segunda-feira, 27 de junho de 2011

O meu comentário que me deu um post.

Há sempre uma primeira vez. Hoje comentei o blogue da Marianne e tive de transformar esse comentário em post. Para explicar a minha ausência dos últimos dias.

A minha luta é exactamente não deixar o meu blog tornar-se um blog de grávida... Porque tenho consciência de que há outras pessoas a lê-lo, e e quem, não tendo de agradar, gosto de não maçar.
No entanto, a minha vida, neste momento, pela primeira (e, em princípio, única) vez, é este filho. Por isso, não sei que faça. Ao blog, refiro-me. :) Eu não sou esta gravidez, mas neste momento sou uma grávida. Feliz. Ainda assim, mantém-se tudo o que disse acima. Só contradições. Então os meus dedos ficam calados e eu vivo os meus momentos. E trabalho. E namoro. E curto a vidinha.


E, além disso, de ontem até quinta estou de férias. :)

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Opções.

Tive estes dias uma conversa sobre a iniciação na vida religiosa ou espiritual. Ou seja, para mim a questão prendendo-se com se devemos ou não baptizar o nosso filhote. A minha opinião sobre esse assunto não pode senão basear-se na minha própria experiência de vida... por isso, pela parte que me toca, penso que a opção está feita.

Eu fui educada de acordo com a Igreja Católica: fui baptizada, fiz catequese, fiz as duas comunhões. Por acaso não fui crismada (ou não por acaso). Embora eu hoje tenha uma opinião sobre a Igreja Católica que implica que eu não acolha todas as recomendações e não siga todos os ritos, mantenho a minha fé pessoal. Nunca me fez mal nenhum ter recebido a educação dentro dos parâmetros da Igreja que recebi. Quando tive idade para perceber e sentir aquilo que se identificava comigo, afastei-me do que não me interessava. Os meus pais jamais interferiram com essa minha opção.

Assim sendo, é isto mesmo que penso fazer com o meu filhote. Não o irá prejudicar de forma alguma ser baptizado, andar na catequese, fazer as comunhões. Se algo, pode ajudar a transmitir alguns princípios que em nada o prejudicarão. Se ele manifestar alguma opinião ou desejo contra isso desde pequeno (o que duvido, mas pode acontecer), eu respeitá-lo-ei. Se ele fizer perguntas "incómodas", responderei de acordo com a minha consciência e aquilo em que acredito, seja de acordo com os "manuais" da religião ou não. Quando ele tiver de tomar uma opção, seja abraçar essa religião, seja afastar-se dela, eu lá estarei para lhe dar um abracinho, ou seja, não julgando nem opinando.
A minha ideia, inclusive, é baptizá-lo logo em Dezembro próximo, porque não penso fazer nenhuma festa disso - apenas levar a cabo a cerimónia e fazer um almoço com a família chegada. E faço intenções de o começar a levar a Taizé ainda pequeno, porque tenho a certeza que isso só o pode ajudar a ser uma pessoa bem melhor e transmitir-lhe valores, paz e serenidade. Quando ele for crescido, logo decidirá aquilo que quer.

Creio sinceramente que o facto de o condicionar em tenra idade a integrar - teoricamente - uma religião não é limitativo (pois eu própria não sou largamente religiosa), nem o prende a rigorosamente nada. A preocupação que julgo ser verdadeiramente importante é com a PESSOA que o meu filho vai ser, e esse factor não vai derivar de ter ou não uma educação católica, e sim da que eu e o pai lhe soubermos dar. Dizer o contrário seria demitir-me dessa responsabilidade que quero abraçar com o maior empenho.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Na minha mesinha de cabeceira (#20)


Com pouco entusiasmo para já... a ver se espevito.

Lisbon Story part five



[imagens retiradas da net]


Outra parte boa do fim de semana foi o jantar que tivemos no Sushi Time, no Parque das Nações. O rodízio de sushi é maravilhoso e abundante, as entradas muito saborosas, o peixe (como me tinham já dado referência) não poderia ser mais fresco, tudo com óptimo aspecto e melhor sabor. Aliás, as imagens, apesar de não serem minhas, são todas de lá, e falam por si.

Lisbon Story part four





Ainda na melhor das companhias, nada melhor que um copo aqui. Adorei conhecer este espaço, tão kitsch, e simultaneamente tão "antigo", tão de outrora. Uma delícia.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Lisbon Story part three



[imagens retiradas da net]

Na melhor das companhias (adorei, adorei, adorei! E não me canso de repetir), jantámos aqui. Muito descontraído, muito cool, boa comidinha. Uma vista esplendorosa. Ficámos os maiores fãs.

Lisbon Story part two


[Imagens retiradas da net]

O roteiro imperdível para dois gulosos - três, que quem sai aos seus não é de Genebra. Já estou com saudades, sabe Deus quando volto a pôr os dentinhos em semelhantes maravilhas.

Happy Birthday



Ao melhor abracinho, melhor risadinha, melhor mãe do mundo. A minha.

Lisbon Story part one


Desenganem-se, que isto é mesmo crítica gastronómica! Ehehehe.

Só para dizer que chego à conclusão que vivo para os pequenos-almoços de hotel. E os deste são divinos.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

E já lá vão dois...

Que somos dois entrelaçados. Já o éramos antes, mas a partir deste dia com outras circunstâncias. Com o coração aos pés, com um olhar maroto, com o fervor de uma história sem fim, com um abraço de conforto. Hoje, a caminho de sermos três. A ti, duas palavras: para sempre.