quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

On and off

Mais uma vez, acho que não é regime andar para trás e para a frente, in and out, on and off. Acho que - ao contrário do que eu pensava, ou do que me queria convencer - isto de ter um blogue definitivamente não é para mim. Acho que as publicações que têm sido feitas por cá falam por si.
Adicionalmente, acho que sequer ler blogues seja exercício que eu deva praticar. Acho que me faz mais mal que bem. Acho que desperta em mim demasiada negatividade o ver a crítica constante, a tudo e a nada, o ridicularizar-se tudo e mais alguma coisa da vida alheia, o azedume. Acho que desperta em mim uma comparação demasiadamente auto-crítica ver noutras pessoas o estilo de vida saudável que perdi sei lá onde. Enfim, it's not you, it's me. Talvez seja eu que leia os blogues errados, entre outros que - pela inteligência, pela proximidade ou pela boa onda, e estas pessoas sabem quem são - são tão certos. E talvez seja eu que precise de me encontrar lá fora, e não aqui dentro do mundo perversamente absorvente da internet.

Alas, não vos prendo mais. Às pessoas que me lerem, um obrigada e um abracinho bom. Vou viver.
Caso me venha a arrepender, até um dia destes. Smily face.

sábado, 30 de novembro de 2013

E é isto

Depois de o miúdo ter ido para a cama, tenho aqui o intercomunicador sempre a dar sinal de vida. Por causa dos roncos do pai, que até aposto adormeceu primeiro que o puto.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O melhor do meu dia...

... hoje também foi o pior. Lamento, mas hoje não consigo mesmo imprimir o tom positivo que esta rubrica propõe.
Sinto-me triste por não conseguir que a minha mente se sobreponha à minha matéria. Porra, sim, vou falar de dietas e de comida responsável e disso tudo. Eu não sou uma gorda da espécie blogosférica, não tenho 5 kgs a mais que urge perder, sob pena de não ter uma thigh gap que mereça ser fotografada ou de ficar com borreguitas a sair do cós das calças. Eu tenho 23 kgs para perder. Há 7 meses tinha 25, há 5 meses tinha 17, e hoje tenho 23. É esta a velocidade com que o peso se aloja e desaloja no meu lombo. Sei que eles estão ali e quero-os dali para fora. Respiro como uma grávida em fim de tempo, perco o fôlego ao segundo lanço de escadas e estou, basicamente, cansada e miserável o tempo todo. Infelizmente, a minha mente não se sobrepõe à minha matéria, teima em dizer-me que estou exausta depois de um dia a olhar para artigos e contratos e merdas, e que ir trocar de roupa, quase morrer no meio das magras que olham para a minha cara afogueada com desdém, tomar banho e trocar de roupa outra vez, e correr para fazer a casa funcionar antes de aterrar para mais uma voltinha é simplesmente inútil; e teima em dizer-me que não me apetece pensar em coisas boas e não calóricas para fazer para o jantar, quando há toda uma miríade de coisas calóricas, saborosas, rápidas e fáceis que me vêm à cabeça em três tempos. Teima em dizer-me que o meu filho é o castigo que é para comer, que as poucas coisas de que gosta incluem arroz e massa, e que estar, no fim de um dia, a fazer duas comidas para uma só refeição é trabalho que não me apetece nem compensa fazer. E, acima de tudo, e o mais grave de tudo, teima em não me deixar sair deste estado de espírito que me agrilhoa. Estou viciada, adicta. Comporto-me como uma drogada quando se trata de açúcar. A minha mente não se sobrepõe à minha matéria. E hoje estou em baixo e triste, porque não sinto a vontade de mudar, nem a vontade de ficar assim, neste corpo que me repugna ver. Ele não é meu, é um fat suit que a minha mente fraca me deu e não consigo tirar. Já sei, já sei, parte tudo da força de vontade, mas merda para isto tudo. Hoje não há, hoje falhei e errei, e aquele momento que foi o melhor do meu dia, como se uma dose de cavalo entrasse alucinante e libertadora na minha veia, foi também o pior.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

O melhor de hoje...

... foi o meu final de dia, a dois, com o meu mais-que-tudo-pequenino. Ouvi-lo dizer "o pi" e "o bola" para se referir ao pê e ao bê de bola do tapete de letras em que brinca. O olhar fixo e resoluto de quem pensa "goto de ti mamã", seguido de um beijo rechonchudo.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

O melhor do meu dia

A minha beringela parmigiana do almoço.

O melhor dos meus dias


Gosto muito desta iniciativa da Catarina, potenciada também pela Ana. Vou tentar lembrar-me sempre do melhor do meu dia, até porque é para mim um exercício muito benéfico. Ser mais positiva urge.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Vi e gostei



E eu já gostava do Mark Ruffalo, mas agora... upa upa.

domingo, 10 de novembro de 2013

Retomar os velhos e bons hábitos

Quando era pequena, era uma leitora de mão-cheia. Aprendi a ler com três anos. E cedo passei das Anitas, coelhinhos, Condessas de Ségur, fábulas, contos de fadas e demais livros fofinhos de capa dura e cheios de ilustrações para os Cincos, Setes, Uma Aventuras, Patrícias, Clubes das Chaves, As Gémeas (começa aqui o meu gosto por literatura policial/mistério) e outros que não me lembro. Ao mesmo tempo, tornei-me ávida consumidora de BD - numa primeira fase os Disney e o Maurício, quando entrei para o ciclo preparatório a biblioteca escolar trouxe-me o Quino, o Goscinny e o Uderzo, e o Hergé. Até entrar para o secundário, posso afirmar com segurança que lia vários livros por semana. Era como eu ocupava a maior fatia do meu tempo livre.

No secundário e faculdade, o meu tempo livre encolheu misteriosamente, ou algo se passou. Ainda assim, não deixei de ler, e continuei a um ritmo saudável - pelo menos um livro por mês. Durante toda a minha vida, na minha mesinha de cabeceira sempre morou um livro, pelo menos.

E assim continuou até ter conhecido aquele que é hoje o meu marido. De repente, vi-me muito mais enredada na internet (porque passei a tê-la em casa desde que ele veio morar comigo), vi-me a acompanhar séries (coisa que anteriormente só fazia se passassem nos quatro canais abertos, e com sorte), e em geral passei a não ter disponibilidade para ler. Pior: com a passagem do tempo e a acomodação do cérebro à fast food intelectual, deixei de ter vontade, concentração e capacidade para a leitura.

Agora, com um filho de dois anos cuja maior obsessão na vida é gritar "papámamãpapámamã" assim mesmo, tudo junto... nem sequer tenho possibilidade de o fazer em 90% do meu tempo de não-trabalho. [e para dizer a verdade, gosto de poder brincar com ele enquanto ele quer tão intensamente brincar connosco][mas também gostava que ele se entretivesse sozinho às vezes, só por uma horinha, e me deixasse aproveitar um bocadinho de uma manhã ou tarde de sorna no sofá, com um livro e uma caneca de chá]

Bom. Isto tudo para dizer que urge retomar os velhos e bons hábitos, e que o meu cérebro me pede desesperadamente para recomeçar a ler. Nem que o tenha de fazer à noite, quando já estou perdida de todo, e consiga ler apenas uma página antes de tombar para o lado. Estava a tentar pegar num García Márquez que está em lista de espera há muito tempo - O Amor em Tempos de Cólera - mas acho que é melhor virar-me para uma história com menos personagens e mais suspense, para me agarrar e fazer o cérebro voltar a carburar em condições.

Agora é que o Lidl nunca me irá oferecer o pequeno-almoço na cama

Mas tenho de fazer o serviço público de avisar que os rissóis de camarão e lagosta, para fazer um poema, saíram uma grande bosta.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Land of opportunity

Ao olhar para um determinado processo à minha frente, e à categoria de valores que são pedidos a título de indemnização por uma queda sem consequências de maior, só me ocorre que chegámos aos USofA e ninguém me avisou.

O desgosto que me deu

Alguém me conta o que aconteceu ao Poplex? Tenho tantas saudades da Rachelet.

Dizer isto é muito creepy?...

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Estou pr'áqui que nem m'aguento

De contentinha. E não é só por estar quentinha no sófá a beber minha cevadinha, não. São os planos, os planos.... É tão bom ter planos.

As coisas que eu vejo

Hoje, nos meus afazeres pela rua, entro numa loja de decoração - elegante, moderna, chique até - para perguntar o preço de um item da montra que me interessou. E tive de levar com um senhor a marralhar como se estivesse na feira de Carcavelos, se é que ainda se regateia nas feiras, enquanto comia castanhas assadas e atirava com as cascas e peles para o chão da loja. A má educação alheia consegue ultrapassar os limites do meu entendimento, sempre.

sábado, 26 de outubro de 2013

i carry your heart with me [i carry it in my heart]

Pequeno pinguim faz dois anos e é isto. Coração de mãe a abarrotar, golfadas de amor a cada sístole, um suspiro de incredulidade feliz a cada diástole. Não sei como, mas passaram tão depressa estes dois anos, e o quão gratificante é, a cada novo dia, observar este meu filho a engolir o mundo sem mastigar, ávido e guloso. E eu não consiguia dormir e tive de lhe dar um beijo no escuro, porque este coração, por vezes, simplesmente abarrota.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A maior prisão de todas.


Acho que já se pode qualificar como mala pata

Depois de uma experiência execrável com um arroz de tamboril que confeccionei ontem, e que conseguiu um lugar na história como o pior arroz de tamboril de todos os arrozes, hoje - outro grande tiro ao lado. Um bolo de caneca impossível de comer. Seco, massudo, demasiado cozido. Se alguém vir por aí a minha sensibilidade culinária, dê-me um toque, sim?

domingo, 13 de outubro de 2013

On another thought...

Agora que tenho a cozinha branquinha que eu queria, com aquele chão de mosaico lindo, imaculado... Strike that. Nunca está imaculado. Nunca. Agora que tenho a cozinha linda e branquinha que eu queria, só tenho saudades do meu velho granito.

Nos entretantos

E como o mais importante nisto tudo é sempre a velha máxima do "comer saudavelmente", e com qualidade, tenho optado por comprar os meus vegetais e legumes a agricultores da região, tudo biológico que isto para bichezas e porcarias já bastam as que a gente não sabe que come.

Nem imaginam o cheirinho que vem da cozinha, onde está a borbulhar um molho de tomate, feito com tomate coração de boi, que daqui a nada vai acompanhar uma massinha. Daquele tomate feio, muito feio, mas saboroso como o caraças.

A minha eterna relação com a dieta

Se calhar era melhor aceitar que, para mim, comer é tipo a segunda melhor cena desta dimensão em que vivemos, que não tenho um metabolismo sacado do Euromilhões da natureza, e ser assim uma budinha rechonchuda para o resto da vida.

O problema é que neste corpo quasi-quasi-obeso vive uma magra em potência, que sonha com voltar a calçar aquelas botas de cano que há duas estações não entram, e vestir aquela túnica boémia com aqueles leggings, e vestir aquele vestido que nunca mais ficou bem, enquanto enfarda mais uma fatia do bolo tão bom que fez para o miúdo e ainda não foi desta que ele se converteu ao sabor doce, e bebe mais um refrigerante que é um vício do catano que não se sabe como se vai conseguir chutar para canto.

Assim sendo, amanhã começa-se mais um ciclo de dieta low-carb, para se perder mais uns quilitos. Este ciclo deverá durar... umas 8 semanas, pelas minhas contas. Lá para Dezembro voltamos à alimentação com hidratos de carbono livres, embora se vá continuar a tentar optar pelos mais complexos possível, em quantidades controladas mas presentes em todas as refeições. Lá para meados de Janeiro (ou finais, logo se vê) retomamos mais um ciclo low-carb. E assim será, em intervalos, até que tenhamos - sim, não estou sozinha nesta empreitada - perdido TODO o peso que temos a mais.

It's gonna be a tough job - but someone's gotta do it.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Sim, sim, coerência é o meu middle name

Um dia estou chateada com a vida em geral e a blogosfera em particular, apetece-me acabar com isto e pimba!, delete blog e siga.

Um dia apetece-me escrever no blog outra vez e, como o blogger não é burro, lembra-me que ainda posso recuperar o bicho. Eu, fraquinha que sou...

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Adorei este texto, sugerido pela J. - muito along the lines dos meus próprios sentimentos em relação ao aleitamento:

Yup, that’s what I did. Well, technically 14 months and three days if you’re really counting. And yup, this really is a post about breastfeeding, so feel free to skip it (you know, if you’re my brother for example). I never thought I’d be writing about it. But I actually get a lot of questions on the subject. And since I blather on about other random things (like cloth diapering) and this blog is really just a way for us to remember things that we might otherwise forget (like paint colors and vacation happenings), I figure that something I did for so long (around 425 days straight) deserved a post about the range of emotions that it elicited. So here we go.

My first emotion: grateful. I was just so thankful it worked. I was acutely aware that some moms try extremely hard but it’s just not possible. I was also pleasantly surprised that it wasn’t as painful as I expected. I’d heard a lot about cracked and bleeding nipples (yes I just typed that) but thanks to genetics or a good latch (or some other random happening) I didn’t really have much pain at all (in the interest of TMI, I also never had sore boobs while prego, so maybe those things go hand in hand?). And I know the whole lack of pain thing might make you want to punch me (it annoys the heck out of my BFF) but I had a pretty frightening birth experience so I guess it’s always something (and not always the same thing) that throws you for a loop as a new mom.
Speaking of the whole birth thing, I was initially really stressed about Clara “taking” to breastfeeding because, due to our complications, I couldn’t nurse her until eight whole hours after she came into this world. I heard trying as soon as possible was the way to go, and I guess the whole scary birth experience had me fearing the worst (there was no baby-on-my-chest-to-snuggle-and-nurse-right-away occurrance, which is definitely what I pictured). But the sweet nurses pretty much just said to give it a try and it was miraculous. Clara got it right away. Such a relief.
As far as emotions go, after “grateful” and “pleasantly surprised” I moved into “exhausted and overwhelmed” territory. Clara was blissfully sleeping for 12 hours each night pretty much from the beginning, waking up for just one or two feedings most of the time (after we got the ok from the doc to let her sleep instead of waking her up to feed every 3 hours since she was steadily gaining weight).

But that meant that during the day she was feeding every two hours like clockwork (I fed her on demand, and at almost exact two hour intervals she screamed and wasn’t happy til she was nursing). So I really couldn’t get much done without having to stop and feed her. Which I actually loved for the bonding and the sweetness and the self-imposed break that it gave me from housework, blogging, and all that other stuff – but it was definitely exhausting and sort of all-encompassing in those bleary I-have-a-newborn months. I always joke that she let me rest at night, but during the day she made me work for it.
And when we went on a week-long family vacation when Clara was just six weeks old I remember sitting upstairs alone with Clara feeding her in a bedroom while everyone else was downstairs having fun together and thinking “I’m going to have to excuse myself and do this about eight times a day while everyone else hangs out – which adds up to 56 feedings that I’ll be doing over the next seven days.” That’s an overwhelming thought. At least it was to me. It was times like this that I actually wished feeding in public (or at least in front of your extended family) was more widely accepted. I tried to use a nursing cover but Clara wouldn’t have it. So up in my room I sat (with occasional visits from John who sweetly recognized that I’d rather be with the group and dropped in to keep us company). Back in these days feedings were pretty slow going (around 15-20 minutes per side for a total of 30-40 minutes spent sequestered). But we still managed to fit in some fun in the sun (or shade since she was so tiny).

I should mention that 1) pumping didn’t agree with me and 2) Clara never took to bottles (or pacifiers for that matter). You win some and you lose some. So every time she fed for the past 14 months it was directly from the source. Which was ok with me since pumping just didn’t work out and thankfully I have a job that allows me to be home with her. But it’s definitely sort of crazy as a concept because for over a year I was never away from my daughter for more than an hour or two. Ever.
But with a face like this, I was ok with that:

Around three months in I really got into the groove though. That’s where I’d characterize my feelings as “content and accepting.” I was happy to still be able to breastfeed and glad that it seemed to suit Clara. She seemed to enjoy it and I knew how to do it effectively and easily enough (in a parked car? check. in a dressing room? check). I even managed to sneak in a taping for the Nate Berkus show, nursing Clara in the green room right before we went on and right after (thankfully it was only a two hour process – or we might have heard her screaming for another feeding from on stage).

I guess I had adapted more to it, and it didn’t feel like as big of a job after I got into the swing of things. And by about 6-8 months old Clara had become a lot more efficient, so feedings were only about 15 minutes total (and sometimes even ten). Interestingly enough, the introduction of solid food at six months old (which Clara loved from day one) didn’t have any bearing on her nursing. She still wanted just as much, just as often. And I was secretly kind of relieved because I worried a bit about my production slowing or even stopping if she suddenly dropped a ton of feedings. But that was not the case.
Up until Clara turned ten months old I was still feeding her every two hours during the day at her insistence (screaming until I nursed her = her insistence). That’s right, for ten months (that’s 300 days) I nursed Clara every two hours (except during the night). I was ok with it, and my doc was ok with it, but I heard from friends that only going two hours between feedings at that age was reallllly often (as in all of my friends were only feeding every 4-5 hours or so at that age). My doc explained that it made sense since Clara was such an unusually solid night sleeper (she segued from waking up for 1-2 feedings in her 12 hour span of night sleep to not waking up at all around 2.5 months in – I know, we’re insanely blessed to have gotten such uninterrupted sleep for such a long block of time). But it did mean not-as-long daytime naps and a whole lot of frequent feedings to “tank up” during her waking hours in exchange for such an awesome night’s sleep. Heck, I’ll take it.
Blissfully, after turning ten months old Clara started stretching her feedings to every three hours, which felt amazing. It’s funny how an extra hour feels like all the freedom in the world. It’s all relative I guess. At this point I was coming into the whole “I love breastfeeding” phenomenon. I still felt grateful to be able to do it, Clara was a thriving happy girl, it was saving us money, it gave me a moment to step away from the computer/paint brush/hammer and connect with the bean, and it helped me get back into my old clothes (even though I don’t think I’ll ever have my pre-baby body again, it’s fine with me because Clara’s so worth it). I should add that I’m a breastfeeding enthusiast when it comes to me and Clara, but I don’t judge anyone else when it comes to what they choose for their family. Whatever works for you & your ducklings = my mantra as a parent in general.

The next speed bump that we encountered was when Clara turned a year old we introduced organic whole milk. The problem? Clara wouldn’t drink it. She still wouldn’t really take a bottle so our doc recommended trying a sippy cup. It worked for water, but she refused to drink milk (and we tried about ten million different sippy cup varieties, tried slightly heating the milk, tried watering it down or mixing it with breast milk, etc). This is when I started fearing that she’d be 21 years old and still addicted to breastfeeding.

Next we tried almond milk at our doc’s advice, and she went for it (we think the thinner consistency seemed closer to breast milk so she was down). And slowly we mixed almond milk with whole organic milk and she made the transition to 100% whole organic milk at around 13 months. Yup, it took nearly a whole month to get her on board with it. She’s stubborn like her momma. Haha. Shockingly, that’s when her feedings dropped waaay down. From around five times a day to just two – once before bed and once in the morning. Which made me feel excited and free but sort of oddly sad at the same time. “My baby’s growing up, and she needs me less” was sort of how I felt. I know that’s not really true, but it’s the best way I can describe the feeling.
By 13 months and three weeks she just wanted a feeding in the morning when she woke up. Clara has always been the boss of this whole breastfeeding thing (since we opted to just do the “on demand” thing from day one), so who am I to argue with the girl? Just one morning feeding opened up a whole new world of evening fun for me and John thanks to his parents offering to babysit (we could see a movie or go out to dinner without Clara after over a year of not partaking in those activities – amazing!). Of course I thought about her the whole time we were out, but I guess that’s to be expected (picture me saying “I wonder what Clara’s doing right now” every ten minutes during our first movie together in over a year).

Two weeks later Clara wasn’t even interested in her morning feeding. Which was sad because that’s the one where we lie down next to each other and relax together. I know I sound crazy, but it was such a sweet way to start the day. To anyone who has yet to try it, nursing on your side while laying down = awesometown (they taught me that move at the hospital thanks to the whole c-section thing). And now it’s over. So my current feelings are sad (because I’ll miss it) but proud (because I can’t believe I breastfed for over 14 months) and grateful (because I know being able to nurse that long or even at all definitely isn’t a given).
So that’s my breastfeeding journey. Off to cry now (and I can’t even blame breastfeeding hormones for the tears). I know, I know, someone with a nickname that won’t stick like $herdog shouldn’t be such a wuss. But it was an awesome/exhausting/amazing/tiring/surprising journey that I’m grateful to have experienced. Love you baby girl. Even if you’re over me my boobs.




Escreve 500 vezes no quadro, à Bart Simpson

Não mais comentarás assuntos que não valem a pena.


Quem me leia saberá que o aleitamento materno é um assunto que me é caro e próximo. Não só porque sou apologista do aleitamento conforme as indicações actuais da OMS - quer estas sejam universais e, portanto, tenham sido pensadas para abranger os países do terceiro mundo (com todas as suas dificuldades e consequentes problemas nutricionais infantis), ou quer elas tenham sido universalmente pensadas porque fazem sentido para todas as crianças do planeta.

Isto de se ser apologista seja do que for significa apenas que, para nós, essa coisa faz sentido; e que, por esse motivo, decidimos aplicá-la na nossa vida. Nunca na vida me verão tentar evangelizar o mundo e as outras mães. Eu faço o que faço; as outras façam o que quiserem. Não tentarei argumentar com certos e errados, e muito menos julgar e sentenciar as outras pessoas pelas escolhas que fazem e que não prejudicam ninguém, especialmente os alvos dessas escolhas: os filhos.

No entanto, ainda me choca quando leio textos como o que a Pipoca Mais Doce escreveu no seu blog de maternidade - sim, eu agora interesso-me por, gosto de e leio vários blogs de mães; temos uma identidade comum que eu também gosto de explorar blogosfera fora - explicando o seu percurso na amamentação do seu pequenino recém-nascido, e me deparo com a quantidade e a qualidade dos comentários que as pessoas lhe deixam, e deixam umas às outras.

Um parêntesis apenas para dizer que comentei, e aqui é a parte que me merece penitência. Não por ter comentado o post em si - pouco ou nada será relevante para a autora do blog o que eu penso; ainda que eu pense que ela fez uma opção inteligente, dadas as circunstâncias em que se encontrava, o que ela faz ou não é lá com ela. Ainda por cima num assunto que mexe com contornos tão melindrosos, ainda que esteja chapado num blog para toda a gente ler, não me julgo no direito de achar que se eu acho x, toda a gente deve fazer x, portanto vou dizê-lo para que toda a gente veja a luz.

O que me merece penitência foi comentar outros comentários, só porque me mexeram com os nervos. Tenho de enfiar na cabeça de uma vez por todas que a acefalia alheia não é contagiosa, por isso não devo somatizar esses sintomas. E não, não agredi ninguém nem coisa que se pareça, mas o simples facto de se tentar defender um ponto de vista perante... bem, portas e paredes... dá trabalho e não dá frutos.

De todo o modo, mexe-me com os nervos ver as pessoas atacarem-se por nada. Nada. O que os outros fazem com a vida deles deve representar zero na nossa vida. A menos que nos exija socorro, ajuda. De resto, esfera privada.
Estar a ler pessoas atacarem outras por não darem de mamar, por serem egoistas ao não darem o elixir da vida às suas crias - talibã; pessoas a atacarem outras, chamando-as vazias, cabeças ocas, animais, menos que animais, taradas, por fazerem aleitamento prolongado - talibã; ler pessoas a dizer que os médicos não sabem nada, enquanto dão brutais pontapés na "gramática" da saúde, tudo no mesmo parágrafo - talibã; ler pessoas a defenderem cegamente profissionais de saúde (certamente exemplares na sua formação e na sua especialidade) que lhes disseram que o leite era fraco, pouco (sem avaliar o contexto), insuficiente - talibã. E eu não devia ser fraca ao ponto de entrar nas discussões, embora com a ponderação de discurso que normalmente tenho na defesa das minhas opiniões.

Quanto ao aleitamento materno, a única coisa que me aborrece monumentalmente é que, hoje em dia, profissionais que sejam pediatras, neonatologistas, médicos ou enfermeiros de família, e enfermeiros de pediatria ou neo, não sejam obrigados a fazer a formação específica em amamentação, ou cursos de conselheiro de aleitamento materno. Para ficarem com toda a informação mais actual e saberem o suficiente, dando o necessário acompanhamento às mães que declarem a sua vontade de amamentar e conseguindo o sucesso na amamentação sem necessidade de suplementar, ou relactando totalmente em caso de tal ser necessário casuisticamente. Não dizendo a uma mãe que o seu leite é fraco (se as mães dos países terceiro-mundistas alimentam os filhos a leite materno, que dizer dos leites das nossas mães, que usufruem de todas as vantagens de uma boa dieta?), é pouco (se a produção tiver decaído, há uma enorme percentagem de probabilidade de se voltar a aumentar) ou insuficiente (pode ser necessário suplementar, mas com o devido acompanhamento, o suplemento pode e deve ser abandonado). Observando as causas do pouco aumento ou perda de peso do bebé - e que normalmente se prendem com o próprio bebé, que não tem reflexo de sucção adquirido, que não faz uma pega eficiente, que se cansa, que é preguiçoso e adormece, o que faz com que o pouco que o bebé mama (e que o mantém com fome e pouco peso) determine que o corpo entenda que tem de produzir apenas para aquela demanda, baixando a produção. Que saibam corrigir o bebé e ensiná-lo a mamar. Que reforcem a confiança às mães nas suas capacidades físicas e não as deixem frustradas com algo que elas, à partida, quereriam fazer. Obviamente que estou a falar genericamente, sem pensar em casos específicos como os RCIU ou prematuros, que devem ser avaliados em caso particular.

Porque depois é daqui que surgem muitos problemas. É certo que existe muita mãe que se acha melhor que a vizinha porque deu de mamar, e mamar era a coisa certa a fazer, e até se sofreu bastante para dar de mamar e isso é que prova o quão eu sou boa mãe. Insegurança pura e necessidade de auto-afirmação para hetero-validação. Mas também existe, e grassa por aí, o reverso da medalha: a passivo-agressividade de quem não o fez, e ao ver outras mães vangloriarem-se dos seus feitos (ou simplesmente falarem do assunto, sem gabarolices, já não se faz distinção) automaticamente partirem para uma defesa feroz: "eu não sou pior mãe porque dei biberão", "eu não tinha leite, querem lá ver que tenho culpa?", "lá vêm as fundamentalistas, suas taradas, suas animais"... Sentem-e atacadas quando muitas vezes não o são, refugiam-se em justificações fisiológicas (muitas vezes, sem real fundamento, ou alicerçadas em factores transformáveis) para não serem crucificadas por uma opção tomada. Enfim, é uma batalha a céu aberto. E não tem por que ser. Na verdade, sou crente em que só nos vergam as pressões que permitimos que exerçam sobre nós. Se as ignorarmos, elas não existem.

Antes de engravidar, e durante a minha gravidez, eu não me via a dar de mamar a um puto com dentes. Fazia-me impressão, pá, pensar naqueles dentes, que me lembram crianças e não bebés, que me lembram mordidelas em sítios dolorosos, não queria e não me via. O que é certo é que o meu filho teve dentes aos 5 meses. E mamou. Mordeu, levou raspanete e não mordeu mais. E mamou até ter toda a dentição que se pode esperar de um puto com ano e meio de vida. Eu mudei de opinião. Li, estudei (dentro das minhas limitações), avaliei, fui lendo os sinais que o miúdo dava. Isto é normal com a maternidade. Nós mudamos, muitas coisas mudam. Não quer dizer que nos traiamos.
Ele deixou de mamar porque quis, com 19 meses. Eu só teria continuado a oferecer até aos 2 anos, não foi preciso. Fiquei um pouco desconcertada (será que ele vai agora querer-me menos?), mas por outro lado, bastante contente por poder voltar a beber vinho, sangria, fininhos e licor Beirão.
Nunca foi menos ligado ao pai do que o que seria desejável e saudável por ter mamado, dia e noite. Tinha outras ligações ao pai: colo, muito colo, soninhos, banhos, sopas e papas, dependia dos dias e das vontades. Nunca foi dependente de mim por mamar, ainda hoje não é: é extrovertido, brincalhão, igualmente carinhoso comigo e com o pai, sempre ficou com várias pessoas, avós, tias, fosse de dia ou a passar a noite para os pais sairem nos seus pequenos oásis da everyday life. Tive de ouvir determinadas coisas que não gostei: "ele não engorda muito, será que o teu leite chega?", "ele já tem um ano, ainda tens leite?", "tens de o desmamar, ele já tem idade e tu tens de dormir". A opção foi minha. Posso queixar-me de não dormir? Estou no meu direito. Eu não dormia, não porque ele quisesse mamar; ele acordava porque sim. Deixou de acordar de repente, e eu não precisei de o forçar a nada. Deixou de mamar de repente, e eu não o forcei a nada. Cresceu.

Por isso é que não aceito os argumentos contra nem a favor, com fundamentalismos. As crianças, como nós, são todas diferentes. Não vão ficar tolhidas comportamentalmente pela amamentação, se no restante comportamento da mãe esse tolhimento não for potenciado. Não vão perder vinculação à mãe se beberem o seu leite pelo biberão. Umas vão desmamar aos 8 meses, outras aos 19, outras aos 36. No entanto, de uma coisa deve sempre depender a amamentação: da vontade da mãe. Sem a vontade da mãe, não deve acontecer. Porque às vezes vai custar, vão acontecer percalços, dores, doenças. Se doer, o bebé não está a mamar correctamente, e isso pode ser corrigido e terminado. Mas depende da mãe. É uma escolha, mas que deveria ser feita em plena consciência e informação.
Em última análise, como dizia a Dora, nas nossas mamas, mandamos nós. Ninguém tem direito a palpites.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Priorizar, organizar - com sucesso?

Inspirada por esta publicação da I., decidi dar uma volta à minha precária gestão de tempo e organização pessoal. Vai daí, adoptei três dos essenciais que são referidos neste post: o Pomodoro, a regra do 8-8-8 e a regra dos dois minutos.

Quanto ao Pomodoro, descarreguei de imeadiato a aplicação para o telemóvel e devo dizer que adorei. Realmente, é uma pequena grande ajuda para incentivar uma cabeça-no-ar como eu a manter-se na linha, a não falar para o lado, a controlar o tempo útil, a destralhar o meu tempo de trabalho. :) Estou definitivamente fã!

As outras duas regras estão a ser mais difíceis de implementar. A regra do 8-8-8 é mesmo um projecto que gostaria de transformar em prática corrente na minha vida. Com um pequeno traço de realidade em relação ao conceito da regra em si... A regra determina que, seguindo à risca esta divisão horária do dia em três tranches de 8h cada, deveremos ficar com 8h de sono, 8h de trabalho e 8h de lazer. Ora... A verdade é que começa logo a batota nas 8h de sono. Nunca, mas nunca, consigo dormir essas 8h. Esta noite, por exemplo. Quando me deitei, verifiquei que já faltavam apenas 7h para o despertador tocar. Nos entretantos, filho querido acorda às 3h da matina e ninguém mais dormiu naquela casa pelo menos até às 4h30. 8h de sono para o tecto. As 8h de trabalho ainda consigo cumprir - agora passo a chamar-lhes 16 Pomodoros. :) As 8h de lazer terão de incluir refeições, banhos, cozinhar, arrumar, fazer máquinas de roupa, estender, dobrar, ir à mercearia e ao talho... Mas vá, hoje em dia essas coisas para mim SÃO lazer, à falta de melhor!

Por fim, a regra dos dois minutos é, cheira-me, a que mais dificuldades me vai apresentar. Já há bastante tempo que tento priorizar, mas a verdade é que a minha linha de trabalho é cheia de "para ontens", todos eles aparecendo hoje e sem pré-aviso. Isso boicota largamente a criação e a implementação de um eficaz sistema de prioridades. A regra dos dois minutos é intimamente ligada à questão das prioridades. Até agora ainda não a apliquei... mas está na forja e sempre na minha cabeça!

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Save the date

A Ana é a filha da Pólo Norte. A Pólo Norte tinha um blog e agora, por causa da Ana, tem dois. A Ana acrescentou, para além do número de blogs, muita coisa à vida da Pólo Norte. A Ana é um bocadinho de todos aqueles que acompanham a Pólo nestas lides e que gostam dela. A Ana é a filha da Pólo. E no seu primeiro aniversário, a Pólo quer ensinar-lhe o valor da solidariedade. Do amor pelo outro. Por isso, o seu primeiro aniversário será celebrado com uma festa de aniversário solidária. O lanche e a animação serão oferecidos (com a ajuda de todos os amigos que se quiserem juntar). Em troca a Ana pede que venham e se inscrevam como potenciais dadores de medula óssea. Onde? Na própria festa! É esta a prenda que a Ana quer receber dos seus convidados. Contamos convosco?

Dar sangue, oferecer a sua medula óssea para uma potencial doação no futuro, são actos de amor. Todos podemos ser seus beneficiários um dia, todos podemos precisar do amor de um desconhecido para salvar a nossa vida ou daqueles que nos são mais queridos. E o que este mundo precisa... é disto.

Amor. Solidariedade. Entreajuda. Agape.

Continuo do contra

... lembram-se deste post?

Continuo a ter um sentimento visceral de negação quando vejo toda a gente a falar de alguma coisa. Se é um vídeo que é viral, toda a gente partilha, toda a gente fala dele, não vejo. Se é uma música, seja alguma algaraviada da Coreia, seja alguma brasileirada da moda, não oiço. Mexe com o meu mau feitio, irrita-me aceder, por exemplo, ao Facebook e estar toda a gente a falar do mesmo, a partilhar as mesmas coisas, a ouvir as mesmas músicas. Eventualmente, uns meses (anos?) depois, posso vir a ler/ver/ouvir, que também não gostaria de morrer ignorante. Talvez.

Anyhoo, comecei hoje a ver a season 1 do Game of Thrones. Nunca pensei, mas fiquei agarrada.

domingo, 14 de julho de 2013

All hail real life

Sabes que nunca serás uma mommy blogger de catálogo, quando só te apetece torcer o pipo ao infante quando te acorda aos gritos histéricos, fresco como uma alface, antes das 6 e meia da manhã, num fim de semana, e no aftermath de um casamento que terminou às quinhentas. Raça do miúdo supera sempre as minhas piores expectativas.


sábado, 13 de julho de 2013

É, sou preguiçosa assim.

A melancia e o peixe estão, para mim, no mesmo patamar. Gosto muito de ambos, sei que fazem muito bem, mas a canseira que me dão a comer desmotiva-me de o fazer mais vezes.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Ainda em relação ao post que antecede...

... problem solved.

Agora tenho, não um, mas DOIS vestidos para o meu evento, viva os saldos. Já que me senti a Vivian Ward dos tempos modernos em versão plus size, apetecia-me voltar à loja com o meu saco na mão, acenar-lhe com ele debaixo do nariz e ter a lata de lhe dizer: "Hi, do you remember me? I was in here yesterday, you wouldn't wait on me. You work on commission, right? Big mistake. Big. Huge. I have to go shopping now."
Só para meter nojo.

*e sim, tive de ir buscar o vídeo ao YouTube para relembrar a fala :)

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Como arrasar incontáveis horas de terapia num quarto de hora.

Fácil: sendo eu e indo comprar um vestido para um evento.

Loja 1. Vejo um vestido lindo, verifico que está exposto em L. Experimento, ah bolas, o folho não tapa a malha mais reveladora. Saio do provador. Olhar condescentente e comiserador da funcionária: "Pois, não serviu, não é?". Decido ir com a verdade: "Não, só marcava muito as minhas formas rubenescas".

Loja 2. Não temos nada acima de M.

Loja 3. Vejo vários vestidos que me agradam, lindos, lindos, e euromilhões!, em L ou acima de 42. "Posso ajudar?", "Sim, seria possível ver alguns vestidos...", "Lamento, peço mesmo imensa desculpa, mas não tenho cá nada para o seu tamanho". Glup. "Ah, mas este..." "Não lhe serve. Eu bem gostava, mas não tenho cá nada que lhe possa servir".  

E eu, fraquinha que sou, meti o rabinho entre as pernas e saí. Não me apeteceu ir a jogo e depois constatar que a bruxa mulher tinha razão. Só me doeu mesmo a cena à Pretty Woman, versão Biggest Loser.

E sim, eu tenho algum, bastante, peso a mais, mas posso garantir que não tenho a imagem corporal de uma Rebel Wilson, por exemplo. Nem eu própria, com todas as minhas avarias na centralina, acho que aparento o peso que (ainda*) tenho. Ou achava.

*ando cá com uns cuidados e entretanto até perdi 7 kgs em 2 mesinhos. Já só faltam 18, já não falta tudo.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Pergunto-me

Se será possível sentir a paixão de outros tempos de vida. Em abstracto e também em concreto. Em qualquer quadrante. A dúvida que me tira o sossego nos últimos [largos] tempos.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

E que tal ressuscitar isto dos mortos?

Será que desta é de vez?

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Hoje é o dia mundial dela...

... e eu sinto-lhe tanto a falta na minha vida.

terça-feira, 16 de abril de 2013

A. A. Milne got it right


Chegar à conclusão de que se nasceu para dondoca

Quando nem sequer um vaso de cebolinho comprado no hiper sobrevive aos nossos cuidados "hands on dirt". Como é que se faz, gente entendida? Rega-se? (eu rego e ele morre). Põe-se ao ar livre? (eu ponho e ele morre). Deixa-se na marquise, onde dá luz quase directa mas não directa-directa? (eu deixo e ele morre). Não se rega? (eu não rego e ele morre). Ora caraças. Every f*cking time.

quinta-feira, 11 de abril de 2013


quinta-feira, 4 de abril de 2013

Ok, expliquem-me lá como se eu fosse muito burra

Porque agora é isto por todo o lado:

1- Então agora a roupa da canalha chama-se kits?

2- De onde veio essa fantástica moda? Roupa é roupa, gente. Toilettes, já conhecia (e pode até ser demodé), agora kits?

3- Isso significa que todas as manhãs eu ou o pai da criança estamos a kitar o puto?

segunda-feira, 1 de abril de 2013

domingo, 24 de março de 2013

Ora eu, que não sou dada aos desafios da blogosfera...

... fui gentilmente indicada pelas queridas Gossip Mommies para responder a este. É um desafio Q&A diferente, com perguntas sobre nós mas também sobre a nossa maternidade, logo parece-me interessante responder! Aqui vai disto.
Parte 1, sobre mim:
Prato favorito:
Só um? Não consigo. Não sou muito de um favorito, tenho sempre vários e vão-se alterando conforme as experiências e as circunstâncias. De todo o modo, se tivesse de escolher e afunilar os resultados: sushi (never gets old) e marisco - arroz de marisco, por exemplo.

Peça de roupa e acessórios:
Vestidos. Jeans. Sapatos de todo o tipo.

Música favorita: 
Again: uma?... Não posso. Algumas: Black, Pearl Jam; D'yer Mak'er, Led Zeppelin; Lover, you should've come over, Jeff Buckley; Piece of my heart, Janis Joplin; ...

Flor:
Gosto de papoilas, amores-perfeitos, plumérias

Cor:
Vermelho.

Cheiro favorito: 
Terra molhada, maresia, o meu bebé (com a fralda limpa, bem entendido), o Dolce & Gabbana azul escuro de homem
 
Livro favorito:
Aqui recuso-me mesmo a responder. Gosto muito de policiais, de histórias de mistério. Li com muita avidez a trilogia Millenium, tudo da Agatha Christie a que fui conseguindo deitar a mão, a colecção Roma Sub-Rosa e a colecção Noites Brancas.

Local:
Qualquer um que me traga sensação de paz.

Brincadeira favorita: 
As que faço com o meu filho.


Quotes mais importantes para a vida:
Há uma que tenho de tentar viver na prática: mind over matter. Acreditar para mudar.

Maior mentira: 
Viver o dia-a-dia fingindo um estado de espírito que não está lá.


Maior traquinice:
Lembro-me de um dia regressar da escola a pé com os meus amigos, literalmente em corta-mato, só pela aventura e sensação de transgressão das regras. Eram vários quilómetros, muitos até. Obviamente, a aventura não correu conforme esperado.


Gelado favorito: 
Os artesanais. Os da Spirito. Dos industriais: o Strawberry Cheesecake, o Salted Caramel e o Speculoos, da Haagen Dazs, e o Peanut Buttercup, da Ben & Jerry's.

Profissão que queria ter: 
Cheguei a querer ser tradutora, quis trabalhar como adida cultural, quis ser jurista-linguista. Mas gosto muito de fazer o que faço.

Defeito da mãe:
Ansiedade, falta de paciência.

Qualidade da mãe:
Dou o meu máximo para fazer o melhor que posso enquanto mãe.


Parte 2, para os filhos:

Fecho os olhos e a primeira imagem que tenho de ti é... 
A tua carinha traquina, com um sorriso que invariavelmente evolui numa risadinha marota.


O que guardarias na caixa de recordações dos teus filhos...
O sentimento gigante que tenho por ele.


Lugares onde querias levar os teus filhos... 
Todos aqueles onde já fui feliz, onde aprendi coisas, vivi experiências, comi iguarias...


Coisas que gostas que eles te digam... 
Mã, com aquele tom de mimo.


Coisas que não ias gostar que eles fizessem.
Que me mentisse.

O que não gostas de fazer aos teus filhos... 
Odeio quando perco a paciência com ele.

Queres muito que os teus filhos busquem...
O conhecimento, a realização pessoal e profissional. Acima de tudo, o que mais quero é que ele tenha saúde sempre e consiga ser feliz, com muito ou com pouco.

Este tinha mesmo de linkar...

... depois de ter levado um verdadeiro atestado de burrice no centro de saúde. Devia imprimir este texto e levá-lo comigo da próxima vez que lá for.

sábado, 16 de março de 2013

Agora que já passaram uns dias sobre a Biebermaniafeverthing





Imagens descaradamente roubadas daqui.

Os mistérios do ronco

  • É verdade que consigo passar por cima daquele troar e ouvir um gemido do miúdo no quarto dele, mesmo que as portas estejam fechadas. Como, não sei. Deve ser um super-poder adquirido.
  • O miúdo acorda com o mínimo ranger de soalho. Mas se estiver a dormir ao lado do pai dorme mesmo com o som do martelo pneumático encostado a ele. 
  • O miúdo ainda nem tem um ano e meio e já ressona.

domingo, 3 de março de 2013

Amor querido da sua mãe

Especialmente aos fins de semana.

sábado, 2 de março de 2013

Next in line

Posso esquecer-me de pôr o perfume, a maquilhagem, mas não passo sem hidratação + pele cheirosa. Pancadas.

Pequenos prazeres

Ficar com este cheirinho no corpo horas e horas. É mesmo uma delícia, e quem mo ofereceu tem muito bom gosto :)

sexta-feira, 1 de março de 2013

Panic mode: on



Agora que eu descobri que isto existe, como é que vou conseguir passar um dia sem comer? Drama queen mode on, too. Edit: não só descobri que existe, como a senhora das promoções me deu duas bolas bem servidas, para eu não ficar a babar... Por isso sei do que estou a falar. Instalou-se o pânico.

Não por acaso, é sexta-feira


Bom fim de semana!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Um dia na vida de uma rapariga temporariamente manca

Sair a correr para a fisioterapia;
Sair a correr para o tribunal;
Sair a correr para a notária;
Sair a correr para o escritório;
Sair a correr para casa;
Almoçar a correr, estender roupa a correr, encher máquina de lavar roupa a correr;
Sair a correr para o tribunal;
Sair a correr para o escritório;
Sair a correr para a estação de correios;
Buscar filhote;
Chegar a casa;
Tentar não correr enquanto se malabariza entre jantar, banho da criança e arrumações em geral.

(concluo que quando deixar de ser manca, já terei evoluído dentro da espécie e estará para me nascer um par de asas)

Comparações

O comentário a este post, que por sua vez se transforma num:
Odeio. Odeio. Odeio. Vão lá comparar para o caracinhas. Inicialmente, eu ficava tristonha ou preocupada quando me diziam determinadas coisas, agora é mesmo para o caracinhas. A saber:
  • Andou tarde (segundo os experts que opinavam sobre o assunto; na realidade, começou a procurar andar sozinho aos 13 meses)
  • Vai falar tarde [aos 16 meses é só árabe, mandarim ou klingon, ainda não percebi muito bem, interrompido por uns "táqui", "tou" (xau), "qué qué qué quééééééé" (quero), e em desespero de causa "mã", quando eu não respondo aos outros monossílabos que ele usa para chamar por mim. Já não diz olá, quem é?, e outras coisas que já lhe ouvimos. E a última moda é "oh, nãããão", que lá ouviu nalgum desenho animado. Só diz o que quer e lhe apetece.]
  • Muitas noites mal dormidas, muuuuuuiiiiiiiiitasssssssssss, no cadastro
  • 3 meses de cólicas ou choro de fim de dia ou lá o que os pedis chamam ao que acontece com alguns putos nos primeiros meses - tudo porque eu "não tive as dores, então passaram para o menino", whatever that means
  • Não é uma criança gorda, até é para o miudito, o que para algumas pessoas parece querer dizer que o meu filho é subnutrido, ou que são os gordooos dos pais que lhe comem o Cerelac
  • Já não tanto no mundo das comparações como no das opiniões geralmente não solicitadas, o miúdo ainda continua a mamar, o que para algumas pessoas explica que ele não seja uma criança de grande peso; para outras, quer dizer que o meu filho é um dependente que tão cedo não vai largar a saia da mãe; também já ouvi (esta muitas vezes) que, como a partir de x altura o leite materno já não traz nada de bom, já lhe devia ter sido retirado o vício da mama; e, saving the best for last, que eu sou uma hippie que vive sem qualquer qualidade de vida por ainda amamentar o meu filho - esta, a mais recente e que me arrancou o maior exercício de auto-controlo dos últimos tempos.
E podia continuar - mas não me apetece. Odeio. Principalmente porque nunca julguei os ritmos de qualquer criança alheia, nunca fui das pessoas que perguntam tudo e mais alguma coisa, e nunca critiquei as opções de vida e os métodos de parentalidade de ninguém baseado apenas na (falta de) identidade com os meus.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Coisas verdadeiramente marcantes da cerimónia dos Óscares

As obras na fachada da Renée Zellweger. Qualquer tipo de expressão facial foi-se.


O Les Mis até pode não valer muito enquanto filme...

... mas suponho que enquanto musical deve ser brutal. As músicas a-r-r-e-p-i-a-m.

Coisas que faço mais vezes do que devia

Conduzir em piloto automático. Chegar de A a B, e não me lembrar de nenhuma parte do percurso. É assustador.

Serão de Sábado à noite

Gostei tanto, tanto, tanto.

Very entertaining so far

Este opening act dos Oscars. Confesso que, com o Seth MacFarlane, não sabia bem como a coisa ia correr. But - so far, so good, me thinks.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Eu nem sequer sou muito de marcas, mas ah!, calçado de qualidade!

Por acaso, todo o meu calçado é confortável. Tenho zero tolerância a calçado que magoe os pés, que os aqueça desmedidamente ou não os aqueça de todo. Tenham salto ou não, os meus sapatos, botas, botins, sandálias, whatever, são todos confortáveis q.b. e nada feios de se ver.

Mas hoje usei uns botins Topshop... Lord Almighty. Rasos mas não ao ponto de fazerem doer os gémeos e os calcanhares, pés quentinhos, e além disso a cor perfeita, um design lindo de morrer. Estou apaixonada e capaz de os fazer desaparecer do mapa para não ter de os devolver à minha irmã.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Preciso de um esclarecimento

Existe alguma razão plausível para o facto de, neste programa da SIC que dá ao domingo à noite e que é apresentado pelo cromo do Manzarra, serem sempre os mesmos palhacitos a fazer figuras tristes?

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Um tema que tem sido recorrente em surgir-me, sob diferentes contextos, é o colocar-se ou não as crianças pequenas numa creche, vs. ficar em casa com elas (mães que optam por não trabalhar ou estão desempregadas), ou deixar com família ou pessoas próximas.

O argumento que mais frequentemente observo como pró-creche é que "as crianças desenvolvem mais na creche do que em casa". A mim causa-me comichão ouvir isto. Nenhuma criança ganha inteligência numa creche, cada criança tem a inteligência que tem. 
Se ganham rotinas mais estabelecidas? Certamente que é o caso - e não deixa de ser importante -, mas depende de quem está em casa com elas.  
Se começam a fazer determinadas coisas mais cedo? Possivelmente sim, mais uma vez dependendo também de quem estiver em casa com elas. A importância prática de as crianças começarem a fazer tudo muito cedo, que precoces, que isto, que aquilo...? Para mim, pouca ou nenhuma. 

Ninguém se atreverá a questionar que nas creches com condições para isso se realizem inúmeras actividades giras, e que isso até ajude as crianças a atingirem mais depressa determinados patamares. No entanto, eu questiono a real importância disso.

Em que é que as crianças abaixo da idade de escolaridade oficial vão aplicar determinados conhecimentos? Em nada. Quando muito, sou até de opinião que, frequentemente, uma grande dose de conhecimentos antecipados até se pode revelar prejudicial, no sentido de que chegam à escola primária e já sabem ler, e já sabem escrever, e contar... E frequentemente não demonstram interesse nenhum por aquilo, por estarem a a aprender o que já sabem, tornando-se crianças desinteressadas, aéreas, distraídas, mal comportadas.  

Um dos maiores elogios que hoje em dia uma criança pode receber é que "está muito adiantado para a idade", que é precoce. Uma pessoa chega quase ao ponto (se se entrar a bordo) de pensar se um filho terá algum atraso de desenvolvimento se não fizer determinadas coisas... O meu filho não faz, aos 15 meses, nenhuma extraordinária habilidade que leve a pediatra a suspeitar de alguma sobredotação, nem ninguém que o conheça a um deslumbre objectivo. E no entanto, por montes de coisas que lhe vejo e oiço,  noto-o uma criança muito inteligente, que entende tudo e que, apesar de tudo, se faz entender, apesar de ser em "hum hum hum" ou em monossílabos aos quais, com muita boa vontade, já atribuimos significados. Noto-lhe os alicerces para muitos e diversificados talentos, que ainda não se sabe se virão, ou não, a ver a luz do dia.

A menos que uma criança seja home-schooled (e isso é mais para os extravagantes dos Américas), mais cedo ou mais tarde ela vai ter de ir para uma escola. Para mim, a idade ideal para isso acontecer, se se puder, é aos 3 anos. Se o meu filho aos 3 anos ainda não conhecer as letras, não souber escrever o nome dele, não souber inglês nem física, nem matemática aplicada, para mim isso é normal. Se ele chegar aos 6 anos sem saber ler e escrever o nome dele, não deixa de ser normal. Até lá, planeio deixá-lo SER CRIANÇA, o mais possível. Tendo possibilidade de o deixar com família até aos 3 anos, assim farei. Ele está bem, adora a companhia que tem, é estimulado, tem regras e rotinas (que para mim até são o strong suit das creches) e é extremamente bem tratado, com o amor com que só uma avó pode tratar uma criança. E depois disso, irá para uma escolinha qualquer; nessa fase, preocupar-me-á, acima de tudo, o ambiente familiar e a segurança do sítio onde o colocarei, assim como a aptidão do local para o desenvolvimento da criatividade e de outras fundações que considero importantes. 

Tudo isto digo eu, que até aprendi a ler aos 3 anos e comecei a escola primária antes dos 5. Mas aprendi a ler sozinha, e porque demonstrava eu o interesse. Nunca andei numa escolinha, sempre fiquei com as minhas avós, e a minha mãe nunca me puxou para nada (acho que ela até se assustava com o facto de eu querer saber tudo tão pequena).

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Random thoughts

- Tendo em conta a facilidade que os americanos têm em encontrar sempre um culpado para tudo o que lhes acontece, e tendo em conta a minha incapacidade temporária da qual não sei o prazo de validade, se eu fosse americana já tinha processado a Zilian e tinha os bolsitos mais cheios uns milhares (milhões? ainda não sei no que isto vai dar).

- A pancada que me assola nestes últimos dias só tem as seguintes hipóteses de tratamento e cura:
  • um barco de sushi
  • uma caixa de cupcakes/brownies/red velvet cake/gelados daqui 
  • um chocolate quente espesso de comer à colher
  • aletria morninha a sair do tacho
  • uma francesinha daqui,
 nenhuma das quais se encontra disponível no nosso humilde estabelecimento.

- Não me apetece trabalhar, dói-me o pé e apetece-me passar a tarde a ver a T3 da Downton Abbey.

- Por ter lido isto, e por ser exactamente igual, neste momento apetece-me mandar vir com o marido por me obrigar convencer a ver um episodiozinho de cada vez de todas as séries que seguimos. Apetecia-me fintá-lo e ter a DA toda vista quando ele chegasse a casa logo.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Parentalidade positiva

Estando confinada à permanência no lar, doce lar, e com o pequeno doente para cumular com a minha invalidez transitória, gostava muito de ser aquelas mães doces e positivas que reagem a todas as tropelias infantis com um sorriso condescendente e um "boys will be boys", acompanhados de um suspiro.

That being said, passo a relatar os meus últimos cinco minutos:

- Ida à sala para buscar agenda;
- Criança vê mãe e corre a agarrar-se à perna boa desta;
- Mãe traz criança consigo para o quarto;
- Criança abre cesto da roupa suja e começa a tirar toda a roupa para o chão;
- Vedado o acesso ao cesto da roupa, criança pega no piaçaba e prepara-se para lavar os dentes;
- Vedado o acesso ao piaçaba, mãe vai buscar os Mega Bloks ao quarto de criança;
- Mãe constrói um ninho de brincadeira com manta de pelinho e Mega Bloks no chão;
- Mãe olha para o lado e vê criança a chuchar bisnaga aberta de creme das mãos;
- Criança devolve voluntariamente creme das mãos à mãe;
- Criança chucha na caixa dos óculos da mãe;
- Criança devolve caixa dos óculos;
- Criança atira leituras de cabeceira de mãe para o chão;
- Criança corre rapidamente para ninho de brincadeiras;
- Criança brinca durante aproximadamente 5 seg.;
- Criança bate com cabeça em parte não identificada da cama;
- Choro em apneia até roxidão facial, seguido de berreiro sonoro; 
- Pai vem buscar criança novamente para a sala.

Lei de...?

Aquele mês em que te baldas à depilação será o mês em que dás entrada num hospital e tens de levantar as pernas das calças perante quatro ou cinco pessoas diferentes.

Pet peeves

Irrita-me um bocadinho que as pessoas teimem em opinar sobre assuntos que desconhecem, ou nos quais não têm experiência.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

sábado, 19 de janeiro de 2013

Cenas da vida real que se repetem mais vezes do que as que gostaria

Hora do lanche. Um prato de papa. A saga do costume para manter o pequeno quieto e concentrado na alimentação.
Corre bem, o prato vazio. Pais em êxtase "eeeehhhhhhhh palminhas, já tááááá". Bleeeergh. Um jacto. Meio prato de papa. Em cima dos pais.

Coisas que por mais anos que viva nunca irei perceber

Por que é que é sempre aos fins de semana que o puto decide tocar a alvorada (ainda) mais cedo?

On a schedule


quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Resolução forçada de Ano Novo

Este ano tenho de emagrecer. Já não se trata de uma questão estética (apenas). São 25 kgs. É como se o meu filho tivesse 7 anos e eu o trouxesse permanentemente ao colo. Não dá. Não consigo fazer nada, perco o fôlego, doem-me as articulações. Ressono, eu que sempre fui uma silent sleeper. É horrível. Não tenho roupa para vestir, mas tenho os armários cheios, e pela primeira vez este cliché é mesmo a pura verdade. Não posso renovar o meu guarda-roupa todo. Nem quero; quero renovar o meu corpo. 2012 pesou-me, literalmente. Em 2013 temos de arrepiar caminho. E parece-me que será a mais árdua tarefa de sempre.  

O plano já existe, e hei-de partilhá-lo aqui.

Aos 17 de Janeiro de 2013


Descobri um novo vício.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Mudanças

Time can change me
But I can't trace time

Título novo, vida nova?

DeusnosSinhor me perdoe

Mas rai's parta a gente sem civismo que rouba descaradamente os lugares de estacionamento a quem tanto deles precisa e pelos quais aguarda pacientemente, em cumprimento e respeito de todas as regras da vida em sociedade (rodoviária). Rai's parta quem continua a renovar as cartas aos velhotes de boné, chapéu, boina, não importa o que lhes cobre a cabeça. E rai's parta a Xana Toc Toc, que hoje me ocupou o cérebro e não cumpre a ordem de despejo.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Um aparte

É das minhas patologias oftálmicas, ou a Anne Hathaway um dia destes desaparece?...

Hoje sou fashionista #6

Hey sexy lady

Hoje sou fashionista #5

No comments

Hoje sou fashionista #4

Loving NOTHING about it

Hoje sou fashionista #3

Loving everything about it

Hoje sou fashionista #2

Loving the tux

Hoje sou fashionista #1

Loving the hair

sábado, 12 de janeiro de 2013

Adoro nunca ter os meus vícios ao mesmo tempo que as outras pessoas.

Este é recente, mas gigante.

Back I am

Assim mesmo, à Yoda. Não sei se desta vez é definitivo ou não. Estou diferente, está tudo diferente. Mas hoje acordei e apeteceu-me.