segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Fim de semana de cinema...

... alternativo?

Recheado de estrelas, como já vem sendo hábito nos filmes do Woody Allen, este emaranhado de histórias vem debater as problemáticas habituais: relações amorosas em declínio, relações novas que despontam, actos sem moral, Londres como cenário, como tem acontecido nos últimos filmes de Allen. Gostei muito.

Passado em NY, este filme conta a história de duas famílias cujos destinos se cruzam por causa de dois apartamentos contíguos. Gostei também muito, especialmente da interpretação da Catherine Keener, uma viciada em dar. Mas com capacidade para? Também apreciei particularmente a personagem "sem filtros" da avó Andra.


Este filme conta com o selo de qualidade que é a presença de Julianne Moore e Liam Neeson. Quanto à história, trata-se de um drama no qual a personagem principal é uma mulher atormentada pelo medo de ser traída pelo marido. A desconfiança leva-a a contratar uma prostituta (a Amanda Seyfried, nada a ver com a doçura de Mamma Mia) para tentar o marido, no intuito de perceber se este realmente a engana. Mas é ela quem acaba por ser enredada... muahahahaha. Também gostei bastante, e, portanto, recomendo os três!


sábado, 15 de janeiro de 2011

E todas as semanas fico sem fôlego

Esta semana, foram estes os momentos que me deixaram a babar. Dos concorrentes, esta coreografia achei brutal. A música é tremenda, a qualidade da dança maravilhosa, a interpretação qualquer coisa de espectacular.


Estes convidados também me impressionaram demais. Que movimentos, há ali partes em que literalmente se voa!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

As borboletas

Tenho uma senhora amiga que é muito adepta do feng shui. Disse-me ela que, neste momento da minha vida, e em todos que se assemelhem, eu deveria colocar na minha sala, ou no lugar na minha casa onde mais gosto de estar e onde mais vivo, um quadro - feito por mim, porque não? - com borboletas. Por exemplo, comprar uma daquelas molduras cobertas por vidro ou acrílico, colocar uns adesivos decorativos representando borboletas, e expô-lo nessa divisão da casa, enquanto durar este período da minha vida.
Isto porque, segundo a doutrina do feng shui, as borboletas simbolizam mudança, transformação, evolução. E ajudam a aumentar a energia vital daqueles que estiverem em contacto com elas, potenciando o sucesso naquilo a que se propuserem.

Como nestas coisas da energia sou partidária de tudo o que vier ajudar, já estou a pensar no que vou fazer. E apenas por falta de tempo ainda não comecei!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

É por estas e por outras que eu depois ando toda deprê

São estas lindas horas e eu ainda aqui estou. Cansada que eu sei lá, mas cismei que tinha de enviar esta porcaria hoje, e vai de digitalizar 32 documentos neste scanner de mil novecentos e troca o passo, e depois de passar a pdf enviar tudinho via Citius (é possível que ninguém perceba o que estou para aqui a dizer, mas eu quero é ventilar o sistema, portanto...). Claro que o Citius não suporta tanto "peso", e vai de ter de enviar tudo às pinguinhas.

E eu cansada que eu sei lá, e eu aqui.

...

Na minha casa, mais do que os quadros, abundam as fotografias. Fotos minhas, do M., de ambos, de amigas, de lugares onde estive e de outras pessoas que não conheço, mas que para mim são imagens marcantes. Estão nas paredes, em álbuns, em gavetas, pousadas em móveis. Gosto de passar por elas e recordar os momentos que evocam, ou apenas da sensação que me transmitem. E é por isso que as privilegio em relação aos quadros, que para mim têm uma função mais decorativa.

Mas há uma fotografia em particular que me aquece o coração de cada vez que passo por ela. "Roubei-a" de casa dos meus pais há vários anos, desde que vim viver para cá. Nela estou eu, com dois ou três anitos, e os meus pais, possivelmente num casamento ou noutra ocasião do género. E eu adoro aquele nosso retrato a três, e não consigo evitar (nem quero) um sentimento grande que se alastra em mim de cada vez que olho para ela, porque não estou com eles todos os dias, mas todos os dias, sem excepção, tenho saudades deles, e da minha mana.

Na minha mesinha de cabeceira (#15)

O "Comprometida" foi (finalmente) terminado, e entretanto este já ocupa o seu lugar. Estou ansiosa por começar! Tenho uma grande expectativa em relação a ele...

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

I heart you


So much.

E de filmes bons que tenho visto?

O meu preferido dos últimos tempos. Adorei as interpretações, a história, tudo. Recomendo.


Mixed feelings. A história era interessante, mas contava-se em menos tempo. O cenário, muito bom. O George Clooney... meh. Mais ou menos. Acho que estou habituada a vê-lo noutras andanças e não me convenceu muito. E irritou-me um pouco o ritmo lento do filme.


Antiguinho, mas vi-o há pouco tempo na RTP e achei delicioso. O humor inglês é algo que nunca me cansa, e estas senhoras também não.

Like a lot



Faz-me cá uma vontade de dançar...

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Se eu fosse um desenho animado...

... hoje tinha um fuminho preto a sair-me do topo da cabeça.

Custa-me, mas por vezes tenho mesmo de concordar com os meus clientes que a justiça neste país é um conceito indeterminado. Enquanto houver meios que permitam que colegas meus "façam e aconteçam", sempre dentro dos limites da lei, para atrasar o andamento de um processo, em benefício do lado deles e em prejuízo clamoroso da parte contrária; enquanto houver senhores magistrados que compactuem com estas actuações porque não lhes apetece muito fazer julgamento, e preferem forçar um acordo (quase inadmissível), fazendo de nós os "maus da fita" por preferirmos defender a razão, que a temos, até ao fim - quando a verdade é que aceder em determinados acordos equivale a um prejuízo tremendo e faz com que o ónus da cedência seja praticamente todo de uma parte e nenhum da outra...

Dá realmente vontade de espernear e puxar os cabelinhos. As regras deste jogo são muito voláteis e é mesmo muito fácil que ele seja viciado. E isso é de bradar aos céus, quando aquilo que se discute é J-U-S-T-I-Ç-A.