quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Se é para ir para a guerra, vamos para a guerra!


Hoje recebi um senhor que me veio pedir para eu conquistar uma acção de que ele foi alvo. Estamos nessa Sr. L., eu gosto é de conquistas!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Saldo calórico da noite



Mau, muito mau, péssimo.
Ao chegar a casa tardíssimo e exausta, tinha o meu M. a começar o jantar... massa com atum e cogumelos (bem cremosa, claro está). Um copo de vinho tinto para acompanhar e, no final, meloa. Até aqui, dos males o menor.

Mas quando começaram a vir à mente aqueles diabinhos a dizer "falta-me qualquer coisa...", que raiva, porque é que eu não tenho mais força de vontade? Acabámos os dois com ar de culpados, a eliminar o stock de Hershey's Kisses e Peanut Buttercups. Que, por acaso, estavam guardados para um desconsolo, but still...

O pior é que, quanto mais cansada ou em stress eu ando, mais me apetece dar facadas na alimentação e, ironicamente ou não, menos tempo e forças tenho para ir ao ginásio. O rácio não é famoso.

Em breve, seremos muito felizes...

...aqui...


...e aqui...


...e ainda aqui.

Better with you


Mais uma série passada em NY, recheada de momentos de ir às lágrimas. Ainda só vimos três episódios, mas para já não desiludiu. Muito engraçada.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Cenas da vida doméstica

O pirucinhas mais novo, giro que dói...


A mais velha sempre à coca num sítio qualquer, de preferência fora do nosso alcance, que com ela não há cá abraços e beijinhos.


Tudo enquanto este continua a testar a sua sorte - desta vez, apanhado em flagrante delito a tentar roer o tripé.

Cleansing time


Diz a minha amiga B. que está em fase de limpezas e arrumações, a arrumar o sótão e a limpar o jardim, deixando apenas as flores que poderá fazer crescer.

Seja esta limpeza em sentido literal ou figurado, acredito que é de uma importância fulcral nas nossas vidas. Chega sempre uma altura em que precisamos de nos desfazer do velho e desnecessário e manter apenas aquilo que nos é essencial. Para deixar a energia fluir livremente.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

...meu pão com manteiga.


São as coisas simples da vida as que melhor definem os mais sublimes prazeres.

É uma análise genial...


... seja este texto do Carlos Drummond de Andrade (conforme sempre vejo ser-lhe atribuído) ou não.

E as duas últimas frases são sem dúvida poderosas. Optemos sempre bem.

"Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias, se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!!!A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional."
Carlos Drummond de Andrade

domingo, 17 de outubro de 2010

Não podia vir mais a propósito...


...deste post de ontem:

“For what it’s worth: it’s never too late or, in my case, too early to be whoever you want to be. There’s no time limit, stop whenever you want. You can change or stay the same, there are no rules to this thing. We can make the best or the worst of it. I hope you make the best of it. And I hope you see things that startle you. I hope you feel things you’ve never felt before. I hope you meet people with a different point of view. I hope you live a life you’re proud of. And if you find that you’re not, I hope you have the strength to start all over again.”

Adoro #10

Os bolos caseirinhos do Pimenta Rosa. Nunca resisto a trazer uma fatia para partilhar com o M.. Ou duas, pronto, que eu não vou ao Porto assim tantas vezes.