... hoje também foi o pior. Lamento, mas hoje não consigo mesmo imprimir o tom positivo que esta rubrica propõe.
Sinto-me triste por não conseguir que a minha mente se sobreponha à minha matéria. Porra, sim, vou falar de dietas e de comida responsável e disso tudo. Eu não sou uma gorda da espécie blogosférica, não tenho 5 kgs a mais que urge perder, sob pena de não ter uma thigh gap que mereça ser fotografada ou de ficar com borreguitas a sair do cós das calças. Eu tenho 23 kgs para perder. Há 7 meses tinha 25, há 5 meses tinha 17, e hoje tenho 23. É esta a velocidade com que o peso se aloja e desaloja no meu lombo. Sei que eles estão ali e quero-os dali para fora. Respiro como uma grávida em fim de tempo, perco o fôlego ao segundo lanço de escadas e estou, basicamente, cansada e miserável o tempo todo. Infelizmente, a minha mente não se sobrepõe à minha matéria, teima em dizer-me que estou exausta depois de um dia a olhar para artigos e contratos e merdas, e que ir trocar de roupa, quase morrer no meio das magras que olham para a minha cara afogueada com desdém, tomar banho e trocar de roupa outra vez, e correr para fazer a casa funcionar antes de aterrar para mais uma voltinha é simplesmente inútil; e teima em dizer-me que não me apetece pensar em coisas boas e não calóricas para fazer para o jantar, quando há toda uma miríade de coisas calóricas, saborosas, rápidas e fáceis que me vêm à cabeça em três tempos. Teima em dizer-me que o meu filho é o castigo que é para comer, que as poucas coisas de que gosta incluem arroz e massa, e que estar, no fim de um dia, a fazer duas comidas para uma só refeição é trabalho que não me apetece nem compensa fazer. E, acima de tudo, e o mais grave de tudo, teima em não me deixar sair deste estado de espírito que me agrilhoa. Estou viciada, adicta. Comporto-me como uma drogada quando se trata de açúcar. A minha mente não se sobrepõe à minha matéria. E hoje estou em baixo e triste, porque não sinto a vontade de mudar, nem a vontade de ficar assim, neste corpo que me repugna ver. Ele não é meu, é um fat suit que a minha mente fraca me deu e não consigo tirar. Já sei, já sei, parte tudo da força de vontade, mas merda para isto tudo. Hoje não há, hoje falhei e errei, e aquele momento que foi o melhor do meu dia, como se uma dose de cavalo entrasse alucinante e libertadora na minha veia, foi também o pior.
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quinta-feira, 21 de novembro de 2013
domingo, 13 de outubro de 2013
A minha eterna relação com a dieta
Se calhar era melhor aceitar que, para mim, comer é tipo a segunda melhor cena desta dimensão em que vivemos, que não tenho um metabolismo sacado do Euromilhões da natureza, e ser assim uma budinha rechonchuda para o resto da vida.
O problema é que neste corpo quasi-quasi-obeso vive uma magra em potência, que sonha com voltar a calçar aquelas botas de cano que há duas estações não entram, e vestir aquela túnica boémia com aqueles leggings, e vestir aquele vestido que nunca mais ficou bem, enquanto enfarda mais uma fatia do bolo tão bom que fez para o miúdo e ainda não foi desta que ele se converteu ao sabor doce, e bebe mais um refrigerante que é um vício do catano que não se sabe como se vai conseguir chutar para canto.
Assim sendo, amanhã começa-se mais um ciclo de dieta low-carb, para se perder mais uns quilitos. Este ciclo deverá durar... umas 8 semanas, pelas minhas contas. Lá para Dezembro voltamos à alimentação com hidratos de carbono livres, embora se vá continuar a tentar optar pelos mais complexos possível, em quantidades controladas mas presentes em todas as refeições. Lá para meados de Janeiro (ou finais, logo se vê) retomamos mais um ciclo low-carb. E assim será, em intervalos, até que tenhamos - sim, não estou sozinha nesta empreitada - perdido TODO o peso que temos a mais.
It's gonna be a tough job - but someone's gotta do it.
O problema é que neste corpo quasi-quasi-obeso vive uma magra em potência, que sonha com voltar a calçar aquelas botas de cano que há duas estações não entram, e vestir aquela túnica boémia com aqueles leggings, e vestir aquele vestido que nunca mais ficou bem, enquanto enfarda mais uma fatia do bolo tão bom que fez para o miúdo e ainda não foi desta que ele se converteu ao sabor doce, e bebe mais um refrigerante que é um vício do catano que não se sabe como se vai conseguir chutar para canto.
Assim sendo, amanhã começa-se mais um ciclo de dieta low-carb, para se perder mais uns quilitos. Este ciclo deverá durar... umas 8 semanas, pelas minhas contas. Lá para Dezembro voltamos à alimentação com hidratos de carbono livres, embora se vá continuar a tentar optar pelos mais complexos possível, em quantidades controladas mas presentes em todas as refeições. Lá para meados de Janeiro (ou finais, logo se vê) retomamos mais um ciclo low-carb. E assim será, em intervalos, até que tenhamos - sim, não estou sozinha nesta empreitada - perdido TODO o peso que temos a mais.
It's gonna be a tough job - but someone's gotta do it.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Resolução forçada de Ano Novo
Este ano tenho de emagrecer. Já não se trata de uma questão estética (apenas). São 25 kgs. É como se o meu filho tivesse 7 anos e eu o trouxesse permanentemente ao colo. Não dá. Não consigo fazer nada, perco o fôlego, doem-me as articulações. Ressono, eu que sempre fui uma silent sleeper. É horrível. Não tenho roupa para vestir, mas tenho os armários cheios, e pela primeira vez este cliché é mesmo a pura verdade. Não posso renovar o meu guarda-roupa todo. Nem quero; quero renovar o meu corpo.
2012 pesou-me, literalmente. Em 2013 temos de arrepiar caminho. E parece-me que será a mais árdua tarefa de sempre.
O plano já existe, e hei-de partilhá-lo aqui.
O plano já existe, e hei-de partilhá-lo aqui.
terça-feira, 26 de junho de 2012
Ah, é verdade
Esqueci-me de contar que encontrei quatro dos quilos que perdi depois de ter o meu filho. Ufa, ainda bem, estava a ser um drama. Os coitadinhos andaram aí ao deus-dará sabe-se lá quanto tempo e em que condições.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
The time is now
Ontem, absolutamente por acaso, tropecei numas imagens minhas de 2007. Tinha seguramente uns dez quilos a menos. Quero regressar a esse bem-estar.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Os meus estranhos hábitos alimentares
Sempre fui uma grandessíssima gulosa, mas isto intensificou-se desde que engravidei, e piorou substancialmente desde que tive o bebé.
O problema actual na minha alimentação é que de repente, sem que nada o faça prever, fico com uma obsessão por qualquer coisa [invariavelmente nada saudável] e depois só quero comer essa qualquer coisa, todos os dias, senão parece que fico com um enorme desconsolo dentro de mim. Desde que o bebé nasceu já passei por várias fases obsessivas: batatas fritas de pacote, pastéis de nata, McFlurry de Oreos, e agora as farturas. Graças a Nossa Senhora da Boa Alimentação, ainda consigo manter alguma sanidade mental e não comer estes meus objectos de desejo sempre que me apetece, porque caso contrário seria mesmo TODOS OS DIAS, I kid you not.
E enfim, estou na fase das farturas. Farinha, frita, gordurosa, coberta de açúcar e canela. Está visto que não posso descer à Avenida enquanto esta tara não me passar.
O problema actual na minha alimentação é que de repente, sem que nada o faça prever, fico com uma obsessão por qualquer coisa [invariavelmente nada saudável] e depois só quero comer essa qualquer coisa, todos os dias, senão parece que fico com um enorme desconsolo dentro de mim. Desde que o bebé nasceu já passei por várias fases obsessivas: batatas fritas de pacote, pastéis de nata, McFlurry de Oreos, e agora as farturas. Graças a Nossa Senhora da Boa Alimentação, ainda consigo manter alguma sanidade mental e não comer estes meus objectos de desejo sempre que me apetece, porque caso contrário seria mesmo TODOS OS DIAS, I kid you not.
E enfim, estou na fase das farturas. Farinha, frita, gordurosa, coberta de açúcar e canela. Está visto que não posso descer à Avenida enquanto esta tara não me passar.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Ontem e a neura
Era mesmo neura. Mas estou certa de que ninguém gosta de olhar para o espelho e não se sentir bem. Ou de vestir uma coisa de que se gosta muito e se sentir apertada. E eu estou assim há muito tempo, mas tenho de me resignar aos factos. E os factos são que 1/O meu principal problema é do "caco", e não do corpo; 2/ O meu problema do caco faz com que seja uma emotional overeater; 3/ Apesar de isso ser o meu pior problema, ainda tenho outro mais piquinito, mas que vem ajudar ao barulho: um metabolismo da treta, que eu tenho de estimular e estimular, para ele funcionar igual ao das outras pessoas.
De todo o modo, no excuses, o meu problema no. 1 é mesmo dominar a psique. E isso é que vai custando, mas de certeza que se vai fazendo. Ainda cá estão os 10 a mais, odeio-os de morte, mas paciência. Isto é aos bocadinhos. E a palavra de ordem, para mim, neste momento, é comer só e apenas o que for saudável, não propriamente fazer dieta. Assim já muita porcaria fica de fora!
De todo o modo, no excuses, o meu problema no. 1 é mesmo dominar a psique. E isso é que vai custando, mas de certeza que se vai fazendo. Ainda cá estão os 10 a mais, odeio-os de morte, mas paciência. Isto é aos bocadinhos. E a palavra de ordem, para mim, neste momento, é comer só e apenas o que for saudável, não propriamente fazer dieta. Assim já muita porcaria fica de fora!
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Não, pior...
Afinal, pior é que se começa a não gostar do que se veste, porque não se gosta de nada do que se tem, já nem se quer saber do que é tendência na próxima estação, porque não vale a pena comprar se não nos cai bem (pelo menos aos nossos olhos), e qualquer dia está-se horrível, descuidada e parola.
E o pior de tudo...
...quando uma pessoa não se sente bem na sua banha, é que se perdem no éter estes momentos fantásticos, em que todos os factores aleatórios se conjugam, e é coisa para acontecer só de x em x anos, tipo, são os saldos, não se compra roupa há que tempos, sobram sempre os tamanhos grandes, tudo a pelo menos 70%, mas qualquer coisa que se vista faz-nos pensar no Humpty Dumpty. E não se compra nada.
*suspiro*
Deixa-te estar, come para a frente, que vais longe. O próximo passo é aprender a rebolar bem depressa, que esta vida é sempre a correr de um lado para o outro...
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Saldo calórico da noite


Mau, muito mau, péssimo.
Ao chegar a casa tardíssimo e exausta, tinha o meu M. a começar o jantar... massa com atum e cogumelos (bem cremosa, claro está). Um copo de vinho tinto para acompanhar e, no final, meloa. Até aqui, dos males o menor.
Mas quando começaram a vir à mente aqueles diabinhos a dizer "falta-me qualquer coisa...", que raiva, porque é que eu não tenho mais força de vontade? Acabámos os dois com ar de culpados, a eliminar o stock de Hershey's Kisses e Peanut Buttercups. Que, por acaso, estavam guardados para um desconsolo, but still...
O pior é que, quanto mais cansada ou em stress eu ando, mais me apetece dar facadas na alimentação e, ironicamente ou não, menos tempo e forças tenho para ir ao ginásio. O rácio não é famoso.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Eu sei que estou a cultivar o gosto por mim mesma, e blá, blá, blá...
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Not fair

Eu até me ando a sair bem na minha nova boa onda "gosto de mim como sou", mas confesso que fiquei triste ao ir à consulta hoje e não só pesar mais um kg, como ter mais 2 cm de cintura e 1,qualquer coisa% a mais de massa gorda. WTF??? Com todo o exercício que fiz? Não aumento a massa muscular e aumento a massa gorda? Com o meu plano que foi (quase totalmente) cumprido? Não é justo. E não estou a armar em vítima. Sinto-me mesmo injustiçada, especialmente porque fiz um esforço para get my butt off the couch e fazer exercício diário, na pior das hipóteses uma caminhada de 30 mn e uns abdominais.
Não é justo. Não é justo. Mas enfim, continuar a terapia do "gosto de mim assim" à mesma. Nessa parte nada me há-de abalar.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Maravilhas da natureza...

...ou não.
Não fossem os pés e pernas peludos, esta imagem podia ter sido produzida lá em casa. Esta vossa amiga tem tentado o seu melhor para fazer tudo direitinho, comer de acordo com a diet (até tem passado por momentos de falta de apetite, devido ao calor), tem feito exercício (hallellujah!!!), indo fazer caminhadas diárias de 30/40 minutos, acompanhadas de uns bons crunches para a barriguinha teimosa, bebido a sua aguinha...
Prevaricou ontem, porque não fez a caminhada, e prevaricou na 3a feira, porque era dia 10 e foi jantar com o seu amor - comeu sobremesa. De resto, é tudo como vos conta. Que tal a introdução na 3ª pessoa, à jogador da bola?...
E a balança, essa amiguinha, mostrou resultados? Sim!!! 1 kg... a mais!!!!!!!!
Como isto me acontece, não faço ideia alguma. Mas aqui entra a verdadeira maravilha: I don't give a damn! Sinceramente, estou cansada disto. Como pouco, como coisas que não aprecio, tudo em prol de uma silhueta melhor. Melhor para quem???
Já há algum tempo que estou a tentar mudar de atitude perante a minha figura e o meu peso. Precupa-me muito engravidar e ganhar alguma depressão por causa de me ver de um tamanho (ainda) maior. E se ainda não engravidei, é porque continuo desesperadamente a tentar perder o peso extra, para depois não me custar tanto ver os kgs a treparem pela balança fora.
Mas cheguei à (triste) conclusão que, mais do que mudar por fora, é URGENTE mudar por dentro. Perder as inibições que ganhei e que antigamente não tinha (e sempre fui uma pessoa de peso flutuante). Por tanto ouvir determinadas coisas, convenci-me que sou horrorosa assim. Há dois anos que evitava ir à praia (e esta é uma verdade que agora assumo com vergonha), para não ter de me mostrar quase despida. Se ia, não tirava a roupa. Custa-me muito ver o meu corpo e que vejam o meu corpo. Até as pessoas que eu sei que me amam assim. E isto é doloroso de dizer.
Mas que raio - cheguei eu ultimamente a essa conclusão -, não sou nenhum bicho! Não sou obesa! E se é assim que sou, então que se danem as mentes tacanhas que não gostarem do que vêem. E que se dane a minha própria pobreza de espírito! Este ano já fui à praia, despi-me, apanhei sol e estou viciada! Já vesti vestidos curtinhos, calções curtinhos e sabem que mais? Estou a gostar de me ver assim! Sinto-me mais bonita, mais sensual. Ando na rua com confiança, não encolhida para me tornar mais pequenina... EU SOU GRANDE! E não há nada a fazer quanto a isso. E, em vez de me ver como uma baleia, devo ver-me como uma mulher... vistosa. Voluptuosa. Ou whatever, desde que deixe de lado essas parvoíces.
Quando engravidar, tenho de comer aquilo que for melhor para o meu bebé. Vou ter de comer queijo e pão. Vou ter de comer coisas boas e saudáveis. Não vou criar qualquer desculpa para comer por dois, mas não vou comer por meio. Isso eu garanto. Vou querer engordar aquilo que é saudável para o meu bebé. Nem mais, nem menos. E vou ter de olhar para mim e gostar!
Como agora gosto. Tenho mais um kg? Who the hell cares anymore??!!
terça-feira, 13 de julho de 2010
Mais uma etapa

Ontem foi dia de consulta de nutrição.
Entrei muito consternada, como sempre aliás, porque sabia que não tinha atingido os objectivos (nem perto disso).
Expliquei à nutricionista que foi um mês complicado. Houve muito calor - e não me apetecia a sopa. Aliás, não me apetecia cozinhar - ponto. Depois, foram várias semanas de muito trabalho, em que tive de comer muitas vezes fora. Mais um ponto a desfavor. Caí na febre dos gelados (ai o Feast, obra do demo!) mais do que uma vez durante o mês. Por fim, e pior que tudo, o stress voltou a atacar-me em grande. Conforme já aqui contei, eu tenho um problema. O meu metabolismo basal é lento. Não, é leeennntttooooo. Para terem uma ideia, a minha irmã, que tem um bom metabolismo, gasta cerca de 700 calorias mais do que eu (cada uma no seu estado normal), sem ter de mexer uma palha. Acontece que, em épocas de maior stress, o meu lento metabolismo fica ainda mais vagaroso. E nessas alturas, mesmo que siga a dieta à risca, vejo-me e desejo-me para perder um kg que seja. E também é por isso que emagreço sempre mais quando estou de férias!
Bom, mas to make a long story short: bem me esforcei, na maior parte dos dias, e fiz tudo direitinho. As asneiras aconteceram, mas não foram assim tantas. E eu sentia-me exactamente igual, logo ia preparada para o raspanete.
Mas não foi o que veio a acontecer. Afinal, embora não tenha perdido nada a nível de cms, estou com um kg a menos, e com 1,4% de matéria gorda a menos também. Para quem antecipou o pior, não é nada mau! Quanto aos restantes valores (água, tensão arterial, vitaminas, sais minerais e celulite, tudo igual - bem).
To whom it may concern, novo plano alimentar, a levar a cabo até 6 de Setembro:
- Pequeno-almoço: 1 iogurte magro e sem açúcar com 2 colheres de sopa de muesli Diese de chocolate + sumo de uma laranja
- Meio da manhã: 2 bolachas de arroz com pevides de abóbora ou sementes de sésamo (WTF? Não sei se vou gostar disto, mas estou por tudo.)
- Almoço: 1/2 prato de legumes/salada + 3 colheres de sopa de arroz ou massa/4 colheres de feijão ou grão + 120g de carne ou peixe; 1 peça de fruta.
- Lanche 1: 1 pão de mistura/cereais/integral + 1 compal light.
- Lanche 2: 1 iogurte e 1 peça de fruta (2 iogurtes por dia, para mim, é iogurte a mais... vamos ver.)
- Jantar: igual ao almoço. Perguntei se podia comer apenas sopa e fruta (se me apetecer) - só se for até um máximo de 3 jantares por semana. Perguntei se poderia retirar os hidratos - se não sentir falta ou fome mais tarde, posso.
Tudo isto acompanhado de 1,5l de água ao longo do dia, o bendito (e inexistente à data) exercício físico e o TrimGel na celulite. Estou a preparar um post sobre este produto, mas ainda só estou a usar há uma semana. Estou MUITO agradada para já, mas aguardo por mais algum tempo de aplicação antes de deitar os foguetes.
E... c'est ça! Desejem-me sorte, sim?
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Sem querer ser indigesta...

... porque já sei que cada qual com seus problemas e suas paranóias, etc., etc. e temos de respeitar, etc. etc..
Mas há dias - como hoje - em que não me cai nada bem a mim ler por tudo quanto é lado o quão vamos ficar umas baleias porque hoje comemos um gelado, ou o quão difícil é a nossa vida porque estamos a passar horrores numa dieta macabra para perder 2 ou 3 kgs. A mim, que comecei uma dieta para perder 15 kgs, a quem a roupa deixou de servir, que ando meses seguidos a fazer SA-CRI-FÍ-CI-O para perder meia dúzia desses 15 e recuperá-los logo a seguir, que ando sempre no stress de pensar "não posso", "não devo", num constante processo psicológico de auto-restrição e culpabilização se quebro as normas.
E o pior, o pior de tudo, é que mesmo que cumpra direitinho as regras nada garante que o resultado seja compatível. Hoje estou triste porque ando mesmo a fazer tudo certinho. Pesei-me. Peso mais que na semana passada.
E, por isso, por nunca mais ver o fim deste processo, por as minhas expectativas sairem constantemente goradas, por não interessar muito se me esforço se não, por não poder NUNCA comer as coisas que me apetecem por estar SEMPRE de dieta, hoje não me apetece ler sobre a dificuldade de se perder 3 kgs (rocket science, I guess), ou sobre a calamidade calórica de um gelado ou uma sobremesa. Isso, minhas amigas, é conversa de MAGRA.
Hoje não dá.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Eu ando numa linda vida, ando
quarta-feira, 19 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
No rescaldo de um mês de dieta

Tive ontem a minha consulta de um mês. Muito satisfatório, embora não perfeito, o resultado foi o seguinte:
- 3 kgs a menos (idealmente, teria perdido 4 kgs);
- 0 cms a menos na cintura (factos ambos a que a nutricionista graciosamente atribuiu a justificação de eu estar naquela altura do mês em que somos todas magras e bem dispostas);
- 2 cms a menos na anca;
- 3% de massa gorda a menos;
- tensão arterial impec;
- apenas 1l a menos de água no organismo;
- celulite melhor (ainda não ok, mas quase).
Ou seja, parabéns a mim! E isto com tanta preguiça e tanta facadinha no regime, à força de jantares e aniversários... Correu-me bem!
Este mês vai-se manter o programa. Ela considerou adequado a mais uma fase da dieta. Ao fim de um mês, logo se verá!
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