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domingo, 3 de abril de 2011

POOOOOOOOOOORRRRR...

...TOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!

Que alegria! Era só isto, muito obrigada.

Campeões, campeões, nós somos...

sábado, 2 de abril de 2011

Este fim de semana espera-me...

... um confuso e estranho misto de party e work. Ontem já ficámos fora até uma hora jeitosinha, numa festa da "minha" escola de dança. Hoje... trabalha-se, que segunda-feira vai ser um dia de morrer. Logo à noite, a festa de aniversário da empresa da minha amiga B.. Amanhã... uma pequena viagem para estar com os meus papis, mana, avós... que temos de conviver, rir e partilhar é enquanto cá estamos todos. E à noite... acabar o trabalhinho que de certeza não fica concluído hoje.

Se eu segunda-feira estiver viva e de saúde, digo-vos alguma coisa, sim? Até lá, bom fim de semana. Descansem, divirtam-se, amem a vida.

terça-feira, 22 de março de 2011

Franco desacordo

Não sei se já aqui falei sobre o acordo ortográfico a que infelizmente nos vamos ter de sujeitar. Mas se não o fiz aqui, certamente que noutros sítios já dei uns ares da minha graça. Contudo, hoje, ao ler este post by Saltos Altos Vermelhos, não posso deixar de tecer algumas considerações sobre, nem de colocar à douta blogocomunidade algumas dúvidas que me assolam.

Antes de mais, esclareço que nem sequer ainda me dei ao trabalho de ler extensivamente o acordo. Se tivesse por ele mais interesse, a diligência teria sido outra. Sei aquilo que nos é genericamente veiculado pelos meios de comunicação, e creio que isso é o suficiente para poder opinar com alguma legitimidade, até porque as minhas considerações são de cariz igualmente genérico.

Não concordo com a aplicação deste acordo ortográfico. Sinto que, com ele, nos é retirada alguma identidade. Sinto que tudo aquilo que aprendi com gosto - porque, para mim, aprender a minha língua materna com correcção sempre foi um verdadeiro gosto e um orgulho - é obsoleto e sem valor. E sinto que já nem sequer sei escrever português. Por isso, detesto que me imponham este "estandarte de modernidade", que nem sequer sei de quê ao certo é bastião.

E não me tentem convencer com argumentos do género "há relativamente poucos anos ainda se escrevia com ph e agora já ninguém se queixa" e não sei mais o quê. Não é a mesma coisa falarmos da evolução natural de uma língua, sua grafia e fonética, e falarmos de ajustes à grafia e fonética dessa mesma língua, por forma a que ela seja objecto de uma "normalização" extensiva a outros países que também a usam. Estranho apenas que essa normalização passe por uma adaptação do povo que a criou a novas regras, provindas por sua vez dos povos que adoptaram o português após séculos de existência. É assim que penso, e é por isso que rejeito escrever ao abrigo do novo acordo.

Por outro lado, tenho cá para mim algumas dúvidas, que me fazem também duvidar do carácter simplificatório deste acordo.
Pergunto eu:

1/ Agora escreve-se tudo em minúsculas (leia-se os meses, os nomes de ruas/monumentos/ etc.)? Por quê? Era realmente complicado apertar o shift para escrever uma maiúscula de vez em quando?

2/ Agora abolimos os acentos circunflexos? Juro que vou demorar o dobro do tempo a ler qualquer simples texto.

3/ E os outros acentos? Os agudos, por exemplo? Às vezes escrevem-se, outras vezes não? Qual é o critério? Por exemplo, qual o problema que havia em heróico ter acento? Juro que não entendo. Agora passamos a dizer "herôico" (porque só assim se torna lógico para mim)?

4/ E palavras como neorealismo? Ainda dizemos "rrrrr"? Também não me faz sentido.

5/ E os hífenes em, por exemplo, "hão de"? Que feio. Parece-me que estou a escrever a dar erros, porque a maior parte destes exemplos que apontei ERAM erros quando eu aprendi a escrever.

*suspiro com frustração*

segunda-feira, 21 de março de 2011

Primavera


Nem que hoje não fosse 21 de Março, seria impossível deixar passar em claro estes dias lindos e mornos, a boa disposição que se apodera de todos nós, os sorrisos que reflectem os raios do sol. Já tinha saudades tuas. Como tenho sempre da estação que se segue. Porque os ciclos de que a nossa vida se compõe nos são - sempre - essenciais.

sábado, 19 de março de 2011

Um fim de semaninha com sol

Aproveitem-no bem! É o que eu vou fazer... Em boa companhia, em todos os seus momentos! :)

quarta-feira, 16 de março de 2011

Há dias assim

Em que só pensamos em como mais valia não ter posto o nariz fora da porta. Estava-se tão bem aqui.

Vales-me tu, e o poder voltar para cá quando a guerrilha termina.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Elaborando um pouco mais

Na sequência do comentário da Ritinha, queria explicar-me melhor:
Quando digo que prefiro estar preparada para o que o futuro me reservar, refiro-me também, mas não exclusivamente, a estas catástrofes naturais. Obviamente que é praticamente impossível prevê-las com a antecedência necessária para poder existir uma série de cuidados adequados.

É que, no meu ponto de vista, estas manifestações da natureza fazem parte de uma restruturação bem mais abrangente e bem mais profunda, que essa sim, pode bem fazer parte do meu futuro. São não mais do que uma forma de as energias se realinharem, voltarem aos devidos lugares. Porque este mundo está fora de controlo.

Fatalismo? Talvez. Não é fácil explicar este ponto de vista. O que eu sei é que o mundo, pelas mãos do Homem, dos homens que o comandam, segue para uma via de auto-destruição. Conflitos, jogadas de controlo económico/político/étnico (independentemente dos danos colaterais, traduzidos em vidas, que isso possa significar), fossos cada vez maiores entre os estupidamente ricos e aqueles que não têm o mínimo para se alimentarem. E acho que a natureza, o universo, o cosmos, o que vocês quiserem, se estão a ocupar de destruir aos poucos este status quo, para que eventualmente as energias se recoloquem nos seus devidos lugares. Para que possamos regressar a uma posição de humildade, sem megalomanias, dando valor ao que é essencial.
E não acredito, como é óbvio, num judgement day, no fim do mundo como aparece retratado nos filmes, mas acredito sim que, aos poucos, tragédia atrás de tragédia, guerra atrás de guerra, casualidades atrás de casualidades, o mundo como nós o conhecemos se prepara para terminar. E para isso eu quero estar preparada.

São pontos de vista. Olhem, internem-me. :)))

É por isso que quando me falam no fim do mundo, eu não me rio

Quando vejo coisas destas a acontecerem. Com gravidade e frequência cada vez maiores. Perto ou longe de nós, não interessa.

A natureza está em ebulição. As catástrofes sucedem-se. Temo que a tendência não seja o abrandamento. A saturação de consumismos, tecnologias, poluição, desgaste ecológico, desgoverno económico, etc. etc. etc. está a levar a uma catarse, a uma purificação, uma limpeza, um retorno a algo que há muito o Homem não experiencia.

Que ria quem quiser. Eu não rio. Prefiro estar consciente e preparada para seja o que for que o futuro me reserve.

terça-feira, 8 de março de 2011

Estou viva

Não há razões para pensarem que eu possa ter cometido uma loucura. Simplesmente, 1/ voltei ao trabalho; 2/ tive um fim de semana ocupadinho que eu sei lá; 3/ não me apetece falar do Festival da Canção nem do Carnaval, ambos eventos me aborrecem e não me merecem grande atenção. Mas estou cá, hem??

terça-feira, 1 de março de 2011

Borboletas parte II


Lembram-se deste post? Aqui vai o resultado da experiência. Devo salvaguardar que foi tudinho feito pelo M.. Marido artista que eu tenho...

Isto não vai para melhor

E lá estou eu, atirada para a cama... Ontem insisti em ir trabalhar, ainda que toda a gente me recomendasse o contrário, resultado: piorei bastante. Febre outra vez, tosse com dores no peito, espirrar como se não houvesse amanhã e congestionamento geral das vias respiratórias. Lindo.

É bastante difícil deixar o trabalho em segundo plano, quando não se está habituada a isso. Estou para aqui cheia de problemas de consciência, embora contente e orgulhosa por estar a zelar primeiro pelo mais importante. Mas quando só se ganha se se trabalhar... e quando a nossa posição é de alguma fragilidade... os receios são imensos e enormes. Enfim. Tenho de me consciencializar que as coisas são como têm de ser. E rezar para que a recuperação se dê com alguma brevidade...

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Hoje...

... a minha temperatura baixou, o que é bom. Fiquei com mais tosse e dores no peito, o que é incomodativo, mas pelo menos estou a melhorar. Obrigada pelas vossas palavras. :)

Como ainda não saí de casa, dediquei-me a fazer um bolinho de iogurte só com claras, porque me sobrou meia dúzia, do leite creme que ontem fiz para o almoço com os sogros. Receitinha a repetir.

Durante a tarde, entretivemo-nos com estes amiguinhos:
Nada tenho a acrescentar a tudo o que já vi escrito por essa blogosfera fora. Gostei muito.


Meh... adormeci pouco depois de começar. Não me entusiasmou minimamente. A não ser pelo Christian Bale, o portento de talento do costume.

Agora está a fazer-se ali um caldinho verde para ajeitar o estômago. E a ver se amanhã estou fina, que há muito que fazer.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Weekend mode

A vontade é imensa, imensa, imensa. Bem estou a precisar de dois dias mais sossegaditos. Planos: uma tachada, melhor diria uma "bimbada", de leite-creme (não o vou comer sozinha, hein??), filmes e séries em casa, filme no cinema (tanto filme! mas para mim é extremamente relaxante), namoro e passeio. Parece-me bem. E parece que nunca mais chega.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Outra conclusão brilhante da minha parte

É que ir ao dermatologista fica caro. Muito caro. E é em duas fases: o valor da consulta - pimba - e a ida à farmácia - catrapimba.

Mas que raio...

... se passa com as caixas multibanco? E com os netbanking? Só sei que estou há horas a querer fazer uma transferência bancária e carregar o telemóvel e ninguém me deixa. Olha se fosse urgente...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Da falta de tempo

Nem o tenho para escrever, nem para ler os meus sítios de eleição, nem para porra nenhuma. Enerva-me.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Já descobri para onde caminho

Na Elle de Março li uma matéria que me deixou muito, muito interessada. A nova corrente social é o neofrugalismo. E eu de imediato me identifiquei!

"Viver com menos. Aprender a consumir. Centrar-se no essencial. Ganhar uma simplicidade consciente. Respeitar a Terra. Ter menos coisas e obter mais bem-estar. Em suma, ser frugal."

"'Ser frugal significa ser uma pessoa que valoriza aquilo que tem, que não desperdiça os seus recursos materiais, independentemente da quantidade e, acima de tudo, da qualidade. Significa dar valor àquilo que já se possui, procurando extrair o máximo de utilidade das coisas ao seu redor.' A arte da frugalidade é isso mesmo.A possibilidade de ser feliz nas áreas que consideramos mais importantes, sem ficarmos insatisfeitas."

Não podia estar em maior concordância com esta teoria. Já há algum tempo que tento direccionar a minha vida para este conceito, simplesmente porque acho que, ao ser mais consciente e aprender a controlar o meu consumismo, vou criar um ciclo que só me vai trazer benesses. Exemplo: gasto menos - poupo mais - preciso de trabalhar menos horas "extra" - ganho tempo livre - ganho qualidade de vida, menos stress e ansiedade.

Claro que não sou extremista. E claro que entendo que cada pessoa terá a sua noção de prioridade. Sou perfeitamente a favor de ir jantar fora de quando em vez, de viajar o mais possível, e adoro os meus trapinhos, os meus acessórios, as minhas futilidades femininas. Não estou pronta para me transformar numa naturista, vestida de serapilheira, cheia de buço e pêlos nas pernas. Simplesmente, considero que o segredo está no equilíbrio. No saber racionar e saber escolher as nossas prioridades. Principalmente se o mal-estar generalizado ao nível económico nos afecta de alguma maneira.

E como é que esta tese se aplica aos trapinhos? Fácil. "Em tempo de crise, ter um certo número de peças que dialogam bem entre si, formando um todo harmonioso, versátil e equilibrado, é uma boa opção para quem quer cortar os gastos com novas peças que apenas reflectem a tendência vigente e não acrescentam muito ao estilo pessoal. E onde é que o neofrugalismo entra nessa história? Simples. Devemos assumir esta atitude frugalista como um sinónimo de minimalismo. Ter pouco mas bom. Ter com saber. Se compramos uma peça de roupa, há duas que saem do armário. E abolir a compra por impulso."

Em suma: "Desperdiçar menos, rentabilizar mais o tempo (saber cozinhar, ler mais, etc.). Ou seja, estar menos dependente, viver de acordo com as possibilidades e com a consciência de cada um. Conclusão, ter uma vida mais simples."

Espero que seja para lá que caminho. Para a qualidade de vida, a verdadeira.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Isto nem está vento nem nada

Há bocado ia dando uma de Mary Poppins.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Quanto ao dia de S. Valentim

Considerando que:
- Por norma, não aprecio muito os dias em que sou obrigada a celebrar algo e a fazer uma grande festa só porque o calendário diz que sim;
- Não tenho qualquer pachorra para os peluches, postalinhos e corações por todo o lado, parece-me apenas um exercício de consumismo;
- Me recuso a ir jantar fora no dia 14 de Fevereiro, porque acho que se pratica uma exploração desenfreada em tudo o que é espaço, além de ser enchentes por todo o lado, não se suporta;
- Devemos demonstrar ao nosso companheiro/a os nossos sentimentos sempre que pudermos, todos os dias se viável;

Dito isto, não percebo também por que devemos ser agora todos Velhos do Restelo e abominar o Dia dos Namorados. Celebra-se o amor, e depois? É apenas mais um motivo para mimos e beijinhos. Eu comparo o dia dos namorados ao Natal. O Natal é quando o Homem quiser, certo? No entanto todos o festejamos a 25 de Dezembro.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011