Temos uma relação complicada. Confesso que sou um bocadinho agarrada. Às vezes prefiro evitar o mais possível, porque se começo a ver, é certo e sabido que vou ficar apanhadinha. Os reality shows.
E não é pelo elevado nível dos programas, pela temática subjacente a cada reality show. É pela parte do reality: eu acho estes programas interessantíssimos, acreditem-me ou não, de um ponto de vista sociológico.
Quem me conhece sabe que eu tenho uma grande vertente analítica. Está fora do meu controlo, eu bem tento dominar-me mas não consigo, é a minha veia "Lua em Virgem". Eu analiso tudo, as pessoas, as posturas, repasso conversas que tive, penso em como as minhas palavras podem ter sido interpretadas...
Daí que, ao ver reality shows, aquilo que me prende é a vertente sociológica. Perceber como as pessoas se relacionam, como interagem, quem é bitch e quem é genuinamente boa pessoa, como as pessoas são quando estão sozinhas ou à vontade, e como são quando estão em grupo. Pronto, acho fascinante.
E não estou a falar do Secret Story. Felizmente consegui não me "agarrar" a esse, porque não vi o início e então agora não apanho o fio à meada. (Mas confesso que, em passando por aquele certo canal, ainda lá fico um bom bocado até dar uma chapada em mim mesma e prosseguir o zapping).
Neste momento, e já há 2 ou 3 seasons, o meu vício é o The Biggest Loser. Eu sei que muita gente vê, inclusive gente deste mundo cruel que é a blogosfera, e que muito se fala sobre isto. E, no fundo, toda esta converseta era mesmo só para introduzir aquilo que realmente quero dizer: odeio aquela Vicky. Odeio, odeio, odeio. Má até ao tutano. Interesseira, só está ali pelo dinheiro. Nem por ter dois filhos em risco de adoptarem os maus vícios dos pais, nem por ser uma séria candidata, e bem assim o marido, a ter problemas de saúde potencialmente fatais. É mesmo pelo dinheiro. E pelo dinheiro é capaz das maiores maldades e manipulações. Ai, odeio. Odeio aquele sorriso shakesperiano, como dizia o outro.
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domingo, 7 de novembro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
É indescritível
O alívio e contentamento que sinto por aqueles mineiros e aquelas famílias chilenas. A tortura que devem ter passado deve ter sido igualmente inominável.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Já o contrário, para mim...

... é o Mário Augusto.
Coitado do senhor, não é que eu antipatize com ele, eu até o acho algo simpático na apresentação, sabe a sua quota-parte da sua área de movimentação (o cinema), mas o que acontece é que o acho o verdadeiro cromo. Comete gaffes volta e meia; gosta imenso de falar das estrelas que conheceu pessoalmente e das festas VIP onde esteve... E tem a PIOR pronúncia inglesa de sempre. Eu sinceramente acho que os entrevistados devem responder por intuição!
Ainda hoje o estava a ouvir na Antena3 e só me ria. Falava do All Street (ele queria dizer WALL Street), em que entrava "o Michael Douglas e o Charlie Sheen... Não, o filho, o Martin Sheen. Não, esse era o pai, era o filho o Charlie Sheen." Só me ria.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Os dias úteis

Andei que tempos a adiar a visita a este espaço. Falta de tempo, as desculpas do costume. Mas eu sabia que quando fosse, ia gostar. Devo desde já ressalvar que não aprecio "programas da manhã", seja qual for a rádio que os emita. A maioria dos dias, irritam-me as piadas quase sempre básicas, as risadas estridentes, o fluxo (para mim anormal) de palavras àquela hora da manhã. Eu só comunico em condições a partir do MEIO da manhã.
Mas, voltando ao assunto, eu gosto, gosto muito, do Pedro Ribeiro. Acho-o um doce, uma simpatia, uma pessoa inteligente e um bom comunicador.
Hoje li-o por intermédio da Miss Glitering e fiquei com o coração apertadinho por ele, mas rendida. E fui lá, e linkei-o, e vou passar a lá ir todos os dias. Prometo.
sábado, 4 de setembro de 2010
Este miúdo...
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Pet peeve

Tenho um novo ódiozinho de estimação: o Boarding Pass. Já li algumas críticas noutros blogues, mas não resisto a também escrever sobre esse assunto.
É que não suporto mesmo o programa! Quem me conhece sabe o quanto eu amo viajar, e - consequentemente - revistas de viagens, livros sobre viagens, programas sobre viagens. Por outro lado, sempre gostei imenso da Ana Rita Clara. Sempre a achei das presenças mais giras em tevelvisão, uma boa comunicadora, uma mente com alguma substância e cultura geral. Também não a prejudica o facto de ser originária da minha zona (cof, cof, olha o bairrismo).
Mas este programa... nem sei por onde começar. Quanto ao facto de ser patrocinado pela EasyJet e, nessa sequência, só focar cidades para onde a EasyJet voa de Lisboa, nada a apontar. São ossos do ofício, é para o que dá o patrocínio, tudo bem, melhor que nada. Nunca é demais a informação, embora por este factor alguns programas possam ser mais interessantes que outros.
Mas a perspectiva em que é rodado o programa em si... é hedionda. Tudo gira à volta da Ana Rita, mais até do que da cidade, a um ponto tal que chega a tornar-se ridículo. As dezenas de toilettes diferentes (chega a ser patético, quando dentro de um mesmo local, supostamente na mesma ocasião, ela aparece com DUAS roupas diferentes - mas lá está, a H&M patrocina, e quantas mais roupinhas se levar ao programa, mais cá cantam no armário, não é Ritinha?), as carinhas e boquinhas, as poses estudadas... é perfeitamente insuportável. A informação... pouca e pouco útil, digo eu. Sim, aconselham hotéis. A que preços? Para todos os bolsos? De várias categorias diferentes? Não se sabe. Sim, aconselham restaurantes. Preço médio das refeições? Não sabemos. Aconselham locais a visitar. Dicas úteis? Conselhos para poupar? Recomendações a não perder? Não temos, aqui só sabemos a história dos locais, que vimos na net ontem à noite. Fraco, fraquinho, confrangedoramente fraquinho.
A própria Ana Rita, que eu tinha em tão boa conta, parece ter-se convencido de que é mais top que as top. Se assim não é, parece, o que é tão real nestas coisas como o próprio ser. Estas férias li uma entrevista tipo relâmpago (de A a Z ou coisa que o valha) da menina numa das revistas femininas deste mês. Respostas robot, if you ask me. E a querer parecer o que não se é. Estou triste, Ritinha. Quando reencontrares o jornalismo e a tua identidade, volta, que a gente perdoa.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Esse carrasco que me apavora

Hoje não é um dia cor de rosa. António Feio morreu. E eu sinto muito a sua morte, como a de uma figura com quem tanto simpatizava.
E a sua morte ressuscita em mim, mais uma vez de tantas, o medo que, confesso, está lá sempre, latente e teimoso. O pavor de esse monstro me roubar novamente alguém. O pavor de ter de travar uma luta contra esse (O) monstro.
Sou fraca, eu sei. Sou humana. Mas hoje apetece-me derramar uma lágrima ou um rio, não só pelo vulto que se perdeu, pelo homem que tristemente não venceu o monstro, mas também pelo medo desse carrasco que me apavora.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Beautiful people #7 e #8


O verdadeiro casal maravilha. A Scarlett, diga-se o que se disser, tem uma figura maravilhosa e é possuidora de uma sensualidade desarmante. O Ryan Reynolds... o que dizer?? Já eu o achava um fofinho, super engraçado, meio corky. Agora, vai-se ver, e o mocinho fez-se dono deste magnífico conjunto de abdominais. Está completo, the whole package.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Beautiful people - #5 e #6


Uma brasileira e um tuga em homenagem ao match de daqui a pouco (já tenho o estômago aqui às voltas).
Acho a Carolina Dieckmann lindíssima, seja com que cor de cabelo for. Por exemplo, nesta novela que começou agora na SIC ela está morena e eu adoro vê-la. Tudo lhe fica bem, o que fazer?...
O Diogo Morgado, sei que não é consensual, mas eu acho-o muito bonito. Psicologicamente, enfim... às vezes acho-o um bocadinho falso modesto. Mas no geral até gosto bastante do mocito.
domingo, 25 de abril de 2010
Isto é ou não é assustador?
sexta-feira, 2 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
A queda de um mito

Pelo menos para mim, quando soube disto. Não é que seja grande novidade para mim, ou para quem quer que seja - pai solteiro, duuhhh! Mas o Rickyzinho era para mim, nos meus late teens, o homem mais bonito do mundo e tudo e tudo e tudo. Mesmo quando cresci o suficiente para não me deixar levar pelos crushes da adolescência, ainda o continuava a achar bonito, só que com um pouco mais de noção de que o senhor se tornou algo parolito. De maneira que eu sempre preferi manter a cabeça enterradita na areia a uma profundidade razoável e pensar "nááááá, nada disso, o homem é lá gay", a ter de eliminar do meu historial de memórias anos inteiros de fantasias (inofensivas, atenção) ao som da "La Bomba", e da "La Vida Loca" e outras que tais. E pronto, é assim, é numa questão de segundos que redondamente cai um mito.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Beautiful people #2 - Matthew Goode
Beautiful people #1 - Monica Bellucci
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