domingo, 10 de julho de 2011
Dance.
Já toda a gente que anda por aqui deve ter topado a minha paixão pela dança e pelo programa So You Think You Can Dance, cuja versão americana sigo religiosamente. A season 7 acabou esta sexta-feira e, apesar de não ter sido a que mais me cativou, por diversos motivos, teve momentos sublimes de dança em variadas coreografias.
Espero que tenham a paciência de as ver, porque eu vou partilhar as minhas preferidas da temporada 7 ao longo desta semana. Em jeito de homenagem. E porque gosto sempre de as rever enquanto não tenho acesso a mais uma barrigada de novos SYTYCD.
E aqui vai a primeira. Infelizmente, não consigo incorporar estes vídeos do SYTYCD, o que sem dúvida tornaria mais interessante a dinâmica do post. Deixo-vos o link para este hip-hop do faroeste. Muito divertido.
Espero que tenham a paciência de as ver, porque eu vou partilhar as minhas preferidas da temporada 7 ao longo desta semana. Em jeito de homenagem. E porque gosto sempre de as rever enquanto não tenho acesso a mais uma barrigada de novos SYTYCD.
E aqui vai a primeira. Infelizmente, não consigo incorporar estes vídeos do SYTYCD, o que sem dúvida tornaria mais interessante a dinâmica do post. Deixo-vos o link para este hip-hop do faroeste. Muito divertido.
sábado, 9 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Fiquei fã

Não sei se são iogurtes, se sobremesas lácteas, ou lá o que são... São uma delícia. Provei os que me deram no Continente (natural sem açúcar e côco), e gostei de ambos, mas digo já que o de côco... com pedacinhos do mesmo... é o delírio nas bancadas. Nem quero saber quantas calorias aquilo terá. É a repetir.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Eu até nem sou nada de festivais de Verão...
... ou de concertos em geral, for that matter, mas não confesso o que dava para ver o Jarvis Cocker e seus bambini live at Paredes de Coura este ano. Até o meu babe se põe logo a abanar o pequeno esqueleto aos primeiros acordes.
terça-feira, 5 de julho de 2011
O lado B
A gravidez, como tudo nesta vida, tem o seu lado B. Até agora, sei que tenho sido uma verdadeira privilegiada. Nunca enjoei nem tive náuseas. Quando muito, tenho fome mais vezes. Nunca me incharam as extremidades (excepto, ao que dizem, o nariz - WTF?). Bom, as extremidades dos membros, vá. Quando muito, sinto as pernas cansadas, o que é normal. Por enquanto, não tenho diabetes, não tive nenhuma intoxicação alimentar, não contraí nenhum vírus maldito, não tive infecções de espécie alguma, engordei 1 kg por mês, não virei chorona por tudo e por nada, não tenho achaques de grande relevo, não me privei de comer tudo e mais alguma coisa, embora sempre com a devida precaução. Em suma, na generalidade, a vida de grávida corre-me bem.
No entanto, todo este bem-estar e bem-aventurança têm um lado B que se manifesta pela calada. Qual é o meu lado B? Subdivide-se em 4 aspectos:
1/ O cansaço. Estou sempre cansada. Níveis de energia lá no fundo do poço. O calor não ajuda. O facto de não ter uma única noite de sono sem interrupções desde o início da gravidez também não. Assim sendo, reservo-me em qualquer circunstância o direito de adormecer a meio do Transformers 3 a que o meu nerdy hubby assistia deliciado, ou de desatar a babar mal encosto a cabeça na almofada.
2/ O mau humor. Pois é, não choro mais, não rio mais, mas resmungo mais. A minha paciência anda pelas ruas da amargura, e eu francamente estou-me nas tintas - só por mais uns mesitos, prometo.
3/ O ronco. Eu, a epítome do soninho silencioso, que adormecia e acordava na mesma posição. A ressonar como uma porquinha. Consta-se.
4/ As arritmias. Esta é a pior faixa do lado B da minha gravidez. Detesto, detesto, detesto. É insuportável passar o dia todo a sentir o fluxo sanguíneo aos pulos e pinotes nas artérias, sentir que a máquina não bombeia em condições normais. É mesmo aflitivo. Mas... não é anormal. Logo, nada a fazer. Ainda assim - era o único sintoma que dispensaria de todo.
No entanto, todo este bem-estar e bem-aventurança têm um lado B que se manifesta pela calada. Qual é o meu lado B? Subdivide-se em 4 aspectos:
1/ O cansaço. Estou sempre cansada. Níveis de energia lá no fundo do poço. O calor não ajuda. O facto de não ter uma única noite de sono sem interrupções desde o início da gravidez também não. Assim sendo, reservo-me em qualquer circunstância o direito de adormecer a meio do Transformers 3 a que o meu nerdy hubby assistia deliciado, ou de desatar a babar mal encosto a cabeça na almofada.
2/ O mau humor. Pois é, não choro mais, não rio mais, mas resmungo mais. A minha paciência anda pelas ruas da amargura, e eu francamente estou-me nas tintas - só por mais uns mesitos, prometo.
3/ O ronco. Eu, a epítome do soninho silencioso, que adormecia e acordava na mesma posição. A ressonar como uma porquinha. Consta-se.
4/ As arritmias. Esta é a pior faixa do lado B da minha gravidez. Detesto, detesto, detesto. É insuportável passar o dia todo a sentir o fluxo sanguíneo aos pulos e pinotes nas artérias, sentir que a máquina não bombeia em condições normais. É mesmo aflitivo. Mas... não é anormal. Logo, nada a fazer. Ainda assim - era o único sintoma que dispensaria de todo.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Na minha mesinha de cabeceira (#21)

Quem me conhece sabe que, ao contrário de muita gente, detesto acumular leituras. Gosto de seguir uma história com interesse, sentir-me absorvida integralmente por aquela narrativa, e apenas quando ela termina, e eu tenho oportunidade de a ter saboreado por inteiro e reflectir no(s) seu(s) sentido(s), é que me atrevo a começar outra.
No entanto, durante as minhas miniférias, tomei a inédita decisão de interromper "O Jogo do Anjo" e começar outra leitura. O motivo? O mais herético possível. Era muito pesado para transportar back and forth de casa para a praia e de praia para casa. Vida difícil, eu sei. Tenham pena de uma pobre grávida.
Assim comecei "A Trilogia de Nova Iorque", pela mão de Paul Auster. Mão estranha, mas algo fascinante. Até agora, estou a gostar.
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