domingo, 23 de setembro de 2012

Last Goodbye



This is our last goodbye
I hate to feel the love between us die
But it's over
Just hear this and then I'll go
You gave me more to live for
More than you'll ever know

This is our last embrace
Must I dream and always see your face
Why can't we overcome this wall
Well, maybe it's just because I didn't know you at all

Kiss me, please kiss me
But kiss me out of desire, babe, and not consolation
You know it makes me so angry 'cause I know that in time
I'll only make you cry, this is our last goodbye

Did you say "no, this can't happen to me,"
And did you rush to the phone to call
Was there a voice unkind in the back of your mind
Saying maybe you didn't know him at all
You didn't know him at all, oh, you didn't know

Well, the bells out in the church tower chime
Burning clues into this heart of mine
Thinking so hard on her soft eyes and the memories
Offer signs that it's over... it's over

sábado, 22 de setembro de 2012

domingo, 16 de setembro de 2012

E da c-r-i-s-e?

Não falo. Estou farta dela, de governos, de desgovernos, de gente comedora e de gente opaca, de muita faladura e pouca solução. Porque a verdade é que a luz não se avista. Tristemente, acreditei que pudesse existir alguma integridade neste governo - tenho, pelo menos, de dar a mão a castigar pela falta de melhorias que hoje, muitos meses depois, se verifica. Pouco mudou. E eu já acredito em muito pouco. Por isso, não falo. Não posso.

Se me ocorrer uma solução, contudo, eu venho cá dizer. Ou se, entretanto, surgir uma iniciativa que verdadeiramente adiante, eu apoio e dou o meu sangue se for preciso. Ou alguém que realmente traga um fósforo para acender a tocha que nos guie para o fim deste túnel.

Séries, séries, séries...



Sou mesmo uma viciadona em séries. De todo o género, mas tenho um soft spot por comédias. Adoro sitcom. Já sigo estas, recentes e muito boas. Mas tenho saudades das minhas do costume. Vale que estão quase a começar.




Hoje.

Hoje não me apetece pensar em crise. Hoje tenho saudades de Paris. De Londres. De Nova Iorque. Do meu belo Puri Mas. De campos de arroz a perder de vista. Da Stroget. Da chuva tropical. De acarajé e bolo de fubá. Da brisa fresca do Báltico. De bolo do caco. De praias de pedra. De pizza em forno de lenha e gelato feito por eles. De tribos perdidas na bruma. De praias desertas de pessoas mas povoadas de vacas. De quatro patas. Do frio na cara enquanto se desce a montanha em (relativa) velocidade. Da sensação de cabeça leve quando se está acima dos 3000 metros. De tudo o que já (vi)vi nesta vida, e mais ainda daquilo que me falta (vi)ver. Mas não faz mal. Hoje tenho os beijos de baba do meu filho. A ternura do meu homem. E por hoje, por amanhã e depois, isso basta-me.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Weird

Uma pessoa dar um mega (MEGA!) corte no cabelo e, excepção feita - obviamente - ao cara-metade, ninguém (NINGUÉM!) me diz nada. Hum. Leio nas entrelinhas.