sábado, 26 de outubro de 2013

i carry your heart with me [i carry it in my heart]

Pequeno pinguim faz dois anos e é isto. Coração de mãe a abarrotar, golfadas de amor a cada sístole, um suspiro de incredulidade feliz a cada diástole. Não sei como, mas passaram tão depressa estes dois anos, e o quão gratificante é, a cada novo dia, observar este meu filho a engolir o mundo sem mastigar, ávido e guloso. E eu não consiguia dormir e tive de lhe dar um beijo no escuro, porque este coração, por vezes, simplesmente abarrota.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A maior prisão de todas.


Acho que já se pode qualificar como mala pata

Depois de uma experiência execrável com um arroz de tamboril que confeccionei ontem, e que conseguiu um lugar na história como o pior arroz de tamboril de todos os arrozes, hoje - outro grande tiro ao lado. Um bolo de caneca impossível de comer. Seco, massudo, demasiado cozido. Se alguém vir por aí a minha sensibilidade culinária, dê-me um toque, sim?

domingo, 13 de outubro de 2013

On another thought...

Agora que tenho a cozinha branquinha que eu queria, com aquele chão de mosaico lindo, imaculado... Strike that. Nunca está imaculado. Nunca. Agora que tenho a cozinha linda e branquinha que eu queria, só tenho saudades do meu velho granito.

Nos entretantos

E como o mais importante nisto tudo é sempre a velha máxima do "comer saudavelmente", e com qualidade, tenho optado por comprar os meus vegetais e legumes a agricultores da região, tudo biológico que isto para bichezas e porcarias já bastam as que a gente não sabe que come.

Nem imaginam o cheirinho que vem da cozinha, onde está a borbulhar um molho de tomate, feito com tomate coração de boi, que daqui a nada vai acompanhar uma massinha. Daquele tomate feio, muito feio, mas saboroso como o caraças.

A minha eterna relação com a dieta

Se calhar era melhor aceitar que, para mim, comer é tipo a segunda melhor cena desta dimensão em que vivemos, que não tenho um metabolismo sacado do Euromilhões da natureza, e ser assim uma budinha rechonchuda para o resto da vida.

O problema é que neste corpo quasi-quasi-obeso vive uma magra em potência, que sonha com voltar a calçar aquelas botas de cano que há duas estações não entram, e vestir aquela túnica boémia com aqueles leggings, e vestir aquele vestido que nunca mais ficou bem, enquanto enfarda mais uma fatia do bolo tão bom que fez para o miúdo e ainda não foi desta que ele se converteu ao sabor doce, e bebe mais um refrigerante que é um vício do catano que não se sabe como se vai conseguir chutar para canto.

Assim sendo, amanhã começa-se mais um ciclo de dieta low-carb, para se perder mais uns quilitos. Este ciclo deverá durar... umas 8 semanas, pelas minhas contas. Lá para Dezembro voltamos à alimentação com hidratos de carbono livres, embora se vá continuar a tentar optar pelos mais complexos possível, em quantidades controladas mas presentes em todas as refeições. Lá para meados de Janeiro (ou finais, logo se vê) retomamos mais um ciclo low-carb. E assim será, em intervalos, até que tenhamos - sim, não estou sozinha nesta empreitada - perdido TODO o peso que temos a mais.

It's gonna be a tough job - but someone's gotta do it.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Sim, sim, coerência é o meu middle name

Um dia estou chateada com a vida em geral e a blogosfera em particular, apetece-me acabar com isto e pimba!, delete blog e siga.

Um dia apetece-me escrever no blog outra vez e, como o blogger não é burro, lembra-me que ainda posso recuperar o bicho. Eu, fraquinha que sou...