segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Hopeful, not hopeless

However, e apesar de tudo o que vai dito - ainda que feio, é verdadeiro - sinto-me sempre hopeful. Acredito que, desde o negro ano de 2008, essa esperança é o que me mantém fora de uma cama, resistente à poderosa herança genética e à inominável "d" que vai no sangue dos meus. É uma capacidade estranha de achar que, apesar de me sentir puxada para baixo, me vou conseguir içar sozinha. E vou. Vou.

2 comentários:

Vee disse...

É isso mesmo. Manter a esperança mesmo quando sentimos estar a um passo de atirar tudo ao ar e fugir. No meu caso não falo em relação à maternidade mas mais à realização profissional (por vezes acho que por um instante ultrapasso aquela linha que separa uma pessoa sã de uma louca e depois volto a mim novamente).

Purple disse...

E vais! Por um bem maior, tu mesma e o teu filho que precisa de ti para o educar e encaminhar neste Mundo.

Digo-te eu que em 2010 dei um Basta! no mundo das ansiedades e procurei ajuda. Daquela que não nos dá um comprimido milagroso mas nos obriga a dizer tudo o que nos vai escondido na alma.
Há que bater o pé e contrariar o que sentimos. Porque um dia aprendemos realmente a colocar um travão nos nossos tormentos.

Beijinhu grande