Para vocês que me lêem, para os meus fellow bloggers e para as minhas pessoas:
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Have yourself a Merry little Christmas
Para vocês que me lêem, para os meus fellow bloggers e para as minhas pessoas:
Have yourself a merry little Christmas,
Muito amor, muita paz e esperança no amanhã. Sempre.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Já fui tão feliz em... #9
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Sublime, maravilhosa, divinal...
... esta coreografia de Stacey Tookey que o Legacy e a Kathryn dançaram no SYTYCD na passada 6a feira, e que foi, inclusive, nomeada para um Emmy. Fiquei com lágrimas nos olhos! Podia vê-la em repeat durante horas...
Esta coreografia de contemporâneo é sobre a luta de uma rapariga contra os seus medos, representados pelo Legacy. Adoro as linhas dela, que são fabulosas, e os movimentos dele são absolutamente estrondosos. O final, em que ela domina e pisa os seus medos, é tão forte.
Escusado será dizer que já estou a torcer para que o Legacy e a Kathryn cheguem à final. Especialmente ele, pois sendo um b-boy, tem tido um crescimento e uma qualidade de movimentos abissais.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
He's just not that into you

Alguém se lembra daquele (^^) episódio do Sex and the City em que o Jack Berger, quando questionado pela Carrie e pela Miranda sobre o que achava em relação ao date da Miranda que se esquivou a algo dizendo que tinha uma reunião, disse clara e directamente "He's just not that into you"?
Esta frase já deu um livro de auto-ajuda e um filme romântico. Mas, essencialmente, gosto dela porque acho que é tremendamente verdadeira. Com esta frase, o Berger queria dizer que os homens são o que são: simple-minded, comparativamente com o mundo feminino. E que não vale a pena tentar reading too much into things, porque as coisas são o que são. Se o homem estiver interessado, o homem vai atrás, faz o que tem a fazer, no mínimo dos mínimos dá a entender a sua disponibilidade para. O Berger completava a sua ideia: "When a guy's really into you, he's coming upstairs, meeting or no meeting." (ou algo do género). Quando o homem não está interessado, geralmente não tem coragem para o dizer na cara da pretendente. Mas é bastante óbvio nas suas acções: foge, esconde-se, não aparece, não entra voluntariamente em contacto.
E eu, à medida que me torno mais velha e mais experiente, vou começando a perceber que não posso senão concordar com esta ideia - que, btw, saiu da cabeça de um homem. Ele deve saber o que está a dizer. Obviamente que é uma generalização, e todos sabemos o quão falaciosas as generalizações podem ser. Há excepções para toda e qualquer regra. Mas, na esmagadora maioria dos casos, concordo que seja mesmo assim, e que um homem que não devolve a chamada, que se esquiva a uma oportunidade, que tem sempre algo combinado, que não responde à mensagem, que não retribui um convite declinado por si um outro dia - simplesmente não está interessado o suficiente. Ou disponível. No excuses.
E por isso é que, cada vez mais, tento reprimir a sempiterna característica feminina de "fazer a leitura da situação". Por outras palavras, tentar encontrar explicações para tudo o que eles fazem e/ou dizem, tentar interpretar as suas mínimas reacções, tentar encontrar hipóteses que expliquem o curso dos acontecimentos. Isto é algo que, no geral, todas fazemos, e não é mais do que tentar arranjar uma boa* explicação para algo, explicação essa que nos permitirá continuar teimosamente a insistir no assunto, até que um dia a realidade nos bate à porta. E nesse dia, ele é que é o sacana, que nos manteve em banho-maria durante não sei quanto tempo e que já podia ter dito logo que não queria nada connosco, que somos mulherzinhas o suficiente para aguentar o tranco. Ele tentou, dear, ele tentou.
Sometimes it's just sad to watch.
*conveniente
Em relação ao Edgar Sawtelle
Levou-me uma eternidade para ler. Acabei por lê-lo quase todo nos dias em que estive de férias. Não amei, mas também não desgostei. O que mais gostei no livro foi a originalidade da perspectiva em que a narrativa é feita. Achei interessante a análise da psique canina. Para quem adora animais, é sem dúvida cativante. O final... Eu não sou adepta fervorosa de finais tristes como a única forma realista de contar uma história. E é só isso que tenho a dizer, não vá alguém ainda ter o livro em lista de espera.quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Coisas espectaculares que aconteceram enquanto andei no larú
A Maria e o gato dão mais um passo em direcção ao seu sonho. Vibrei!
E que tal irmos lá fazer umas comprinhas? Hem? Coisas giras há muitas!
E que tal irmos lá fazer umas comprinhas? Hem? Coisas giras há muitas!
Quanto à minha "viagem"...
... a que ia fazer no sentido figurado, e que foi mais curta do que pensava.
Quando disse que precisava de um intervalo do blogue, isso deveu-se a uma crise de falta de inspiração, de motivação para aqui escrever. Como eu só gosto de fazer as coisas bem feitas (da minha perspectiva, claro), não me apetecia estar a escrever coisas à toa, só para manter o blogue activo. Também não tinha muito tempo para seguir os blogues de que gosto. Tudo isso me começou a gerar um certo mal-estar, daí ter decidido que mais valia retirar-me durante um tempo e voltar quando sentisse que algo havia mudado - sem prazos, sem datas.
Por outro lado, psicologicamente não me encontrava num bom momento, o que por si só não cria nada de interessante para dizer.
O que aconteceu foi que, durante o tempo em que estive fora, dei por mim a pensar em determinadas coisas e a concluir que era algo que daria um post, ou que me apetecia partilhar. Apercebi-me que já tenho o blogue como algo intrínseco aos meus dias, e deu-me vontade de voltar a escrever logo que me fosse possível.
Não foi, como já "ouvi" por aí, uma jogada de marketing para o meu blogue, que mais parvo e insignificante não pode ser. Fui drama-queen? Caras pessoas, eu SOU drama-queen. Em tudo, no que sinto para bem e no que sinto para mal. Expresso-me sempre no limite.
A mudança que se deu não foi ao nível externo. Continuo com falta de tempo, com stresse a mais. Mas entendi que isso não deve prejudicar as coisas que gosto de fazer - pode condicioná-las, mas não as deve prejudicar. Foi, assim, uma mudança mais de carácter estrutural.
Em relação ao meu estado psicológico, também não se alterou por aí além. Não é algo que melhore por milagre, mas vamos andando, devagarinho mas steady, como o caracol. Tenho feito muita limonada com os mini-limõezitos que me têm sido presenteados. O importante é que os frutos azedos da minha vida não são daqueles bem gigantes. E só isso já é motivo para sorrir, não é?
Quando disse que precisava de um intervalo do blogue, isso deveu-se a uma crise de falta de inspiração, de motivação para aqui escrever. Como eu só gosto de fazer as coisas bem feitas (da minha perspectiva, claro), não me apetecia estar a escrever coisas à toa, só para manter o blogue activo. Também não tinha muito tempo para seguir os blogues de que gosto. Tudo isso me começou a gerar um certo mal-estar, daí ter decidido que mais valia retirar-me durante um tempo e voltar quando sentisse que algo havia mudado - sem prazos, sem datas.
Por outro lado, psicologicamente não me encontrava num bom momento, o que por si só não cria nada de interessante para dizer.
O que aconteceu foi que, durante o tempo em que estive fora, dei por mim a pensar em determinadas coisas e a concluir que era algo que daria um post, ou que me apetecia partilhar. Apercebi-me que já tenho o blogue como algo intrínseco aos meus dias, e deu-me vontade de voltar a escrever logo que me fosse possível.
Não foi, como já "ouvi" por aí, uma jogada de marketing para o meu blogue, que mais parvo e insignificante não pode ser. Fui drama-queen? Caras pessoas, eu SOU drama-queen. Em tudo, no que sinto para bem e no que sinto para mal. Expresso-me sempre no limite.
A mudança que se deu não foi ao nível externo. Continuo com falta de tempo, com stresse a mais. Mas entendi que isso não deve prejudicar as coisas que gosto de fazer - pode condicioná-las, mas não as deve prejudicar. Foi, assim, uma mudança mais de carácter estrutural.
Em relação ao meu estado psicológico, também não se alterou por aí além. Não é algo que melhore por milagre, mas vamos andando, devagarinho mas steady, como o caracol. Tenho feito muita limonada com os mini-limõezitos que me têm sido presenteados. O importante é que os frutos azedos da minha vida não são daqueles bem gigantes. E só isso já é motivo para sorrir, não é?
Gostei tanto, tanto, que tenho de escrever sobre ele - Textos alheios #3
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Para gáudio e regozijo de todos vós...
[... ou não! Não quero ser totalitarista! :P ]
... estou de volta. Era para ter "descansado" mais tempo... mas não me apeteceu. Tive saudades de escrever aqui, nem acreditei quando o senti. Mas foi assim que foi, e as coisas só têm sentido quando são como são. :)
No que se refere ao blogue, estou de volta com novos mandamentos e novas posturas.
Não te pressionarás para escrever no blogue. [Escreves quando tens tempo e cabeça para.]
Não pensarás no que os outros possam pensar daquilo que escreves. [Ligação directa entre o cérebro e as pontas dos dedos.]
Não quererás saber dos rótulos e catálogos que existem por aí e que tanto te irritam. [Tu gostas do que gostas e quem não partilhar desses gostos, pode ir pregar para outra freguesia.]
Não ficarás triste se não obtiveres feedback. [Não é esse o teu propósito. Nunca foi. Não vai começar a ser agora, por observação do alheio.]
NUNCA MAIS publicarás comentários sem moderação. [Tudo o que for ofensivo e atentatório vai ficar onde pertence: no éter. Importância: zero.]
... estou de volta. Era para ter "descansado" mais tempo... mas não me apeteceu. Tive saudades de escrever aqui, nem acreditei quando o senti. Mas foi assim que foi, e as coisas só têm sentido quando são como são. :)
No que se refere ao blogue, estou de volta com novos mandamentos e novas posturas.
Não te pressionarás para escrever no blogue. [Escreves quando tens tempo e cabeça para.]
Não pensarás no que os outros possam pensar daquilo que escreves. [Ligação directa entre o cérebro e as pontas dos dedos.]
Não quererás saber dos rótulos e catálogos que existem por aí e que tanto te irritam. [Tu gostas do que gostas e quem não partilhar desses gostos, pode ir pregar para outra freguesia.]
Não ficarás triste se não obtiveres feedback. [Não é esse o teu propósito. Nunca foi. Não vai começar a ser agora, por observação do alheio.]
NUNCA MAIS publicarás comentários sem moderação. [Tudo o que for ofensivo e atentatório vai ficar onde pertence: no éter. Importância: zero.]
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