segunda-feira, 15 de julho de 2013

Continuo do contra

... lembram-se deste post?

Continuo a ter um sentimento visceral de negação quando vejo toda a gente a falar de alguma coisa. Se é um vídeo que é viral, toda a gente partilha, toda a gente fala dele, não vejo. Se é uma música, seja alguma algaraviada da Coreia, seja alguma brasileirada da moda, não oiço. Mexe com o meu mau feitio, irrita-me aceder, por exemplo, ao Facebook e estar toda a gente a falar do mesmo, a partilhar as mesmas coisas, a ouvir as mesmas músicas. Eventualmente, uns meses (anos?) depois, posso vir a ler/ver/ouvir, que também não gostaria de morrer ignorante. Talvez.

Anyhoo, comecei hoje a ver a season 1 do Game of Thrones. Nunca pensei, mas fiquei agarrada.

domingo, 14 de julho de 2013

All hail real life

Sabes que nunca serás uma mommy blogger de catálogo, quando só te apetece torcer o pipo ao infante quando te acorda aos gritos histéricos, fresco como uma alface, antes das 6 e meia da manhã, num fim de semana, e no aftermath de um casamento que terminou às quinhentas. Raça do miúdo supera sempre as minhas piores expectativas.


sábado, 13 de julho de 2013

É, sou preguiçosa assim.

A melancia e o peixe estão, para mim, no mesmo patamar. Gosto muito de ambos, sei que fazem muito bem, mas a canseira que me dão a comer desmotiva-me de o fazer mais vezes.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Ainda em relação ao post que antecede...

... problem solved.

Agora tenho, não um, mas DOIS vestidos para o meu evento, viva os saldos. Já que me senti a Vivian Ward dos tempos modernos em versão plus size, apetecia-me voltar à loja com o meu saco na mão, acenar-lhe com ele debaixo do nariz e ter a lata de lhe dizer: "Hi, do you remember me? I was in here yesterday, you wouldn't wait on me. You work on commission, right? Big mistake. Big. Huge. I have to go shopping now."
Só para meter nojo.

*e sim, tive de ir buscar o vídeo ao YouTube para relembrar a fala :)

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Como arrasar incontáveis horas de terapia num quarto de hora.

Fácil: sendo eu e indo comprar um vestido para um evento.

Loja 1. Vejo um vestido lindo, verifico que está exposto em L. Experimento, ah bolas, o folho não tapa a malha mais reveladora. Saio do provador. Olhar condescentente e comiserador da funcionária: "Pois, não serviu, não é?". Decido ir com a verdade: "Não, só marcava muito as minhas formas rubenescas".

Loja 2. Não temos nada acima de M.

Loja 3. Vejo vários vestidos que me agradam, lindos, lindos, e euromilhões!, em L ou acima de 42. "Posso ajudar?", "Sim, seria possível ver alguns vestidos...", "Lamento, peço mesmo imensa desculpa, mas não tenho cá nada para o seu tamanho". Glup. "Ah, mas este..." "Não lhe serve. Eu bem gostava, mas não tenho cá nada que lhe possa servir".  

E eu, fraquinha que sou, meti o rabinho entre as pernas e saí. Não me apeteceu ir a jogo e depois constatar que a bruxa mulher tinha razão. Só me doeu mesmo a cena à Pretty Woman, versão Biggest Loser.

E sim, eu tenho algum, bastante, peso a mais, mas posso garantir que não tenho a imagem corporal de uma Rebel Wilson, por exemplo. Nem eu própria, com todas as minhas avarias na centralina, acho que aparento o peso que (ainda*) tenho. Ou achava.

*ando cá com uns cuidados e entretanto até perdi 7 kgs em 2 mesinhos. Já só faltam 18, já não falta tudo.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Pergunto-me

Se será possível sentir a paixão de outros tempos de vida. Em abstracto e também em concreto. Em qualquer quadrante. A dúvida que me tira o sossego nos últimos [largos] tempos.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

E que tal ressuscitar isto dos mortos?

Será que desta é de vez?