domingo, 27 de fevereiro de 2011

Hoje...

... a minha temperatura baixou, o que é bom. Fiquei com mais tosse e dores no peito, o que é incomodativo, mas pelo menos estou a melhorar. Obrigada pelas vossas palavras. :)

Como ainda não saí de casa, dediquei-me a fazer um bolinho de iogurte só com claras, porque me sobrou meia dúzia, do leite creme que ontem fiz para o almoço com os sogros. Receitinha a repetir.

Durante a tarde, entretivemo-nos com estes amiguinhos:
Nada tenho a acrescentar a tudo o que já vi escrito por essa blogosfera fora. Gostei muito.


Meh... adormeci pouco depois de começar. Não me entusiasmou minimamente. A não ser pelo Christian Bale, o portento de talento do costume.

Agora está a fazer-se ali um caldinho verde para ajeitar o estômago. E a ver se amanhã estou fina, que há muito que fazer.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Por esta é que eu não esperava

Tantos planos, e lá foi tudo por água abaixo. Doente com temperatura e aquela tosse que até abana o cérebro.

O saldo do fim de semana, portanto, até ao presente momento, cifra-se em:
- 1 episódio de The Rachel Zoe Project;
- 1 episódio de So You Think You Can Dance;
- 1 episódio de Modern Family;
- 1 episódio de Mike and Molly;
- 3 episódios de Traffic Light (à experiência, ainda não decidi se gosto);
- 1 episódio de Fashion Police;
- 1 episódio de Better With You;
- dores de cabeça, má digestão, dores de garganta, tosse e febre;
- pillow hair;
- mel, chá de limão e paracetamol.

So fun.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Weekend mode

A vontade é imensa, imensa, imensa. Bem estou a precisar de dois dias mais sossegaditos. Planos: uma tachada, melhor diria uma "bimbada", de leite-creme (não o vou comer sozinha, hein??), filmes e séries em casa, filme no cinema (tanto filme! mas para mim é extremamente relaxante), namoro e passeio. Parece-me bem. E parece que nunca mais chega.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Outra conclusão brilhante da minha parte

É que ir ao dermatologista fica caro. Muito caro. E é em duas fases: o valor da consulta - pimba - e a ida à farmácia - catrapimba.

Mas que raio...

... se passa com as caixas multibanco? E com os netbanking? Só sei que estou há horas a querer fazer uma transferência bancária e carregar o telemóvel e ninguém me deixa. Olha se fosse urgente...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Da falta de tempo

Nem o tenho para escrever, nem para ler os meus sítios de eleição, nem para porra nenhuma. Enerva-me.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Já descobri para onde caminho

Na Elle de Março li uma matéria que me deixou muito, muito interessada. A nova corrente social é o neofrugalismo. E eu de imediato me identifiquei!

"Viver com menos. Aprender a consumir. Centrar-se no essencial. Ganhar uma simplicidade consciente. Respeitar a Terra. Ter menos coisas e obter mais bem-estar. Em suma, ser frugal."

"'Ser frugal significa ser uma pessoa que valoriza aquilo que tem, que não desperdiça os seus recursos materiais, independentemente da quantidade e, acima de tudo, da qualidade. Significa dar valor àquilo que já se possui, procurando extrair o máximo de utilidade das coisas ao seu redor.' A arte da frugalidade é isso mesmo.A possibilidade de ser feliz nas áreas que consideramos mais importantes, sem ficarmos insatisfeitas."

Não podia estar em maior concordância com esta teoria. Já há algum tempo que tento direccionar a minha vida para este conceito, simplesmente porque acho que, ao ser mais consciente e aprender a controlar o meu consumismo, vou criar um ciclo que só me vai trazer benesses. Exemplo: gasto menos - poupo mais - preciso de trabalhar menos horas "extra" - ganho tempo livre - ganho qualidade de vida, menos stress e ansiedade.

Claro que não sou extremista. E claro que entendo que cada pessoa terá a sua noção de prioridade. Sou perfeitamente a favor de ir jantar fora de quando em vez, de viajar o mais possível, e adoro os meus trapinhos, os meus acessórios, as minhas futilidades femininas. Não estou pronta para me transformar numa naturista, vestida de serapilheira, cheia de buço e pêlos nas pernas. Simplesmente, considero que o segredo está no equilíbrio. No saber racionar e saber escolher as nossas prioridades. Principalmente se o mal-estar generalizado ao nível económico nos afecta de alguma maneira.

E como é que esta tese se aplica aos trapinhos? Fácil. "Em tempo de crise, ter um certo número de peças que dialogam bem entre si, formando um todo harmonioso, versátil e equilibrado, é uma boa opção para quem quer cortar os gastos com novas peças que apenas reflectem a tendência vigente e não acrescentam muito ao estilo pessoal. E onde é que o neofrugalismo entra nessa história? Simples. Devemos assumir esta atitude frugalista como um sinónimo de minimalismo. Ter pouco mas bom. Ter com saber. Se compramos uma peça de roupa, há duas que saem do armário. E abolir a compra por impulso."

Em suma: "Desperdiçar menos, rentabilizar mais o tempo (saber cozinhar, ler mais, etc.). Ou seja, estar menos dependente, viver de acordo com as possibilidades e com a consciência de cada um. Conclusão, ter uma vida mais simples."

Espero que seja para lá que caminho. Para a qualidade de vida, a verdadeira.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Desafio da Nokas


Regra n.º1: postar o selo, dizer o nome do blogue de onde foi oferecido e comentar sobre o mesmo.
Dreams é um blogue que visito frequentemente, pois gosto da sua simplicidade e boa onda!!
Regra n.º2: responder, com sinceridade, à pergunta… Como seria o teu reino perfeito?
Seria um lugar onde viveria em paz com os meus, todos com saúde e sem dificuldades materiais, sem preocupações e stress.
Regra n.º3: oferecer o selo a outros reinos fantásticos!
Estejam à vontade para o levar...

Cute as can be

Giro, giro, giro, fofinho, fofinho. Até eu, que sou uma esquisitinha com o Ashton Kutcher, fiquei rendida e babada.

Ontem e a neura

Era mesmo neura. Mas estou certa de que ninguém gosta de olhar para o espelho e não se sentir bem. Ou de vestir uma coisa de que se gosta muito e se sentir apertada. E eu estou assim há muito tempo, mas tenho de me resignar aos factos. E os factos são que 1/O meu principal problema é do "caco", e não do corpo; 2/ O meu problema do caco faz com que seja uma emotional overeater; 3/ Apesar de isso ser o meu pior problema, ainda tenho outro mais piquinito, mas que vem ajudar ao barulho: um metabolismo da treta, que eu tenho de estimular e estimular, para ele funcionar igual ao das outras pessoas.

De todo o modo, no excuses, o meu problema no. 1 é mesmo dominar a psique. E isso é que vai custando, mas de certeza que se vai fazendo. Ainda cá estão os 10 a mais, odeio-os de morte, mas paciência. Isto é aos bocadinhos. E a palavra de ordem, para mim, neste momento, é comer só e apenas o que for saudável, não propriamente fazer dieta. Assim já muita porcaria fica de fora!