
[1970] Ainda não era nascida quando este álbum foi lançado, no entanto os The Doors foram a minha primeira paixão musical, explorada até ao tutano. Fascinava-me a personalidade e a escrita de Jim Morrison, aquela personalidade torturada e desviante de Rei Lagarto, a música diferente, com uma sonoridade totalmente distinta, inclusive dos seus contemporâneos. Tive todos os álbuns, todos os livros, todo o merchandising, incluindo uma fotografia dita revelada de um negativo original. Mas acho que não ouvi nenhum outro, tantas vezes como este. A minha preferida: You Make Me Real.

[1987] O meu primeiro álbum de eleição dos U2. Todas as músicas neste álbum eram (são) boas. A minha preferida: Running To Stand Still.

[1988] Tive de retirar um lugar a um outro artista para pôr aqui este segundo álbum U2, até porque estava em dúvida se não o teria passado ainda mais que o anterior. A minha preferida: Angel of Harlem ou All I Want Is You, não consigo escolher.

[1991]Nunca fui uma fã fervorosa dos Nirvana, à excepção deste álbum. A minha preferida: In Bloom.

[1991]Pearl Jam sim, continuou ao longo dos anos a fazer parte das minhas playlists. A minha preferida: Black.

[1993]O que eu suspirei com este álbum. E dancei. E abanei o esqueleto com as guitarradas. A minha preferida: Is There Any Love In Your Heart?

[1994] Uma descoberta tardia, mas uma paixão eterna. A minha preferida: Lover, You Should've Come Over.

[1995] Nunca um lingrinhas copo de leite imberbe me tinha provocado pensamentos impuros antes do Jarvis Cocker. A minha preferida: Underwear, ou I Spy, ou Pencil Skirt, ou Something Changed, ou Disco 2000... que tal todas?

[1995] A rebeldia neste álbum fez-me identificar naquela altura. A minha preferida: Your House (hidden track)

[1998]Nunca tinha sido a maior fã de música portuguesa. A partir deste álbum, comecei a perder determinados preconceitos (ou pré-conceitos). A minha preferida: difícil decidir. Talvez Breathe.

[2004] Foi assim um amor à primeira escutadela. A minha preferida: Bedshaped.

[2004] Nada a ver com o resto, eu sei. Talvez um pouco de comic relief no final? O que eu sei é que seria desonesta se não incluísse este álbum. Uma difícil mudança na minha vida acarretou uma fragilidade que esta música de alguma forma soube confortar. E nunca mais deixei de gostar deste álbum! Os que se seguiram... nem tanto, digamos assim. A minha preferida: Everytime I Look At You.



