segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
Finally done
Tendo acabado de ler este livro, como houve quem me pedisse para opinar... Cá vai.
Na verdade, gostei, mas honestamente não o apreciei tanto quanto esperava. Tinha expectativas mesmo muito altas, e infelizmente não foram cumpridas na totalidade.
Os dois defeitos responsáveis por este meu ponto de vista são:
1/ O facto de a tradução do livro estar, na minha opinião, muito mal conseguida. Não em termos de correcção do português ou falta de correspondência com as palavras e frases originais francesas. Mas sim porque o francês é uma língua muito caricata, com expressões muito típicas, e com uma coloquialidade muito particular e muito diferente do português. A tradução do livro é extremamente literal, o que faz com que, para mim e na maioria do livro, o discurso não resulte minimamente credível, porque não se aproxima da nossa coloquialidade em português. O discurso soa artificial.
2/ As referências a personagens reais, para mim, são de tal forma forçadas e exageradas que estragam um pouco o clima da história.
Et voilà, mas ainda assim foi uma leitura que não abominei! Tanto assim, que vou agora procurar A Valsa Lenta das Tartarugas...
Na verdade, gostei, mas honestamente não o apreciei tanto quanto esperava. Tinha expectativas mesmo muito altas, e infelizmente não foram cumpridas na totalidade.
Os dois defeitos responsáveis por este meu ponto de vista são:
1/ O facto de a tradução do livro estar, na minha opinião, muito mal conseguida. Não em termos de correcção do português ou falta de correspondência com as palavras e frases originais francesas. Mas sim porque o francês é uma língua muito caricata, com expressões muito típicas, e com uma coloquialidade muito particular e muito diferente do português. A tradução do livro é extremamente literal, o que faz com que, para mim e na maioria do livro, o discurso não resulte minimamente credível, porque não se aproxima da nossa coloquialidade em português. O discurso soa artificial.
2/ As referências a personagens reais, para mim, são de tal forma forçadas e exageradas que estragam um pouco o clima da história.
Et voilà, mas ainda assim foi uma leitura que não abominei! Tanto assim, que vou agora procurar A Valsa Lenta das Tartarugas...
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Não sei o que se passa
Mas desde hoje de manhã que não consigo aceder ao meu gmail. Parece que ficou chateado com o que escrevi abaixo... O certo é que me está a causar imenso transtorno!
Eu até estou admirada
Tenho-me conseguido segurar nas compras mesmo! A verdade é que não ando com especial impulso consumista, mas como também não me dava muito jeito, fico contente por resistir às pequenas tentações que me vão aparecendo.
Se bem que tenho lá em casa um vale de 10 euros para gastar na Cortefiel que, associado aos saldos, me deve dar um belo descontinho...
Se bem que tenho lá em casa um vale de 10 euros para gastar na Cortefiel que, associado aos saldos, me deve dar um belo descontinho...
Nunca se está contente com o que se tem
Há tempos atrás estava a stressar-me o facto de ter 2000 e tal mensagens por abrir no gmail. Comecei por ir esvaziando a lixeira, apagando aqui e ali, mas como não via a capacidade utilizada a baixar de percentagem, deu-me a macaca e apaguei tudo o que estava para trás - tudo fwds, que os mails "a sério" eu leio logo que os vejo.
Agora que tenho meia dúzia de mails na caixa, todos já lidos, ando sempre a espreitar a ver se tenho novidades, porque acho aquilo muito vazio.
Agora que tenho meia dúzia de mails na caixa, todos já lidos, ando sempre a espreitar a ver se tenho novidades, porque acho aquilo muito vazio.
Há pequenas tarefas...
... que não matam mas moem.
E eu, que andei aqui a procrastinar, e a adiar uma pequena tarefa que tenho de fazer porque me foi pedida, mas que não me apetecia fazer porque não gosto da pessoa que tenho de contactar e não acho jeito nenhum ao pedido que me foi feito e que é o assunto do qual tenho de falar (pouco confuso, não?...)... agora estou pressionada pelo tempo e tenho mesmo que fazer a coisa à força e agora a pessoa não me atende e não me retribui as chamadas (eu não disse que era um anormal, mas que se subentenda), e eu estou a ver a minha vida a andar para trás. Eu não aprendo mesmo.
E eu, que andei aqui a procrastinar, e a adiar uma pequena tarefa que tenho de fazer porque me foi pedida, mas que não me apetecia fazer porque não gosto da pessoa que tenho de contactar e não acho jeito nenhum ao pedido que me foi feito e que é o assunto do qual tenho de falar (pouco confuso, não?...)... agora estou pressionada pelo tempo e tenho mesmo que fazer a coisa à força e agora a pessoa não me atende e não me retribui as chamadas (eu não disse que era um anormal, mas que se subentenda), e eu estou a ver a minha vida a andar para trás. Eu não aprendo mesmo.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Question marks
Acho que está na hora de fechar o estaminé. Não será muito cedo? Não estou habituada a sair tão cedo.
Já fiz tudo o que constava da minha to do list para hoje. Seria pouco? Ou terei sido eu que fui ultra-eficiente?
Já sinto aqui um ratito a roer, e estou um bocado preocupada. Será que vou aguentar-me à bronca com os planos que tinha para o jantar - salmão no forno e couve-flor cozida a acompanhar? Parece-me levezinho, mas hoje se calhar precisava de mais sustento.
Ai, dúvidas, dúvidas.
Já fiz tudo o que constava da minha to do list para hoje. Seria pouco? Ou terei sido eu que fui ultra-eficiente?
Já sinto aqui um ratito a roer, e estou um bocado preocupada. Será que vou aguentar-me à bronca com os planos que tinha para o jantar - salmão no forno e couve-flor cozida a acompanhar? Parece-me levezinho, mas hoje se calhar precisava de mais sustento.
Ai, dúvidas, dúvidas.
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