minha que é e sempre foi gira, estupidamente gira, enfuriantemente gira (e não é burra). Estava eu a pensar, bolas, como é que isto se dá assim, um gajo normal envelhece e engorda, não fica para sempre gira e boa, não pesa sempre o mesmo, não veste sempre o mesmo, como uma miúda gira nos vintes, não usa sempre aquele sapato lindo... Ups. Strike that. Stripper shoes alert. Mas stripper stripper, tipo 20 cms de salto mais 10 de plataforma, tipo Litas mas em sapato semi-aberto, em cor neón, em modo horror. Olhei para os meus pés e pensei, até posso ser gorda e estar velha e acabada, mas não perdi o bom gosto, nem a noção. Fiquei tão contente. Sou mesmo bi-atch, mas este episódio pode bem ter salvo o meu dia.

Aos velhos que, desgovernados, calcorreiam as passagens de peões desta minha cidade.

Não se enganem. Não é ao acaso que o bonequinho vermelho é assim, hirto, estático. Ele conta toda uma história, a história de um cidadão sénior que atravessava a rua sempre nos lugares assinalados, mas nunca ligava ao sinal luminoso. Até que um dia se cruzou com um rolo compressor em excesso de velocidade.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Resumindo: sucks to be like that

Continua a luta por pensar menos, relaxar mais.

sábado, 18 de agosto de 2012

E ao sexto dia de férias...

...rais parta este tempinho. Resta-me tomar o pequeno-almoço em frente ao computador e ao TLC. Não me apetece ver o Encantador de Cães. Nem os outros canais.

Esta manhã estou descomunalmente telhuda. Senhor meu filho decidiu que às 2h30 é que era uma boa hora para acordar. Mãe desesperada (que se tinha deitado há apenas uma hora) a tentar adormecê-lo sem sucesso, até que às 4h o piolho eléctrico lá se deixou dormir, apenas para acordar nova e definitivamente às 7h. Valha-me a minha irmã, que o levou e me permitiu dormir mais uma horita e tal.

Agora está a dormir uma sesta, e eu estou cheia de nervos, porque na casa contígua parece que o telhado vem abaixo. Não sei o que lá se passa, mas vai uma animação só, o meu vizinho mais pequeno está endemoninhado e as paredes são folhas de papel. Acho que me vai dar aqui um treco.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Quatro dias de férias...

... e duas conclusões:

Conclusão nº 1 - O meu filho é a única criança que conheço que não gosta de praia. Não vale a pena, já com algumas tentativas goradas, ele continua a mostrar que não gosta. Não gosta da areia na pele (sai à mãe), não gosta da água, não gosta de apanhar sol. Não se consegue entreter com o balde e as coisas adjacentes (também ainda é pequenito) e mesmo que nós nos desfaçamos a mostrar-lhe coisas supostamente giras e diferentes para fazer, ele não gosta. Ponto.

Conclusão nº 2 - Os babykini não são fraldas. São self-proclaimed calções de banho. Não é por serem da Dodot que se tornam fraldas. Ou então são fraldas incompetentes, que não dão vazão às xixizadas do meu filho. Calções de fora para a máquina de lavar.

Três dias e meio de férias...

... e já com resoluções tomadas. Esperam-se vitórias e não fails.
Resolução nº1 - vou pegar nesta minha piração geral, nesta pancada brutal que já não pode crescer mais, e vou depositá-la no divã de um/a qualquer profissional qualificado/a. Saber admitir que se precisa de ajuda e saber procurá-la com a necessária humildade também deve ser uma qualidade, e é definitivamente uma lição que preciso de aprender.

Resolução nº 2 - quando o pequeno troll desmamar, daí até ao Verão seguinte, o objectivo é perder 20 kgs. A ver se não faço mais figuras destas na praia. *deep sigh*


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Hopeful, not hopeless

However, e apesar de tudo o que vai dito - ainda que feio, é verdadeiro - sinto-me sempre hopeful. Acredito que, desde o negro ano de 2008, essa esperança é o que me mantém fora de uma cama, resistente à poderosa herança genética e à inominável "d" que vai no sangue dos meus. É uma capacidade estranha de achar que, apesar de me sentir puxada para baixo, me vou conseguir içar sozinha. E vou. Vou.

sábado, 11 de agosto de 2012

E que, by the way,

me está a morder os joelhos porque quer ir comer a sopinha. E a quem já tive de ir pescar uma pen toda babada, e tirar das mãos os fios que ele estava a tentar arrancar à força da televisão, e.. e...

E para compor o ramalhete e dar uma demolidela no muro das lamentações

Tenho muita pena, mas chego à conclusão que não consegui honrar os compromissos que fiz comigo mesma antes de ser mãe. Nomeadamente:
- que não me anularia em função dessa nova qualidade;
- que não deixaria de cuidar de mim;
- que não abdicaria do meu bem-estar emocional;
- que não deixaria de ter uma vida, interesses, etc etc etc.

Pois. Apesar de ter um medo irracional da minha prestação enquanto mãe, a verdade é que me abandonei a ela, me entreguei a 200% e sim, tenho de admitir que me sinto completamente anulada pela maternidade. A minha amiga C. diz-me que isso acontece mais enquanto dura a fase da amamentação. Descansa-me que, passada esta fase, se recupera muita individualidade e explica-me o processo, cheio de sentido. Fico mais sossegada e expectante por esse momento. No entanto, e por contraditório, hippie ou incompreensível que isto possa parecer, conto e espero amamentar por ainda mais algum tempo. Até o meu filho querer ou me ser possível, ou me ser comportável fazê-lo.

Pois. Até hoje, não há manhã em que me maquilhe, porque não tenho tempo - nem vontade. Não há impulso consumista que se veja, porque estou um bisonte e me sinto mal e feia. Não há tempo para exercício, porque de manhã tenho de o preparar e dar um jeito à casa, à hora do almoço tenho de comer e ao fim do dia tenho de estar com ele e dar-lhe muitos beijinhos e abracinhos, e dar um jeito à casa. Não há possibilidade de massagens, de toma de nada, de dietas, porque dou de mamar. Nem sequer o cabelo corto já lá vão largos meses. E agora só em Setembro.

Pois. Acho que já disse tudo sobre isto. Resta-me esperar que seja tudo mais hormonas que piração sem retorno.

Pois. Salvo raras excepções, não existe nada disso agora.

E para mim tudo isto é triste. Eu não queria ser assim. Não queria ser esta pessoa, nem esta mãe. Mas mais vale admiti-lo, a ver se me ajudo a mim mesma. Mas, por outro lado, é irracional e não consigo deixar de desviar todas as minhas forças para este pequeno troll que me saiu das entranhas.

Disclaimer

E pronto, toda a gente fica a saber que eu pirei. Pirei mesmo.

Mas quero fazer dois reparos às eventuais (eventuais não, que elas são certas como o destino) más interpretações de quem vier a ler.
Primeiro, não sou contra as pessoas que vivem a maternidade de uma forma diferente da minha. Pelo contrário. Admiro-as, aspiro ao mesmo, espero um dia pelo mesmo bem-estar. Apenas me faz mal sentir que não sou igual. Lá está, estou pirada.

Segundo, não pretendo o monopólio das noites mal dormidas nem dos bebés que choram sem motivo. Muita gente passa pelo mesmo que eu, bem sei. Só que a maioria das pessoas sabe lidar melhor com isso. São melhores nesta coisa de ser mãe.

Aproveitando o Agosto em que ninguém nos lê

Continuo a minha catarse. À minha volta só vejo (ou só me são dadas a ver) maternidades fáceis, simples, tranquilas. A minha não é assim, nem nunca foi. Sinto-me a marginal da maternidade. Para mim sempre foi difícil ser mãe, desde o primeiro dia. Desde o primeiro dia em que ele chorava, chorava, e eu tentava acalmá-lo (incrivelmente, sem eu própria perder a calma), tentando suprir, uma de cada vez, todas as possíveis causas do choro, tal como me ensinaram nas aulas de preparação. E as pessoas à minha volta diagnosticavam, opinavam, queriam ajudar. Até que, pouco tempo depois, tempo insuficiente para que eu pudesse ser aquilo em que me tinha tornado, tempo insuficiente para que eu quisesse desistir de tentar, uma enfermeira levou-mo. E depois trouxe-mo, dizendo que afinal não era fome, nem frio, nem calor, nem nada de palpável, era só choro. Cólicas. Faça assim, faça assado. Como se eu fosse uma diminuída que não fosse capaz de perceber que o meu filho não tinha fome, frio, calor. E principalmente como se o meu colo, os meus mimos e o meu instinto não fossem bons o suficiente para que o meu filho acalmasse o choro. Infelizmente, sou uma esponja quando algo negativo se aproxima, quem  me dera não ser. A partir desse dia, a insegurança que infelizmente me caracteriza instalou-se, comigo sempre a tentar combatê-la, mas instalou-se. E nunca mais fui capaz de não perder a minha própria calma. Fui-me tornando uma mãe ansiosa, insegura. Ainda assim, para algum consolo meu, no fim de todas as histórias, a moral sempre foi que eu, melhor do que ninguém, conheço o meu filho e intuo o melhor para ele.

O meu filho continuou a chorar nos dois meses seguintes. Nunca o deixei ter frio, nem fome, deixei de comer as coisas que lhe podiam fazer mal. Mas ele chorava. Nunca dormi uma noite seguida desde que sou mãe. Bem, na verdade, nunca mais dormi mais de cinco horas seguidas, nas noites de milagre. E nunca mais de seis no total. Fui trabalhar quando ele tinha apenas dois meses, contra a minha vontade mas rendida às evidências. Passo alturas - como a presente - em que não tenho com quem o deixar, porque optei por não o pôr numa creche, mas deixá-lo com a família.

Não tem sido fácil ser mãe, não por causa do meu filho, que é um bebé como todos os outros, que chora, que só quer saber dos fios eléctricos, dos transformadores, das tomadas, dos aparelhos eléctricos e não dos brinquedos, que anda sempre a tentar a próxima macacada e acaba invariavelmente com um galo na testa, que não me pode ver sair da sala que desata num pranto e que se ri com cara de tontinho quando eu entro, apesar do pouco tempo que passa comigo nas 24h do dia.

Não tem sido fácil ser mãe por causa de mim. Porque não tenho a paciência que devia ter para o meu filho. Porque quando estou com o meu filho me atormentam as mil tarefas que deixei por concluir no escritório, sem tempo para as terminar, e que muitas vezes trago para casa e ele não me deixa fazer. Porque muitas vezes já não sei o que fazer para ele dormir, para ele sossegar. Por querer que ele durma para eu poder fazer coisas. Porque quando estou no escritório não consigo deixar de pensar no meu filho e no pouco tempo que passo com ele. Porque olho para a minha casa e sinto tudo fora do lugar. Porque, agora que estou a mudar de casa, me sinto desorientada por não ter tempo, sempre o tempo, de fazer tudo de uma vez, tendo meia vida num lado e outra meia no outro. Porque sei que o meu marido sente a minha falta, embora me veja todos os dias. E eu não chego para ele. E quando lá estou, não sou eu. Está tudo do avesso. Em mim e fora de mim.

E eu não vejo isso em mais vida nenhuma. Todas as maternidades à volta me parecem fáceis, simples, tranquilas. As pessoas trabalham, aproveitam os filhos, fazem coisas em casa, namoram os seus homens, fazem férias, descansam, vivem. Vejo dias de 52 horas. Vejo amores de mãe que nada desestabiliza, nada apoquenta. E fico cada vez mais doente, doente com a noção de que sou uma valente bosta de mãe. De profissional, de mulher, e de pessoa.

Ainda estou a escrever, e já estou arrependida de o fazer. Isto não são coisas que se digam no mundo ideal, mas é o que vai cá dentro.

E do post anterior...

... resulta parcialmente o motivo pelo qual tenho escrito tão pouco. Antes de mais, stating the obvious, este blog é uma coisa pessoal, que criei para mim e para partilhar voluntariamente com algumas pessoas de quem gosto muito e com quem não posso estar sempre que quero - na esperança que a distância física se diminuísse por eu escrever aqui algumas postas de pescada sobre o meu quotidiano. Não tem qualquer pretensão de qualidade, nem de ter um milhão de seguidores ou visitas, nem de actividades associadas, nada. Se é assim, aqui o assunto base é obviamente a vidinha que levo e o mundinho que me rodeia. Neste momento, esse mundo resume-se, grosso modo, à maternidade, ao trabalho, e à casa, sem tempos livres, sem hobbies, sem vida social ou cultural.

Logo, apesar de desinteressante, a minha vida compõe-se de dois ou três itens sobre os quais até poderia vir escrever. Mas a verdade é que não me apetece. À medida do tempo que tenho livre, e que tem sido muito pouco, tento ir lendo blogs, estou em algumas redes sociais, enfim, tento manter a actualidade no mundo virtual, mas canso-me. Porque não me sinto identificada com nada do que leio. Não me sinto identificada com as vidas, nem com as experiências. E se fosse dizer por aqui metade dos meus pensamentos, do que me acontece, do que faço...

Lei de Murphy

Eu acrescento: se é fim de semana, ele irá acordar-te com as galinhas [quando nos dias de semana se deixou estar regaladinho a dormir pelo menos até às 8h30, atrasando-te para o trabalho, porque não o queres acordar, está tão refasteladinho]. Grrrr.

sábado, 28 de julho de 2012

...

Ter um jantar agradável e caseirinho marcado em casa de uma amiga e estar com esta telha descomunal e esta dor de cabeça brutal e esta pseudo-depressão que me anda a ameaçar há anos a berrar-me aos ouvidos. Não me apetece vestir, não me apetece arranjar, não me apetece emendar esta lasca que acabei de fazer no verniz já de si muito precisadinho de reformar, não me apetece sair à pressa para comprar os presentes que devia ter ido comprar de manhã mas as voltas trocaram-se-me, não me apetece levar as sobremesas que fiz e não me calharam como eu queria. Telha, pronto.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Por anormal que isto possa parecer

Hoje, ao ler este texto no Cocó na Fralda, pus-me a pensar na vida e no euromilhões. Eu jogo no euromilhões todas as semanas, se me lembrar. É óbvio que, se jogo, gostava - e tenho a legítima expectativa, deduzida das parcas probabilidades - de ganhar um prémio. Quanto aos 135 milhões... não sei se as coisas são assim tão lineares.

Pus-me a pensar, e chego à conclusão que, na verdade, não queria assim muito os 135 milhões. Posta a questão "ficas como estás ou queres 135 milhões?" tenho de pensar um bocadinho - não é nesse sentido que estou a falar. Mas, em caso de ser uma feliz vencedora do euromilhões, e podendo escolher teoricamente o meu destino, acredite-se que preferia mil vezes ganhar um ou dois milhõezitos do que a bolada inteira. Não só porque isso significaria que muitas mais pessoas teriam ficado felizes e mais endinheiradas; nem só ainda porque esses um ou dois milhõezitos já chegavam e sobravam para me deixar feliz e despreocupada, e à família e amigos também, pois os meus objectivos de vida não envolvem assim muito mais coisas materiais do que as que já tenho.

Na verdade, penso que o meu sonho nesta vida, a nível material, seria tão-simplesmente não dever nada a ninguém, ter um tecto sólido, ter um carro que dê para a famelga e outro que dê para o trabalho (somos dois adultos que precisam de dois carros, infelizmente para o ambiente), ter um pé-de-meia em caso de algum de nós ficar doente ou incapacitado, e um fundozinho de maneio para o meu único vício e luxo assumido (em stand-by, mas qualquer dia volto ao activo): ver mundo. Gadgets não ligo, a não ser ao iPhone, que já tenho (e foi comprado em segunda mão, o que eu nem sabia possível), roupas e sapatitos e malocas gosto sim senhor - afinal sou gaja - mas não sou de me perder nesse mundo.

Portanto, 135 milhões de euros eram pornograficamente excessivos para as minhas necessidades. Não preciso de tanto, e por outro lado - serei a única pessoa a quem ocorrem pensamentos negativos com tanto dinheiro em questão? E se se soubesse, se se tornasse público que eu era milionária à 135ª escala? Eu quereria partilhar esse dinheiro, e se alguma das minhas pessoas me delatasse? E se alguma das minhas pessoas se transformasse, me desiludisse? E se EU me transformasse? E se, de repente, eu passasse a ter AINDA mais amigos (que, felizmente, sou bem servida nesse campo, em número e em qualidade), daqueles que se aproximam pelo faro? E se alguém me raptasse o meu filho para pedir um resgate à milionária do euromilhões (eu vejo muitos filmes)? E se eu e o meu marido perdêssemos a perspectiva? E se este dinheiro causasse a cisão no meu casamento?

Ponderadas estas variáveis, antes pobre e feliz. Mas isso sou eu, que sou pessimista desde que nasci.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Vou enlouquecer

A ausência justifica-se pelo excesso de versatilidade da minha pessoa. Tem filho, tem marido, tem trabalho (e se tem), tem mudança de casa. Tudo ao mesmo tempo, cocktail molotov. Primeira razão, mais prosaica, para o rés-enlouquecimento.

No entanto, numa versão mais agradável da perda de senso, sucede que ando a preparar, com a mudança, o quartinho a que finalmente o filhote vai ter direito. A par das pesquisas que tenho feito em busca de ideias (que criatividade não é propriamente o meu strong suit), as amigas têm ajudado com imagens e links, e é mesmo de uma pessoa ficar bazaruca perante tanta coisa gira que se faz e se quer copiar. Se fossem 10 quartos...





E, por fim, os meus preferidos. Estes, se alguma alminha com pinta de "Querido, montei um quarto" quisesse accionar a varinha de condão... Podiam ficar tal e qual.


sábado, 7 de julho de 2012

Porque eles não deviam ser tocados por infortúnio algum

Por todas as Bias, todas as Marias, todos os casos que conhecemos, presentes ou passados, futuros também. Já que não os podemos proteger de todo o mal, ajudemos. Da forma que pudermos. Não custa, mesmo. A Bia, aqui.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

[Cansada]

De ouvir, ler, receber más notícias que envolvam crianças. Más notícias, daquelas mesmo más [as crianças deviam ser intocáveis. Intocáveis]. De não dormir o necessário para assegurar o funcionamento dos serviços mínimos. De me doer a cabeça todos os dias por não dormir o suficiente. Não mata mas mói. De ter a vida desorganizada. De ter o trabalho atrasado. De ter de contar os meus tostões. De crise. De ouvir falar de crise. De más decisões. De cortes estúpidos, os poucos que me afectam directamente e os muitos que não, ou indirectamente. De filosofias baratas. De injustiças, sociais e pessoais. De que não me deixem fazer o que quero. De ser mal entendida. De pessoas abusadoras. De me deverem o que é meu por legítimo direito, de caloteiros. De padrões morais comprados no chinês. De pessoas soberbas, cheias de si mesmas, arrogantes.
Hoje é sexta-feira e eu hoje estou muito. Muito mesmo.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

sexta-feira, 29 de junho de 2012

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Socorro

De todas as criaturinhas de Deus feias, rastejantes e que tais que me metem medo nojo, a bicha-cadela é capaz de ser das que me metem mais cagunfos impressão. E esta semana já me cruzei com duas lá em casa.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Zombie, eu?

O pequeno, para comemorar os oito meses e o facto de já se estar a tornar um homenzinho, decidiu que a noite é para os fraquinhos. Vai daí, acordou de hora em hora, exceptuando um pequeno intervalo ali entre as 4 e as 5 da matina.

Por isso, senhoras e senhores, o tom esverdeado da minha pele, a roupa mal ajarangada, o andar arrastado, a fala entaramelada e os olhos mortiços não querem dizer nada. Não se ponham já com ideias de me andarem a apontar armas de fogo e outras coisas perigosas à carola.

Heartbreak of the year

Já não haver um único bilhete para os Ornatos no Coliseu do Porto - nem a 30 nem a 31 de Outubro. E pelos vistos já há muito que esgotaram. Porra, uma pessoa anda completamente fora de circulação, tem uma notícia destas (de que vai haver concertos dos bons), pensa numa pequena indulgência nada habitual nos dias que correm, e pimba. Fica mas é em casinha que só te faz bem, toma.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Ah, é verdade

Esqueci-me de contar que encontrei quatro dos quilos que perdi depois de ter o meu filho. Ufa, ainda bem, estava a ser um drama. Os coitadinhos andaram aí ao deus-dará sabe-se lá quanto tempo e em que condições.

Status Update - 8 meses



Aos 8 meses estou um homenzinho crescido, a meio caminho entre o meio metro e o metro inteiro.
Sou brutinho como as casas. Não tenho qualquer laivo de delicadeza, deixo isso para as meninas. A minha onda é mais dar sapatadas e cabeçadas às pessoas, gosto muito.
Mas tenho um lado meloso: sou muito risonho, muito extrovertido e vou ao colinho a toda a gente. Beijinhos, gosto muito dos recebidos; dados, só babados.
Sei dizer adeus e dar palminhas, mas só faço o que quero e quando quero.
Gosto muito de comidinha, especialmente do que é doce, como os meus pais. Mas não troco a maminha da mãe por nada. Ela fica feliz, embora eu ainda acorde algumas vezes por noite e ela não descanse bem.
De entre os monossílabos e os polissílabos que eu digo, não se percebe patavina. A mãe diz que a minha primeira palavra vai ser "batata-frita", nada de mamã ou papá. Tenho uma alcunha para a mãe. Quando estou cheio de mimo ou quero maminha, chamo-lhe "nanã" e ela sabe que é para ela. Ela adora.
Já não gosto que me prendam a lado nenhum. Só gosto de me pôr de gatas ou de pé, agarrado às coisas. Andar ainda não sei, só se me levarem pelas mãos, mas ainda sou muito patarata. No entanto, sou um durão e só ando de um lado para o outro como na tropa: a rastejar. Quando estou de gatas e tenho de me mexer, desço ao andar de baixo e vou de barriga colada ao chão.
Sabem?... Sou um bebé feliz.

Edit: Uff. Este post era para ter foto desde o início. Não percebi a resistência do blogger.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

O Tico está a dormir...

... para recuperar das noites em claro, e o Teco está com uma sobrecarga no sistema, porque está sozinho e a panicar com a montanha de papelada que se encontra em cima da secretária e que vislumbra através do canto do olho da sua anfitriã. Estão os dois ocupados, portanto.
DONDE,
sem qualquer protecção por parte destes dois, o vácuo que é o restante tecido encefálico esteja a ser impiedosamente invadido por uma involuntária imagem. Pastéis de nata. Pastéis de nata. Pastéis de nata.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Reminder


Para eu pensar muito bem antes de me passar da cabeça e decidir ter o segundo.

[Brincadeirinha]

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Cena muito estranha

Estava eu aqui no estaminé a cuscar estaminés alheios, via link directo dos blogs em questão, quando ao tentar voltar ao meu me é dada a informação de que o meu blog foi removido. Ao tentar aceder ao meu mail do Google, foi-me pedido um número de telefone para me enviarem o código de segurança, pois tinha havido actividade anormal na minha conta. E ainda tive de inserir a minha password. Tive mesmo de o fazer porque a minha conta de mail do Google também é usada para coisas importantes sem as quais não posso mesmo passar. Escusado será dizer que estou para aqui toda acagaçada de ter sido hackada, eu! Uma insignifîcância como eu. Nesse prisma os meus cagaços não fazem qualquer sentido, no entanto a minha fama de drama queen não se estabeleceu do nada. E para fazer filmes é comigo.

domingo, 20 de maio de 2012

Às tantas não há problema nenhum

e o meu filho tem é alma de Cascão.

Uma pergunta de algibeira às mães mais experientes

Por que será que o meu filhote, de repente e sem que algo tivesse acontecido que o fizesse prever, passou a ter uma reacção ao banho de renúncia total? Passo a explicar:

Nasceu, odiava (normal). Ao mês e meio/dois meses, passou a adorar (normal). Sensivelmente aos quatro meses, e até à data, voltou a odiar. Mas a odiar com um vigor e uma determinação que nos fazem transpirar em barda só de pensar que chegou a hora do banho. Está nisto há mais de dois meses. Não demos conta de ele se queimar nem de a água algum dia estar fria, controlamos sempre a temperatura. Não demos conta de ele ter algum susto, por exemplo, de se atrapalhar com a água, de cair na banheira ou de se engasgar. Vamos alterando as variáveis associadas ao banho: uns dias damos na casa de banho "grande", na banheirinha dele; outros damos na casa de banho "pequena", na nossa própria banheira, sentado no anel de banho e com os brinquedinhos todos para brincar; uns dias pomos música, outros fazemos palhaçadas, outros fazemos silêncio. O resultado é sempre o mesmo: berreiro ininterrupto com lágrimas de fazer comover um talibã. Até que o tiramos da água, e aí já vai ficando tudo bem. É que isto, com o Verão à porta, e o calor, e a transpiração, os banhos que aí terão obrigatoriamente de ser diários, a praia e a água do mar... está a criar-me alguma dúvida de como as coisas irão correr.

Sugestões? Anyone?

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Pessoas entendidas

Preciso de Spanx ou afins. Isso vende-se por cá? Isto de se ser digna de figurar num quadro de Rubens é muito bonito, nada de complexos e power to the people e tudo. Mas chega de perímetro abdominal molenga, amorfo e a tremelicar. Enquanto não volto à minha velha forma (ah! ah! ah!), preciso de fingir um aspecto mais liso e torneado, sem vincos sub-tecido, de preferência!

Onde posso comprar um milagre?

Ainda sobre a capa da Time

E enquanto não leio o próprio artigo, não poderia concordar mais com esta mãe. É cansativa a forma como a amamentação tardia é estigmatizada pela nossa sociedade. Quer se ache, ou não, bonito uma criança de 2 ou 3 anos mamar ao peito, quer se opte, ou não, por dar mama a um filho até ele/a deixar de querer, quer se tome a iniciativa do desmame, respeite-se quem toma opções diferentes das nossas.

Acho desrespeitoso, para não dizer ignorante, dizer-se que é anti-natura uma criança mamar depois do ano de idade, quando já pode beber leite de vaca. Que cria dependência doentia da mãe. Que faz mal a criança continuar a bastar-se com os nutrientes do leite materno depois do ano de idade.

Mesmo que eu não tivesse lido, conversado e pesquisado intensivamente este assunto, o meu senso comum dir-me-ia que o leite de outro animal, para mais de uma vaca, que como aquela mãe muito bem frisa, está muitas vezes entupida de químicos e hormonas, não é melhor, nem mais nutritivo, que o leite de uma mãe. Leite esse, como cientificamente se prova, carregado de imunidades e antioxidantes.

A história da dependência doentia é tão descabida que me dá vontade de rir. Tenho ideia que a dependência se cria por uma multiplicidade de factores, e que será tão ou mais induzida pela educação em geral que se veicula para a criança do que pela amamentação. E posso testemunhar que conheço uma ou duas crianças que foram amamentadas tardiamente e que são extremamente independentes, esclarecidas, inteligentes, enfim. Muito à frente, diria eu em conversa de café. Mais, muito mais, do que dezenas que conheço que foram desmamadas mais cedo ou até que nunca mamaram ao peito.

Por fim, é extremamente ignorante pensar-se que, se ao ano de idade ou mais a criança for amamentada, a sua alimentação se compõe de leite materno. Eu nem acredito verdadeiramente que haja quem pense tal coisa. Aos seis meses, no máximo, a criança começa a diversificar a sua alimentação - a OMS recomenda mesmo que tal se faça apenas aos 6 meses, nos casos de aleitamento materno. Muitas vezes, por questões práticas, como foi essencialmente o meu caso, começa-se mais cedo - só amamentei em exclusivo 5 meses, mas pretendia ir até aos 6. No entanto, e isso é certo, a partir dos 6 meses, inicia-se a introdução da comida sólida no bebé. Até ao ano, o bebé é lactente, o que significa que a maior tranche da sua alimentação se deve compor ainda de leite. Mas depois dessa idade, reverte-se essa proporção. Assim sendo, as crianças comem, ainda que ocasionalmente mamem, minha gente! Comem pequenos-almoços, lanchinhos, almoços, jantares! Comem papa, sopa, carninha, peixinho, ovos, arroz, massa, fruta, bolachinhas, vegetais, pão! Mas algumas, em vez de beberem leite de vaca quando bebem leite, bebem leite da mãe. E parece que aí é que está o problema.

Eu confesso que estou cansada do preconceito. O meu filho só tem seis meses, e sempre que eu digo que amamento, perguntam-me se ainda tenho leite (muito natural que tenha, errado pensar-se que o leite acaba de um dia para o outro), se o meu leite chega (chega pois, para as vezes que ele bebe, é que ele também já come! E o meu leite agora é produzido à exacta medida do que ele bebe), se ele não tem fome (tem sim, ao cabo de duas ou três horas sem ingerir nada, normalmente tem fome), se não me sinto muito presa. Não, não me sinto presa. Sinto-me livre por amamentar. Sinto que o meu filho nunca terá fome porque eu o amamento. Sei que se um dia me esquecer da papa em casa, ou do boião da fruta, posso estar onde estiver que ele não terá fome enquanto esteja comigo.

Não sei se ele continuará a mamar até um dia já falar e ser ele mesmo a pedir-me a maminha. Não tenho um plano. Tenho opiniões. Não me sentiria particularmente à vontade ao ter um filho grande agarrado ao meu peito em público, pois infelizmente sou permeável à opinião dos outros e sentir-me-ia olhada de lado. Mas acredito - e a OMS, que até "percebe" alguma coisa de saúde, corrobora - que um bebé pode e deve ser amamentado até aos 2 anos, se o quiser. Por isso, se o meu filho quiser continuar a mamar, certamente que até aos dois anos lhe farei a vontade, e depois logo se vê. Tenho a certeza que o rapaz, tendo os pais que tem, há-de gostar muito de comidinha. E quando ele quiser dedicar-se à comidinha e esquecer a maminha, terá toda a liberdade do mundo para isso.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Estou com algum receio do dia de amanhã...

... especialmente porque acabei de enfardar uma percentagem perigosa de uma tablete de chocolate de culinária.

[Sim, continuo uma desequilibrada alimentar]

[E sim, continuo assolapada de amores pelo meu pequeno troll, a viver de modo talvez demasiado intenso esta história de maternidade, pelo menos no que ao seu lado menos risonho concerne, assoberbada de trabalho sem tempo para lhe dar vazão, e com demasiadas coisas não-divertidas, mas não-trágicas, a acontecer em simultâneo. Desejando que a ordem e o controlo voltem a mostrar as trombas no meu destrambelhado quotidiano]

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Já lá vai o tempo em que assinava a Time

E é pena, estou cheia de curiosidade por esta edição.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Modo: foca.

As lontras são tão last season.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Encontrei no Pinterest


E tive de partilhar... ouch!

sábado, 28 de abril de 2012

Ah, só mais uma coisita

Que raio aconteceu aqui ao blogger? Bolas, uma pessoa não pode desaparecer durante uns tempos que quando volta está tudo do avesso. Não gosto nada disto, ando para aqui como uma barata tonta.

Quebrar o silêncio :)

Para dizer que me apetecia ir a Londres. Ai, apetecia-me tanto! E era só. Então, 'té loguinho.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

É impossível

Não morrer de amor por este pequeno troll, todo despenteado e vermelho nas bochechas vincadas do sono, que acaba de despertar nos meus braços.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Soirée au cinéma chez moi

Maravilhosa cinematografia, uma história deliciosa.

O meu novo melhor amigo

BabyTv, mais os seus Cuddlies, o Tulli, o Gato Henrique e resto da família. Está sempre lá quando preciso dele, valha-nos S. Meo.

terça-feira, 27 de março de 2012

Apesar dos problemas de pele que tenho e que já relatei aqui, decidi interromper os cremes específicos, pois achei que, ao fim de tanto tempo de uso ininterrupto, já não estavam a fazer efeito nenhum.

Estou a experimentar este Fluide Matifiant Hydratant Vinosource da Caudalíe e comprovo o que já tinha concluído noutras ocasiões: adoro produtos de vinoterapia. E a senhora da farmácia [que estava claramente a impingir-me este creme, em detrimento dos Avènes e La Roche Posays que eu andava a mirar] ficou tão feliz por eu o ter escolhido que me deu uma catrefada de amostras de produtos Caudalíe que estou desertinha por experimentar.

The time is now

Ontem, absolutamente por acaso, tropecei numas imagens minhas de 2007. Tinha seguramente uns dez quilos a menos. Quero regressar a esse bem-estar.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Os meus estranhos hábitos alimentares

Sempre fui uma grandessíssima gulosa, mas isto intensificou-se desde que engravidei, e piorou substancialmente desde que tive o bebé.

O problema actual na minha alimentação é que de repente, sem que nada o faça prever, fico com uma obsessão por qualquer coisa [invariavelmente nada saudável] e depois só quero comer essa qualquer coisa, todos os dias, senão parece que fico com um enorme desconsolo dentro de mim. Desde que o bebé nasceu já passei por várias fases obsessivas: batatas fritas de pacote, pastéis de nata, McFlurry de Oreos, e agora as farturas. Graças a Nossa Senhora da Boa Alimentação, ainda consigo manter alguma sanidade mental e não comer estes meus objectos de desejo sempre que me apetece, porque caso contrário seria mesmo TODOS OS DIAS, I kid you not.

E enfim, estou na fase das farturas. Farinha, frita, gordurosa, coberta de açúcar e canela. Está visto que não posso descer à Avenida enquanto esta tara não me passar.

Ainda não é S. João...

... que raio, ainda nem sequer é Páscoa!, e já levo duas farturas no lombo. Por este andar, até Junho há muita margem para pecar.

domingo, 25 de março de 2012

Decididamente preciso de fazer uma limpeza ao 5º andar

Com um solinho deste, 27 graus lá fora, e ainda assim prefiro ficar em casa, de pijama, entre os dois homens de ma vie.

quinta-feira, 22 de março de 2012

terça-feira, 20 de março de 2012

Something's gotta give

Esse é o meu problema. E, ao mesmo tempo, a solução.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Hoje apeteceu-me quebrar o silêncio por uma coisa de nada

Uma daquelas coisas minúsculas mas que nos deixam satisfeitas e de bem com a vida. Um pequeno-almoço delicioso. Uma cevada quentinha, duas fatias de pão de sementes com o melhor doce de abóbora do mundo, um sumo de manga. Um chá de funcho passado algum tempo, para finalizar. Estou compostinha. E pronta para mais uma sessão de brincadeira com o filhote, com quem estou esta manhã.

sexta-feira, 2 de março de 2012

É impressão minha...#2

...ou esta temporada que está a passar da ANTM é composta de bi-atches? Excepto a Raina 'tadinha, tão feliz e bubbly.

quinta-feira, 1 de março de 2012

É impressão minha... #1

... ou todas as housekeepers e afins (detesto o termo empregada, não sei por quê, e acho sooooo novo-rico dizer-se "a minha empregada", mesmo que se fale da mulher-a-dias) têm uma costela - eu diria até uma caixa torácica inteira - de decoradoras, arquitectas de interiores, you name it?

A menina que cuida da limpeza semanal aqui do nosso humilde lar, do engomanço - que esse então é mesmo cena que não me assiste - e ocasionalmente babysitta o meu filhote tem uma brutal costela dessas. Gosto mesmo muito dela, mas se há coisa que mexe com os meus nervos é todas as semanas ter de voltar a pôr as plantas no sítio delas, tirar os objectos da diagonal e recolocá-los na posição que eu gosto, etc. etc. etc. Já para não falar da loiça que é guardada nos locais mais estranhos, tudo fora do seu sítio, da roupa que idem aspas, e da Bimby que eu ia assassinando porque estava com um aspecto perfeitamente normal, como se estivesse completamente montada, mas na realidade não estava e por causa disso eu afoguei-lhe o motor com um litro de água.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

E o meu amor...

... maior que tudo, embora um dos mais pequeninos em tamanho real, fez hoje quatro mesinhos. É o orgulho incontido de sua mãe, todos os dias um pouco mais ligada a ele, um pouco mais apaixonada por ele. Este amor incomensurável é assim que é vivido por cá, não despontou brutalmente e todo de uma vez num único momento, já de si pleno de emoções, dores, medos e alívio. Vai aumentando os decibéis de dia para dia, já gritando no meu ouvido e tornando-se impossível de abafar por quaisquer outras sensações.

I haven't been saying it enough


But you, you I love. And I expect us to become two old bags someday. Together.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Ca boas

Se não me ponho fina, temos novo vício.

O filme do fim de semana (e não só)


Viva o Sr. Spielberg, que nos continua a brindar com estas magníficas pérolas. Foi o filme a que assistimos este fim de semana, mas (e ressalvo apenas que não tenho visto muitos mais) poderia facilmente ser o filme do ano. Do mês, vá. Do mês é de certeza. De chorar baba e ranho.
E deu-nos vontade de ir a correr assistir à peça. Seja no West End, seja na Broadway. Acho mais provável que seja no West End, mas quem sabe? M., apontamos isso para Junho de 2013? :)

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Eu explico

Simplesmente aconteceu. Comi morangos no Verão/Outono de 2010, depois no Inverno eles já não são tão bons e eu parei de comprar (nem sei se ainda os havia à venda), depois engravidei e, apesar de ter sido sempre liberal no que comia, a não imunidade à toxoplasmose falou mais alto e optei por não comer durante a gravidez.
Entretanto, nunca mais me lembrei deles até hoje os ter visto no hiper, tão grandes e gordos, maravilhosamente rubicundos. E não é que o sabor condizia com o aspecto? Deliciosos.

E passado mais de um ano...

... eis que ela volta a comer morangos.

Estou num deleite, num êxtase, a saboreá-los como se da maior iguaria do planeta se tratasse.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Está visto e mais que provado...

... que sou uma executiva e não uma criativa. Tão fácil quanto isto: muitas vezes escrevo melhor nas caixas de comentários alheias que no meu próprio blog.

The ugly beast

Se há coisa que decididamente não é compatível com a minha natureza, me desilude e me oprime, essa coisa é a mentira, seja em qual das suas feias formas for. Falta de verdade, omissão, dissimulação, encobrimento, you name it. É muito difícil voltar atrás num acto destes. É quase irremediável o retorno da confiança que se perde. É quase impossível nunca mais se ter reservas.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Melhor bolo de chocolate do mundo, my a**

Para a minha humilde pessoa não o é. Ninguém me avisou que o dito cujo é feito de algo muito semelhante a... suspiros. Me no like suspiros. Também ninguém me avisou que as fatias são vendidas num tamanho inversamente proporcional ao preço. Minúsculas vs. exorbitante. Entenda-se que os dois factores são heteroexplicativos: minúsculas porque exorbitante, exorbitante porque minúsculas.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

O novo habitante cá do burgo

É o melhor bolo de chocolate do mundo. Eu, como pessoa hospitaleira e curiosa que sou, tenho de lá ir dizer-lhe olá e dar-lhe uma trinca. O que não vai é ajudar-me nada a perder este Michelin que ganhei aqui à volta do meu abdominal transverso.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Medooo.

(clicar na imagem para ver melhor)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Não fiquei grande fã

Não fiquei grande fã desta versão americana do primeiro filme da trilogia Millennium. Apesar de adorar tudo o que o David Fincher fez até ao momento, este desiludiu-me um bocado. Talvez por ter lido os livros... quando isso acontece, normalmente fico presa ao meu imaginário e ao enredo do livro (principalmente se tiver gostado). Nota alta para a banda sonora though.

Bem mais fiel, o filme escandinavo que antecedeu. Desse até gostei bastante, apesar (ou talvez por causa) da ausência da espectacularidade que o cinema de Hollywood sempre imprime aos seus trabalhos.

E definitivamente, apesar da febre Rooney Mara, gostei MUITO mais desta Lisbeth Salander da Noomi Rapace. Mais understated, mais crua, ainda menos emocional.

The Hardest Job in the World

Adorei a ideia expressa neste texto da Ana Maldivas. Realmente, temos de nos convencer que, independentemente do reconhecimento alheio, somos todas as melhores mães do mundo para os nossos bebés. Pelo menos, as melhores que podemos e sabemos. E mais não nos pode ser exigido.

Mas, ainda assim, não deixa de ser um trabalho-dureza. Um que só conseguimos levar a cabo com um enorme sorriso porque somos movidas a amor. A um amor sem par.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Domingo com sabor a...

...casa quentinha, relaxamento, sestas de meio de manhã, filmes e séries, os dois homens da minha vida, descanso nos braços do maior, beijocas na bochecha do mais pequenino, bagels Mac Donald's, chá quentinho, muito aconchego.

Now following




A adicionar às do costume, as novas séries on the block.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Mas depois...

... ele dá-me um sorriso de língua de fora, uma gargalhada mal amanhada e agarra na minha mão, e eu derreto-me numa poça de amor.

Ora aí está a explicação

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Sabes que bateste no fundo...

... quando, após iniciar uma conversa com "amor, não me leves a mal", o teu marido te diz que o teu look desse dia lhe fazia lembrar uma americana de 50 anos com uma sweater de Natal.

E o pior é que tinha razão.

Em minha defesa, os padrões jacquard não estão in este ano? E desafio qualquer pessoa a tomar banho e arranjar-se completamente no tempo recorde, estabelecido por mim, de 1 minuto e 45 segundos, a ver se fazem melhor serviço.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A expectativa é grande

Como será hoje a noite? Seja como for, estou mentalizada para o cenário mais indesejado. Tudo o que vier a mais é bónus.

*muito obrigada pela força que fui recebendo nos comentários aos posts anteriores. Acho que realmente estou debilitada o suficiente para não estar a lidar da melhor maneira com estes ossos do ofício, e faz-me bem ler palavras de alento, mais ainda vindas de quem passa/passou pelo mesmo. Obrigada mesmo*

E vai outra

Hoje o meu dia começou às 4h. Engraçado que o anterior tenha terminado à meia-noite. E que pelo meio já tenha andado a pé, para alimentar o pequeno buda.
Tenho a certeza que estou a milímetros, a nanossegundos de perder o juízo.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

As coisas simples.

Um copo de vinho tinto.
Um chá verde.
Chocolate.
Ar ameno a aflorar-me a pele.
Oito horas de sono profundo.
Rodopiar ao som de um ritmo qualquer.
Sentar à mesa e desfiar conversas com gente amiga.
Um filme num écrã do tamanho de uma parede.
Caber nas minhas roupas.
A despreocupação de não ter obrigações ou horários.
O namoro sem inibições.
Planear uma viagem.
Fazer as malas e partir.
Perder-me num livro.
Tomar um comprimido se me dói um ouvido.
Espairecer numa refeição fora de casa.
Sermos só nós três.

O estilo, a pinta, o bom aspecto são cenas que não me assistem de momento

Em geral, vejo-me como uma mistura entre o cuidado com a aparência e a low maintenance. Ou seja, gosto de trapos, gosto de me sentir bonita e de estar de bem com o meu aspecto, e até tenho algum jeito para me saber favorecer, mas sou preguiçosa demais para por exemplo, um entre tantos, ser uma daquelas mulheres que todos os dias pegam nas placas de alisamento e transformam a sua juba numa melena perfeita. E acredite-se que bem gostava de o ser, mas lamento. Não sou mesmo. As placas estão lá, mas são apenas usadas naqueles dias em que o espelho me grita de susto.

Neste momento, tenho um problema. O espelho grita-me todos os dias. E a hecatombe do meu aspecto global manifesta-se nas suas mais variadas formas e feitios. Depois de uma avaliação ponderal na minha nutricionista no passado sábado, descobri que já recuperei dois dos quilos perdidos depois do parto. O que não admira, se tivermos em conta que ultimamente estou viciada em coisas com açúcar, que é SÓ o que me apetece. Mais do que os quilos recuperados, doem-me os sete centímetros que estão a mais no abdómen e o mísero centímetro que está a mais na anca, e que mesmo sendo mísero me faz diferença. As boas notícias continuam: devido a algumas sequelas do parto, não posso fazer exercício com algum impacto - o que poderia ajudar a resolver esta situação - antes dos cinco ou seis meses do bebé (a correr bem a minha recuperação). Resta-me ter cuidado com a alimentação - o que significa cortar nos alimentos açucarados, visto que o restante está bem e é para manter; não posso fazer dieta enquanto amamentar -  e investir nos cremes. Estou a usar um anti-estrias e um reafirmante pós-parto, mas (reality check) não há milagres.

Depois, temos a travessia no deserto que é tentar encontrar coisas no armário para vestir. Para estar em casa há lá muito: uns leggings, meias quentinhas e camiseiros confortáveis herdados da gravidez resolvem-me o problema - pelo menos já recuperei da fase deprimente de não tirar o pijama todo o dia que me acometeu no princípio. No entanto, visto que retomei o trabalho, tem sido o terror vestir-me para sair de casa. Por um lado, as mamocas de produtora láctea e os malfadados sete centímetros extra na barriga impedem-me de vestir grande parte das minhas camisas e das minhas calças ou saias mais formais; por outro, a função propriamente dita de produção láctea impede-me de usar montes de camisolas e vestidos quentinhos e bonitos que habitam lá no guarda-fatos, por mor do aspecto prático da coisa. Investir numa reforma do guarda-roupa está fora de questão. Entre pediatras, vacinas não comparticipadas, revisões das carroças, casa nova a aproximar-se vertiginosamente com todas as suas despesas agregadas, tantas coisas que agora não me lembro, a crise em geral e a minha ideia de mudar os hábitos de consumismo instalados em particular, não dou qualquer tipo de prioridade a gastar dinheiro em trapinhos que (espero) daqui a algum tempo me serão enormes. Claro que aproveitei os saldos para fazer algumas pequenas aquisições, mas a verdade é que a minha falta de pachorra para a época de saldos me impede de encontrar as pérolas que vejo as minhas amigas a comprar. De modos que temos aqui um ananás para descascar.

Por fim, não sei se aborde a questão da minha cara de peixe morto, à conta de 90 noites consecutivas mal dormidas, se aborde a questão da minha ronha contra a minha querida R., que sempre foi uma verdadeira iluminada com as tesouras quando confrontada com a minha cabeleira de leoa. Até agora. Acontece que, das duas últimas vezes que me atendeu, não correspondeu às altas expectativas criadas, e o resultado é que ando para aqui a luzir um corte que não me agrada absolutamente nada. Como mulher prática e pragmática que sou, face ao que disse acima da coisa low maintenance (e que neste momento se encontra elevada à terceira potência à conta do pequeno piolho que habita grande parte do tempo nos meus braços), a solução para mim passa por um corte de cabelo que, ao lavar e deixar secar ao natural, fique bem - e possa ser upgraded com uma secagem com escova, ou com uma passagem das tais placas. Não por um corte de cabelo que exija um sérum para facilitar o aspecto mais liso, secagem de cada vez que vai ao chuveiro e ainda acabamento de passagem a ferro para ficar sofrível (que eu não tenho jeitinho nenhum para estas coisas).

Resumindo e concluindo, estou feita. O que vale é que me consolo com a ideia de que tudo isto é temporário, que dentro de algum tempo o meu cérebro estará mais livre e apto para investir no habitual aprumo e que esta baixa de rendimento acontece porque estou a cumprir outras funções com o meu corpo, funções que também me deixam feliz e completa. Se estou mais gorda é porque também alimento outro ser, se estou mais despenteada é porque lhe dei muito colinho e miminhos, se não estou tão bem vestida é porque o tempo não me chegou para encontrar uma toilette mais bonitinha. Paciência. Dentro em breve tudo melhorará.

Mais uma noite supimpa, cortesia de Sua Alteza o Principezinho de Copas

Que decidiu que o que é bom é resistir ao soninho, precisar de ser literalmente enfaixado como uma múmia para adormecer, acordar de duas em duas horinhas e depois menos (1h, 3h, 5h, 6h30), e agora anda aí fresco e fofo, cheio de guinchinhos e brrr brrr enquanto lança jactos de baba, enquanto pobre mãe bebe um café fracote, numa vã tentativa de aguentar as persianas abertas sem precisar de palitinhos e de assegurar os serviços mínimos do debilitado cérebro, visto que o dia de trabalho se inicia e o dito é em considerável quantidade. Oh joy.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Por cá...

Entrámos na fase dos guinchinhos e das tentativas de gargalhar, do meter as mãos pela boca dentro até engasgar ou dar vómitos. Da curiosidade pelo que está perto, do tentar agarrar e levar à boca.

Hoje estamos chatinhos. Não estou bem sentado, não estou bem de pé, não estou bem deitado, ameaço que choro, deito fora muito leitinho, tenho soluços. Parece que tenho sono, mas não durmo, resisto ao sono. Parece que estou a puxar pelo cocó, mas não acontece nada, ainda que a mamã experimente todas as massagens, beba todos os chás, estimule de todas as maneiras possíveis. Ela já nem sabe o que fazer. Hoje estamos cansados.

Já tinha saudades

O Paracuca voltou e  eu não sabia. E com novidades tão boas.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

É que já não há traseiro que aguente

Não consigo ver nem mais uma vez os anúncios da Zon e da Meo. A paciência tem limites.

domingo, 8 de janeiro de 2012

A mais dura provação

Exagero, claro. Mas lamento ter descoberto que, se eu não comer chocolate, o pequenino anda bem menos choroso e queixoso da barriguita.
Daqui a uns meses, quando me apanhar novamente off-probation, vai ser o bom e o bonito.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

São tão fofinhos, não são?




Pois eu ando dividida entre dar-lhes muitos beijinhos e abracinhos, e espetar com eles num pyrex, levá-los ao forno e servi-los por coelhos.
Por um lado, tenho pena deles, porque sei que eles notaram muita diferença na convivência com os donos, desde que a casa tem mais um habitante. Sei que eles andam stressados e sentem a falta do tempo que passavam connosco. Sei que ficam afectados por eu não os deixar entrar em certos espaços onde antigamente passavam muito tempo (mas isso tem uma explicação muito racional).
Por outro lado, não há paciência que resista ao manancial de asneirada que estes dois fazem diariamente. É que não há. Uma. Atrás. Da. Outra. Levam uma pessoa à loucura. E acho que eles não conseguem, apesar da astúcia felina que os caracteriza, atingir o quão perigoso é fazer zangar uma pessoa que sofre de privação de sono há tanto tempo como a dona. Considerem-se avisados.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Estou mesmo triste. Deprimida até.

Não me quero separar do meu macaquinho. Nem por meio dia sequer. Sei que ele também precisa de mim. Em rigor, precisa mais ele de mim; a minha dependência é "apenas" emocional. Nos últimos 60 e tal dias, contam-se pelos dedos de uma mão as horas em que estivemos separados, e dói-me a alma de pensar que em breve terei de ser forte.
Amanhã chegou cedo demais.

E continuando no tópico "cinema"

Resultado do cruzamento entre a minha Meobox e o Fox Movies:





Uns para ver, outros para rever. Tendo em conta que amanhã (buááááááá) já volto ao trabalho, e que quero continuar a dar full attention ao meu pequenote quando estiver em casa, sempre quero ver quando vou conseguir...

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

New Year's Day movies

Uma catrefada deles, e dos bons...

God, how I love Mr. Bridges...

Um dos melhores do ano que passou, na minha humilde opinião.

Entre o previsível e o algo interessante. Não desgostei, não adorei.

O único que não consegui ver até ao fim. Muito técnico, não me prendeu.